O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Bolsonarismo perde força nas ruas e nas mídias sociais, mostra estudo

14 de dezembro de 2025 Política
Compartilhar
Ex-presidente Jair Bolsonaro
Ex-presidente Jair Bolsonaro no dia 13 de setembro de 2025: condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, está preso na PF (Foto: Gustavo Moreno/STF)
Agência Pública selo
Por Dyepeson Martins, da Agência Pública

SÃO PAULO – Ruas abarrotadas de camisas verde-amarelas e bandeiras do Brasil já não descrevem as atuais manifestações em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A ameaça de correligionários de que o Brasil iria “parar”, caso o principal líder da ultradireita no país fosse preso, não se concretizou e, após a prisão, a maioria dos atos foram discretos e isolados. É nesse contexto em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se coloca como indicado pelo pai para as eleições de 2026 – assumindo a responsabilidade de contornar uma crise na imagem do próprio bolsonarismo.

A pré-candidatura de Flávio à Presidência da República foi confirmada em nota assinada pelo presidente do PL, Valdemar da Costa Neto. A escolha do sucessor veio do próprio Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e três meses em regime fechado, na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, por tentativa de golpe de Estado, que culminou nos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. A decisão é tratada como “blefe” por membros do Centrão.

A falta de apoio de Flávio vai além dos colegas parlamentares e as ruas traduzem o que seria a crise enfrentada pelo bolsonarismo, que o senador agora herda. A Agência Pública obteve um mapeamento exclusivo da frequência de manifestações bolsonaristas no Brasil desde 2018, feito por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo), que revelam o tamanho do desafio do filho “01” do ex-presidente. 

No último ano pré-eleitoral disputado por Jair Bolsonaro, 769 atos foram registrados no Brasil, enquanto ao longo de 2025, mesmo com a prisão do ex-presidente, apenas 41 manifestações ganharam as ruas. Mesmo com um apoio quase 19 vezes maior à época, o candidato do PL saiu derrotado nas eleições contra o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição em 2026.

A pesquisa utilizou dados da Armed Conflict Location & Event Data (ACLED), organização internacional que monitora conflitos, e fornece dados em tempo real sobre violência política e protestos no mundo. “Essa base disponibiliza os dados além do fator dia em que aconteceu o protesto, também a localidade, a cidade e, principalmente, uma variável mais qualitativa, descritiva, dizendo o que aconteceu”, explicou a autora, a cientista política e pesquisadora do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), Lilian Sendretti.

Bolsonaro em 8 de setembro de 2021: auge do bolsonarismo e apoio popular (Foto: Alan Santos/PR)

Segundo o estudo, em 2019, primeiro ano de governo Bolsonaro, 354 manifestações de rua foram realizadas em apoio ao nome e pautas do ex-presidente, com grau “alto” de mobilização popular. O auge da força do bolsonarismo nas ruas se deu em 2022, ano eleitoral, com 1.822 atos, e se estendeu pelos primeiros 8 dias de 2023, com 46 protestos contra o resultado das eleições, que culminaram com a depredação dos prédios dos Três Poderes em nome de uma intervenção militar. Após o 8 de janeiro, a frequência de manifestações caiu acentuadamente, registrando 62 atos no restante do ano.

Em comparação a 2022, os atos contabilizados em 2025 representam queda de 97,75%. Além da quantidade, também houve perda de grau de mobilização. Segundo a pesquisa, desde janeiro de 2025, 41 atos bolsonaristas foram registrados no Brasil. Os movimentos foram classificados na pesquisa com grau “baixo” de adesão. Um exemplo foi a “Marcha pela Liberdade”, em 30 de novembro, cinco dias após a prisão de Jair Bolsonaro, exigindo a libertação do ex-chefe do Executivo e a anistia dos condenados pelos atos golpistas do 8/1. O ato reuniu 130 manifestantes em Brasília.

Crise de imagem e projeto de poder

Bolsonaro é tratado por alguns correligionários como uma “máquina de transferir votos”, como já reiterou o presidente do PL. No entanto, Flávio, caso se estabeleça na disputa ao Planalto, lidará com a imagem de um Bolsonaro bem diferente da lógica do macho imbatível construída em 2018, o que dificultaria uma possível transferência de apoio.

O advogado Paulo Cunha Bueno, por exemplo, afirmou que Bolsonaro hoje tem “saúde fragilizada”; já o filho “03”, o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), declarou, aos prantos, que o pai vive com a “saúde emocional sendo desgastada”.

Jair Bolsonaro com os filho: sigilo de cem anos sobre acesso ao Planalto (Foto: Rafael Carvalho/ Divulgação)
O então presidente Jair Bolsonaro com os filho: herdeiros do bolsonarismo, mas sem apoio popular (Foto: Rafael Carvalho/Divulgação)

O professor do Departamento de Ciência Política da USP Sérgio Simoni Junior lembrou que apesar de imagens expondo condições de saúde de Bolsonaro repercutirem desde setembro de 2018, quando ele foi esfaqueado durante um ato da campanha, a narrativa então era a de equilíbrio de um “homem forte” disposto a enfrentar o sistema. “Fica pendente o lado da oferta e organização do líder. Você tem essa demanda do eleitorado, mas ela não é automática, ela não vai desaguar em alguém específico. É preciso construir isso”.

Na compreensão da pesquisadora Lilian Sendretti, houve mudanças significativas nas abordagens sobre Bolsonaro através de uma transformação da “construção de força para a construção de fragilidade”. Essa fragilização, segundo a cientista, se acentua diante da inelegibilidade do ex-presidente. Ele estava inelegível até 2030 após ser condenado pela Justiça Eleitoral por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação nas Eleições de 2022. Todavia, após a condenação no STF, a inelegibilidade pode durar até 2060 por conta da suspensão dos direitos políticos. . “Há uma crise de força simbólica, do que esse líder representa para a própria base, e uma crise no sentido de força política”.

O desafio da família Bolsonaro de se manter coerente e da evidente falta de apoio nas ruas, se somam à tentativa de não perder a imagem de defensores “da família”, mesmo com rachaduras públicas. A sucessão do patriarca e o posicionamento quanto às eleições de 2026 envolvem tensão entre os filhos, aliados e a esposa de Bolsonaro, Michelle.

O professor titular do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), Luís Felipe Miguel, avalia que a família tem foco estratégico mais voltado à permanência no poder do que na continuação de uma estrutura ideológica baseada no ultraconservadorismo. Isso levaria ao enfraquecimento de uma “autoridade moral”. “Ele [Bolsonaro] opera numa lógica de clã. Primeiro vem ele, depois a família, depois aqueles que são os seus agregados. A relação dele com as lideranças políticas que o seguem é sempre algo com pé atrás, com medo de ser traído”, observou Miguel.

Um exemplo recente das divergências entre os membros do clã Bolsonaro foi a crítica da ex-primeira-dama ao deputado federal André Fernandes (PL-CE) pela aliança do PL no Ceará com o ex-governador e presidenciável Ciro Gomes (PSDB). Michelle se manifestou publicamente dizendo respeitar os enteados, mas pensar diferente. “Como ficar feliz com o apoio à candidatura de um homem que xinga o meu marido o tempo todo de ladrão de galinha, de frouxo e tantos outros xingamentos? Como ser conivente com o apoio a uma raposa política que se diz orgulhoso por ter feito a petição que levou à inelegibilidade do meu marido e se diz satisfeito com a perseguição que ele tem sofrido?”, declarou.

Fernandes alega que a aproximação com Ciro Gomes foi estimulada pelo próprio ex-presidente. Ao comentar o caso, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse que a madrasta pôs o colega parlamentar em situação de “humilhação”.

Difícil de defender? Perda de apoio também afetou ambiente digital

A dificuldade em manter o apoio popular em torno do clã Bolsonaro também se apresenta no ambiente virtual. Entre o momento em que a prisão do ex-presidente foi decretada, em 22 de novembro, e a confirmação da decisão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal dois dias depois, o bolsonarismo voltou a exibir grande engajamento digital, mas o controle narrativo não se manteve, aponta um relatório do Instituto Democracia em Xeque.

Após compilar menções e assuntos relacionados ao ex-presidente no período da prisão, o instituto constatou aumento da discussão sobre o assunto, mas também uma mudança significativa no comportamento dos apoiadores de Bolsonaro após a divulgação do vídeo em que ele assume ter usado ferro de solda para violar a tornozeleira eletrônica que usava durante sua prisão domiciliar.

“Gerou um ponto de quebra no debate digital sobre a detenção de Bolsonaro, em que por um lado apoiadores moderados do ex-presidente silenciaram nas redes e, por outro, apoiadores mais fiéis tiveram dificuldades de unificar linhas narrativas e mensagens-chave”, destaca o relatório.

A violação do dispositivo foi o principal motivador do pedido de prisão preventiva solicitado pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. A defesa do ex-presidente justificou a violação por um “surto” que Bolsonaro teria sofrido devido ao uso de medicamentos.

Para o professor de departamento de comunicação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) e diretor de Metodologia e Inovação do Instituto Democracia em Xeque, Marcelo Alves dos Santos Junior, o movimento bolsonarista perdeu coesão e organização na formação de um bloco representativo da extrema direita e centro no Brasil.

“Bolsonaro historicamente se vendia como quem não pegaria covid pelo histórico de atleta. Então, essa questão do ‘homem macho’, essa performance se alinha com um movimento internacional. Se o argumento hoje vai na direção de enfraquecimento físico, enfraquecimento emocional, sobretudo, você tem um conflito muito grande”, ressaltou.

Notícias relacionadas

Promotores renunciam após MP pedir liberdade para vereadores e prefeito investigados

Conta de água ficará mais cara em Manaus e reajuste deve alcançar 6,74%

Zema nega negociação para ser vice de Flávio Bolsonaro em chapa para a Presidência

Relator do caso Master no TCU destinou R$ 42 milhões em emendas que sumiram

Moraes assume interinamente a presidência do STF com o recesso de Edson Fachin

Assuntos bolsonarismo, bolsonaristas, extrema direita, manchete
Cleber Oliveira 14 de dezembro de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Águas de Manaus
Dia a Dia

Conta de água ficará mais cara em Manaus e reajuste deve alcançar 6,74%

12 de janeiro de 2026
Militares em Pacaraima, na fronteira com a Venezuela: tensão com invasão pelos EUA (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Dia a Dia

Grupos armados são riscos para o Brasil com a invasão da Venezuela

12 de janeiro de 2026
Wagner Moura
Variedades

Wagner Moura leva o Globo de Ouro na categoria melhor ator de drama

12 de janeiro de 2026
Emilie Lesclaux e Kleber Mendonça Filho
Variedades

O Agente Secreto vence o Globo de Ouro na categoria melhor filme em língua não-inglesa

11 de janeiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?