O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Expressão

Brasil desgovernado

1 de novembro de 2022 Expressão
Compartilhar
Jair bolsonaro
Presidente Jair Bolsonaro virou as costas para o país diante da tentativa de seguidores dele de criar o caos (Foto: Isac Nobrega/PR)

EDITORIAL

MANAUS – O presidente Jair Bolsonaro (PL) largou o comando do Brasil dois meses antes de terminar o mandato e assiste ao “circo pegar fogo”, com seus apoiadores paralisando o tráfego nas estradas e prejudicando a economia e toda a população brasileira por tabela.

O comportamento do presidente da República destoa daquele adotado na pandemia de Covid-19, em 2020 e em 2021, quando criticava as medidas de isolamento adotadas por governos estaduais e prefeitos, com a justificativa de que iria “quebrar a economia”.

Eram situações completamente diferentes. Na pandemia as medidas de isolamento se impuseram diante da falta de tratamento eficaz para a doença e da limitação de leitos hospitalares. A Europa e os Estados Unidos adoraram medidas restritivas de circulação de pessoas e mesmo assim muitos morreram à espera de leitos.

Agora, qual a motivação dos fanáticos apoiadores de Bolsonaro? Contestam o resultado das urnas, sem qualquer indício de irregularidade na eleição. Simplesmente não aceitam a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva. E tentam parar o país.

Esses fanáticos espalham a mentira de que, se o povo tomar as ruas, as Forças Armadas brasileiras serão obrigadas a tomar o poder e não permitir a posse de Lula. E recomendam que Bolsonaro não se manifeste para que ninguém use o argumento de que ele incitou o povo a ir às ruas.

De fato, Bolsonaro nunca esteve preocupado com a governabilidade do Brasil. A administração dele foi marcada pelo desleixo. No primeiro ano, Bolsonaro tomava decisões que não resistiam às críticas da oposição e da imprensa, então, ele recuava. Coisa de amador.

No segundo ano, o primeiro da pandemia de Covid, Bolsonaro mostrou que não tinha a mínima condição de assumir o comando da crise instalada pela doença. No mundo inteiro, os chefes de Estado assumiram o comando, enquanto Bolsonaro preferiu brigar com governadores e prefeitos; espalhar notícias falsas sobre a doença, incentivar a população a rejeitar o uso de máscaras e incitar os brasileiros a desobedecerem as medidas de restrição.

Em 2021, quando o mundo mergulhava na segunda onda da doença, surgiram as primeiras vacinas de prevenção à Covid, mas Bolsonaro passou a desdenhar de sua eficácia e a pregar a “liberdade” de escolha entre tomar ou não o imunizante. Depois, inventou argumentos para não fechar contratos de compra de vacinas. Enquanto isso, os governadores trabalhavam para conseguir imunizante, e também eram criticados pelo presidente.

Foram três anos de desgoverno. A inflação disparou em 2020 quando o resto do mundo ainda não sentia qualquer sinal de aumento de preços, já que a economia estava estagnada com a pandemia. Os preços dos alimentos dispararam enquanto os salários foram congelados ou reduzidos com a justificativa de manter os empregos na crise sanitária.

Mas Bolsonaro, em momento algum se descuidou de sua meta, que era a reeleição. Aliás, foi a pretensão de se reeleger que o moveu desde os primeiros dias de governo. Para isso, tratou de tirar do caminho todos os que pudessem atrapalhar a manutenção dele no poder.

O primeiro a cair foi Gustavo Bebianno, presidente do PSL, partido pelo qual Bolsonaro se elegeu em 2018. Motivo: denúncias de irregularidades na distribuição de recursos da campanha eleitoral. Bebianno morreu em 2020 vítima de infarto sem que as denúncias fossem confirmadas.

Depois, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, que entrou no governo como a melhor aquisição do presidente, por seu desempenho na Operação Lava Jato, e por ser o responsável pela prisão de Lula. No governo, o ex-juiz passa a ser visto como um nome para a disputar as eleições presidenciais de 2022, o que o tornou alvo de Bolsonaro e de auxiliares mais próximos.

Em plena pandemia, em abril de 2020, Moro anuncia sua demissão e deixa o governo acusando o presidente de interferência na Polícia Federal e se torna inimigo número 1 do bolsonarismo.

Mas Bolsonaro ainda precisava derrotar outro ex-aliado que se tornou inimigo por querer disputar a Presidência: o então governador de São Paulo, João Doria, que se tornou alvo fácil do presidente durante toda a pandemia de Covid-19.

Chegamos a 2022, ano de eleição, e Bolsonaro largou o posto de presidente para se transformar no motoqueiro líder das “motociatas” Brasil afora. A obsessão pela reeleição suplantou qualquer compromisso com a governança.

Sobraram apenas as articulações para criar programas e benefícios que lhe rendesse votos.

Nada, no entanto, foi suficiente. Pela primeira vez em sua história política, Bolsonaro perdeu uma eleição. E perdeu para aquele que em 2018 foi colocado na cadeia por um aliado do atual presidente.

Desde às 19h30 de domingo (hora de Manaus), quando o TSE anunciou que Lula estava matematicamente eleito, Bolsonaro desapareceu. Não foi capaz de reconhecer a derrota; não dá sinais de que facilitará a transição para o próximo governo.

Em nome de Bolsonaro, caminhoneiros fanáticos fecham rodovias por todo o Brasil, e o presidente não parece se importar. A Polícia Rodoviária Federal assistia aos protestos como se fosse algo natural. Precisou um ministro do Supremo Tribunal Federal ameaçar prender o diretor-geral da PRF para a corporação começar a agir.

Os brasileiros começam a ter problemas: companhias aéreas cancelaram voos; há ameaça de falta de combustíveis e de abastecimento de alimentos. E nada disso sensibiliza o presidente da República.

O Brasil precisa urgentemente de um presidente.

Notícias relacionadas

AGU pede ao STF para manter Medida Provisória que proíbe bets no País

Moraes pede que PGR se manifeste sobre visitas de Flávio a Jair Bolsonaro

Eu voto pelo Brasil!

Lula diz que ‘não há nenhuma razão’ para ele não ser reeleito no 2° turno

Átila e Silas: enfim, fora da Câmara dos Deputados

Assuntos Bolsonaro, brasil, Caminhoneiros, desgoverno, governabilidade, Jair Bolsonaro, Lula, PRF
Valmir Lima 1 de novembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

AGU
Política

AGU pede ao STF para manter Medida Provisória que proíbe bets no País

6 de outubro de 2026
Jair e Flávio Bolsonaro
Política

Moraes pede que PGR se manifeste sobre visitas de Flávio a Jair Bolsonaro

6 de outubro de 2026
Sandoval Alves Rocha

Eu voto pelo Brasil!

6 de outubro de 2026
Lula
Política

Lula diz que ‘não há nenhuma razão’ para ele não ser reeleito no 2° turno

5 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?