O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Bolsa Família volta a ter fila de espera e corre risco de encolher

1 de outubro de 2019 Dia a Dia
Compartilhar
bolsa família cas
Bolsa Família é reconhecido internacionalmente como ação efetiva no combate à extrema pobreza no Brasil (Foto: Agência Brasil)
Por Thiago Resende, da Folhapress

BRASÍLIA – Após quase dois anos, o Bolsa Família voltou a ter fila de espera para quem deseja entrar no programa social que transfere renda para pessoas em situação de pobreza e de extrema pobreza.

A informação foi dada pelo ministro Osmar Terra (Cidadania) a integrantes da CMO (Comissão Mista de Orçamento) do Congresso durante reunião ocorrida há alguns dias.

“Conseguimos terminar com a fila. Agora está voltando a fila de novo em função da nossa dificuldade orçamentária”, disse o ministro.

Criado em 2004, no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Bolsa Família é o carro-chefe dos programas sociais do governo e atende a pessoas extremamente vulneráveis. A fila de espera se forma quando as respostas demoram mais de 45 dias.

O prazo vinha sendo cumprido desde agosto de 2017, quando Terra era ministro do Desenvolvimento Social (antiga pasta da Cidadania) de Michel Temer (MDB). Mas, por falta de recursos, o programa regrediu no governo de Jair Bolsonaro (PSL).

O Bolsa Família está funcionando no limite do orçamento para este ano. Até agosto foram gastos R$ 20,9 bilhões -uma média de R$ 2,6 bilhões por mês. Com esse ritmo, o dinheiro reservado -R$ 29,5 bilhões- pode não ser suficiente até o fim do ano.

Além disso, motivada pelo aperto nas contas públicas, a equipe econômica congelou cerca de R$ 1 bilhão, de um total de quase R$ 5 bilhões, para as atividades da pasta responsável pelo programa.

Procurado, o Ministério da Cidadania não respondeu os questionamentos feitos pela reportagem, como o número de pessoas que aguardam resposta e soluções para esse problema. A pasta só ressaltou que, antes de 2017, também havia filas. À época, a lista chegou a ter um milhão de pessoas.

A folha de pagamentos do programa flutua mensalmente segundo os processos de inclusão, exclusão e manutenção de famílias beneficiárias.

“Nos últimos meses, houve redução no número de inclusões de famílias”, reconheceu, em nota, o ministério.

O governo espera que isso seja normalizado com eventual melhora da economia e uma reestruturação em estudo.

Neste ano, a cobertura chegou a 14,3 milhões de famílias em maio; desde então, registra seguidas quedas -foram 13,5 milhões em setembro.

Podem receber o benefício famílias com renda mensal por pessoa de até R$ 89, ou de até R$ 178 se houver criança ou adolescente de até 17 anos. A média do valor recebido é de R$ 188,63, segundo dados de agosto. Quase metade das famílias está no Nordeste.

Diante das dificuldades, o Ministério da Cidadania estuda uma reformulação do programa de transferência de renda. O objetivo é atender ao grupo mais necessitado.

Técnicos trabalham, portanto, em mudanças na gestão do Bolsa Família e no processo de inclusão, exclusão e manutenção de beneficiários. Não há prazo para o anúncio da reestruturação.

O Palácio do Planalto precisa também correr para cumprir uma promessa de campanha: o 13º pagamento do Bolsa Família. É necessária uma mudança na lei do programa para que o pagamento extra. Isso deve ser feito por medida provisória, que passa a valer imediatamente.

O problema será remanejar dinheiro do Orçamento, que já está apertado, para cobrir o gasto extra de R$ 2,5 bilhões estimado. O governo assegura que o benefício será transferido em dezembro.

Sem reajuste neste ano, o pagamento extra é uma forma de compensar as perdas com a inflação. A última correção foi em maio do ano passado.

A penúria fiscal do Bolsa Família, porém, tende a continuar em 2020. O projeto de Orçamento elaborado por Bolsonaro prevê o mesmo montante que em 2019 (cerca de R$ 29,5 bilhões), o que não incluiu aumento do benefício pela inflação nem o 13º.

Isso interrompe uma sequência de alta nos recursos para o Bolsa Família.

A previsão do governo é atender a 13,2 milhões de famílias no próximo ano. Essa seria a menor cobertura do programa desde 2010, quando, em média, 12,8 milhões de casas foram beneficiadas.
Portanto, em 2020, o Bolsa Família deve recuar a patamares vistos dez anos antes.

O programa é reconhecido internacionalmente como uma ação efetiva no combate à pobreza e extrema pobreza no Brasil. Em maio, a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) recomendou que o país invista mais no Bolsa Família e aumente o limite de renda para que as pessoas se enquadrem no programa.

Para o economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social, o enfraquecimento do programa não compensa, pois o Estado poderá, por exemplo, ter mais custos com saúde. Além disso, essas famílias gastam todo o dinheiro, devolvendo os recursos para a economia.

Ele cita que, em 2015 e em 2017, quando não houve reajuste, a extrema pobreza subiu 23% e 17%. “Se a rede [de atendimento] vai retrair, a extrema pobreza vai subir. Nada mais direto do que isso”.

Neri avalia que, apesar de o 13º em 2019 representar um aumento acima da inflação do ano, a promessa de Bolsonaro acaba reduzindo a quantidade de famílias que poderiam ser incluídas pelo programa.

Para 2020, o Orçamento do Bolsa Família ainda não prevê o 13º. Técnicos do governo afirmam que, primeiro, precisam alterar a lei do programa.

Mas, ao elaborar o projeto orçamentário do próximo ano, a posição do governo foi diferente em relação à reforma da Previdência.

O governo também decidiu já considerar as benesses a militares das Forças Armadas, que foram dadas como contrapartida para que o grupo -aliado de Bolsonaro- participasse da reforma da Previdência.

Notícias relacionadas

Construção civil lidera em acidentes e mortes com rede elétrica no país

Caminhão perde freio e motorista fica ferido em acidente no Porto Chibatão

Prefeitura instala grelhas em sistema de drenagem para reduzir furtos

Violência doméstica: 2 a cada 3 mulheres foram agredidas mais de uma vez

Engenheiro será julgado em júri popular por morte de mototaxista em Manaus

Assuntos Bolsa Família, Extrema pobreza, saúde
Redação 1 de outubro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Alunos de Medicina em aula prática: formação vai além da avaliação teórica (Foto: Divulgação)
Saúde

Enamed é insuficiente para garantir medicina de qualidade; saiba porquê

28 de junho de 2026
Os vereadores garantem direito aos ex-atletas em competições, como lugares privilegiados e entrada gratuita (Foto: Dircom/Divulgação)
Política

Vereadores esvaziam recursos da saúde e turbinam para a cultura

17 de junho de 2026
Saúde

Envelhecimento encarece a saúde; saiba propostas para evitar aumento do custo

13 de junho de 2026
Dia a Dia

Comissão vai monitorar beneficiários do Bolsa Família em Manaus

5 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?