O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Bolsonaro propõe fundo eleitoral de R$ 2,1 bilhões no próximo ano

31 de agosto de 2021 Política
Compartilhar
Presidente Jair Bolsonaro
Presidente Jair Bolsonaro sugeriu novo valor para o fundão (Foto: Isac Nóbrega/PR)
Thiago Resende e Bernardo Caram, da Folhapress

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) propôs que o fundo eleitoral de 2022 receba R$ 2,1 bilhões. O valor é menor que o patamar defendido por caciques partidários, que chegaram a aprovar R$ 5,7 bilhões para o financiamento de campanhas no próximo ano.

Em uma articulação de partidos de diferentes campos políticos, o Congresso aprovou uma regra pela qual o fundo eleitoral teria, no mínimo, R$ 5,7 bilhões em 2022. Bolsonaro vetou a medida.

Aliados do presidente negociam um valor intermediário, algo entre R$ 4 bilhões e R$ 4,5 bilhões. Ainda assim, o patamar é bem acima do que foi usado no pleito de 2018 e 2020 -ambos na faixa de R$ 2 bilhões.

A área econômica do governo defende o patamar de R$ 2,1 bilhões, como previsto no projeto de Orçamento de 2022, apresentado nesta terça-feira (31) pelo Ministério da Economia.

No entanto, essa é apenas mais uma fase das tratativas sobre o tamanho do fundo de financiamento das campanhas. O Congresso tem o poder de remanejar o dinheiro na proposta de Orçamento e, com isso, destinar mais recursos para o caixa dos partidos no ano eleitoral.

O uso de dinheiro público para financiar campanhas eleitorais opõe grupos de sustentação de Bolsonaro. Para a base ideológica, ele precisa sinalizar contra o fundo. Ao centrão, coalizão de partidos que passou a integrar a base do governo após a liberação de cargos e emendas, o presidente precisa garantir recursos para a eleição.

O valor de R$ 2,1 bilhões proposto no Orçamento de 2022 apenas corrige o tamanho do fundo de anos anteriores pela inflação, como queria a equipe do ministro Paulo Guedes (Economia).

O número, porém, contraria as expectativas do Congresso. Líderes partidários querem insistir no valor de R$ 5,7 bilhões ou de, pelo menos, R$ 4 bilhões.

Para sustentar uma ampliação tão significativa no fundo, partidos políticos argumentam que a eleição de 2022 demanda mais dinheiro, pois há um número maior de candidatos.

Além disso, caciques partidários argumentam que o aumento do fundo eleitoral seria bancado com emendas parlamentares –instrumento para que deputados e senadores coloquem verba em programas e projetos de seu interesse.

O projeto de Orçamento de 2022 prevê R$ 16,2 bilhões em emendas, mas esse valor deve subir.

Hoje existem quatro tipos de emendas: as individuais (que todo deputado e senador tem direito), as de bancada (parlamentares de cada estado definem prioridades para a região), as de comissão (definida por integrantes dos colegiados do Congresso) e as do relator (criadas por congressistas influentes a partir de 2020 para beneficiar seus redutos eleitorais).

O governo reservou R$ 10,5 bilhões para emendas individuais em 2022. Para as de bancada, são R$ 5,7 bilhões.

Ainda não há na proposta de Orçamento um valor reservado para os outros dois tipos de emendas parlamentares, pois geralmente elas ganham corpo durante a discussão dos gastos para o próximo ano.

Nos últimos anos, o Congresso tem conseguido elevar o volume de emendas para o patamar de R$ 35 bilhões, principalmente por causa das emendas de relator.

No debate para o Orçamento de 2022, líderes do Congresso querem insistir no controle de mais verba federal em ano de eleição, mas avaliam mudanças no mecanismo que tem sido criticado por órgãos de controle por falta de transparência.

No governo de Jair Bolsonaro, a engenharia para que congressistas tenham mais espaço no Orçamento ganhou um novo dispositivo, as chamadas emendas de relator. Isso permitiu que, desde o ano passado, deputados e senadores com mais poder político e, geralmente, articulação com o governo consigam destinar mais dinheiro para obras e projetos em suas bases eleitorais.

O TCU (Tribunal de Contas da União) quer mais transparência nesses gastos.

Para evitar desgaste, governistas defendem mudanças nesse mecanismo, pelo qual valores bilionários são rateados entre vários congressistas a depender dos acordos políticos firmados.

O governo Bolsonaro chegou a anunciar que vetaria a possibilidade de criação de emendas de relator em 2022. No entanto, o presidente recuou após articulação de integrantes do centrão.

Notícias relacionadas

Empréstimos são necessários para obras de infraestrutura, diz Cidade

Lula tem 39% e Flávio Bolsonaro 33% em sondagem de primeiro turno

Farra das emendas: dinheiro para parlamentares soma R$ 47,1 bilhões

Omar defende hospitais no interior para reduzir viagens a Manaus

Arthur Neto defende saúde inclusiva e melhor assistência a pessoas com TEA

Assuntos congresso nacional, Fundo Eleitoral, Jair Bolsonaro
Redação 31 de agosto de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
1 Comment
  • Carlos Paiva disse:
    1 de setembro de 2021 às 09:51

    Esse fundo eleitoral é uma verdadeira aberração. Usar verbas dos impostos do povo brasileiro para financiar políticos! inclusive àqueles que esse povo não vai escolher como seus representantes! Isso, é um verdadeiro tapa na cara do eleitorado brasileiro.

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Plenário do Senado
Política

Cada senador rende R$ 9,1 milhões do fundo eleitoral aos partidos

25 de agosto de 2026
Câmara dos Deputados
Política

Farra das emendas: ministro anula recursos de políticos sem mandato

25 de agosto de 2026
Plenário do STF
Política

STF marca para setembro retomada do julgamento da Lei da Ficha Limpa

22 de agosto de 2026
carlos e jair bolsonaro
Política

Moraes autoriza que Jair Bolsonaro volte a receber visitas dos filhos 02 e 04

21 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?