O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

BNDES adia socorro à Sete Brasil após empresa aparecer na Lava Jato

6 de fevereiro de 2015 Economia
Compartilhar
BNDES
O BNDES ficaria responsável por liberar US$ 3 bilhões e a Caixa Econômica Federal por US$ 1,5 bilhão à empresa fornecedora da Petrobras (Foto: Valmir Lima)

 

BRASÍLIA – O BNDES deixou para a próxima diretoria a decisão sobre a operação de socorro à Sete Brasil, uma das principais fornecedoras da Petrobras. Segundo fontes, isso ocorreu depois de a companhia ter sido citada em depoimento de delação premiada de Pedro José Barusco Filho, ex-gerente de engenharia da Petrobras e ex-diretor da Sete Brasil. Nesta quinta-feira, 5, documentos da delação tornaram-se públicos revelando esquemas de pagamento de propinas na companhia.

O fato de Barusco ter confirmado o pagamento de propinas pelos estaleiros para a empresa pode inviabilizar o empréstimo de longo prazo, na visão de alguns sócios do projeto. Se isso acontecer, a empresa não terá como honrar os compromissos e os cinco estaleiros contratados também ficarão em dificuldades. Dos cinco, três têm como sócios construtoras que já tinham sido citadas em outras fases da Lava Jato.

A aprovação do financiamento de longo prazo é vital para a Sete. Segundo alguns acionistas, em janeiro eles foram comunicados de que a Petrobras havia informado o cancelamento do contrato de compra de sete sondas caso o financiamento não fosse aprovado. Desta forma, o projeto ficaria inviabilizado, fazendo um efeito dominó de perdas para os fundos de pensão (Previ, Petros, Valia e Funcef), os bancos Bradesco, Santander e BTG Pactual, além de EIG Global Energy Partners, a Lakeshore e a Luce Venture Capital e o fundo FI-FGTS, todos sócios da Sete Brasil, que recebeu bilhões de reais de aportes. A própria Petrobras também é sócia da companhia.

Para tentar evitar esse efeito dominó, o governo fez pressão nos bancos públicos, tentando salvar não só a Sete, mas também evitando um agravamento ainda maior da crise da indústria naval, com impacto em toda a cadeia produtiva e a geração de empregos.

Pela configuração do financiamento que estava sendo negociado, o BNDES ficaria responsável por liberar US$ 3 bilhões, a Caixa Econômica Federal por US$ 1,5 bilhão e o banco inglês UK Export Finance, que financia exportações, com uma quantia inferior, em torno de US$ 200 milhões. Mas toda essa negociação dependia também da Petrobras e a renúncia coletiva da diretoria nesta semana prejudicou o andamento dessas negociações.

Segundo uma fonte próxima à Sete Brasil, as mudanças na diretoria da Petrobras travaram o processo para finalizar o contrato de financiamento, que estava previsto para ser fechado nesta semana. Os contratos da Sete com a Petrobras servem de garantia para os financiamentos da fornecedora junto aos bancos. Em nota, a empresa diz aguardar a posse da nova diretoria para concluir a operação.

Curto prazo

A Sete Brasil também está com dificuldades para honrar compromissos de curto prazo. Para resolver os problemas urgentes de caixa, também estava em negociação um empréstimo-ponte de R$ 800 milhões, que seria liberado pelo Banco do Brasil ou por um consórcio de bancos liderado pelo BB. No entanto, esse empréstimo também estava condicionado à aprovação do financiamento de longo prazo, que serviria de garantia para o empréstimo-ponte.

Na quinta-feira, 5, tornaram-se públicos os depoimentos do primeiro diretor de operações da companhia, Pedro José Barusco Filho, que fez acordo de delação premiada. Ele informou que, além da Petrobras, havia propinas no âmbito da Sete Brasil. Segundo o delator, de 1% sobre o valor dos contratos, a divisão se dava da seguinte forma: “2/3 para João Vaccari e 1/3 para ‘Casa 1’ e ‘Casa 2’”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

 

Notícias relacionadas

Feirão oferecerá 2 mil vagas de emprego em 25 empresas em Manaus

‘Mercosul-Europa’ pode expandir zonas francas, afirma embaixador

Ex-ministra diz que é possível rever gastos que não fazem mais sentido

Governo enviará MP ao Congresso para instituir o ‘Imposto do Pecado’

Finep financia projetos de tecnologia para melhorar pesca artesanal

Assuntos BNDES, Lava Jato, Petrobras, Sete Brasil
Valmir Lima 6 de fevereiro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Economia

Petrobras bate recorde de valor de mercado: R$ 800 bilhões

16 de outubro de 2026
Petrobras
Economia

Produção de petróleo e gás é recorde com investimento público

8 de outubro de 2026
Petrobras
Economia

Petrobras atinge recorde de valor de mercado após descoberta no Amapá

6 de outubro de 2026
Plataforma de exploração petrolífeca da Petrobras - Foto: Rafa Neddermeyer -Agência Brasil
Economia

Nova descoberta aumenta expectativa da Petrobras na Foz do Amazonas

3 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?