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Economia

Bioeconomia gera renda e melhora vida de comunidade da Ilha das Cinzas

12 de novembro de 2025 Economia
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Cosméticos produzidos a partir das amêndoas de muru-muru: matéria-prima da bioeconomia
Cosméticos produzidos a partir das amêndoas de muru-muru: matéria-prima da bioeconomia (Foto: Ataic/Divulgação)
Por Karla Spotorno, do Estadão Conteúdo

BELÉM – “Falar em bioeconomia é falar da vida das comunidades ribeirinhas”, disse o presidente da Ataic (Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas da Ilha das Cinzas), Francisco Malheiro. “Falar de bioeconomia é falar da nossa vida, de segurança alimentar, do nosso dia a dia”, afirmou Malheiro durante painel sobre o tema na Cas’Amazônia, em Belém, na manhã desta quarta-feira (12).

A Ataic é uma das 21 agroindústrias que fornecem manteigas, óleos e bioativos para a Natura. A fábrica na região marajoara produz a partir das amêndoas de muru-muru, andiroba e ucuuba.

“As sementes oleaginosas sempre estiveram nos territórios, mas não tinham valor agregado e acesso a mercado. Nos últimos dez anos, passaram a ser ofertadas”, disse Malheiro.

O extrativista contou que, quando esses ativos passaram a compor a renda das pessoas, houve um aumento grande na renda, nas casas das pessoas e, inclusive, um envolvimento de mais moradores da Ilha das Cinzas, uma área que compõem o arquipélago do Marajó no Pará.

Malheiro explica o processo de produção da comunidade ribeirinha precisa considerar o ritmo das marés ao longo do dia para definir quais atividades serão feitas. Da mesma forma, disse, é preciso respeitar a cultura tradicional e o modo de vida dos ribeirinhos ao pensar o modo de produção.

“O modelo produtivo precisa se encaixar na vida das pessoas. Construímos a primeira indústria em área privada”, afirmou o presidente da Ataic. A organização inaugurou, em maio, a primeira agroindústria com a energia de placas solares armazenada num sistema Bess (sigla em inglês para Battery Energy Storage System) conectado a um sistema de monitoramento remoto pela equipe da WEG na sede da empresa em Jaraguá do Sul (SC). A WEG e a Natura foram parceiras do projeto.

Presente no mesmo painel nesta manhã, o empresário Guilherme Leal, cofundador da Natura e da Dengo, afirmou que o tema da biodiversidade ingressou no universo da fabricante de cosméticos e produtos de higiene no fim dos anos 90. Foi quando os fundadores se questionaram onde a empresa queria chegar.

“Vamos ser uma cópia dos franceses, dos americanos, dos japoneses? Ou queremos ser algo original? Entendemos que o uso das riquezas na Amazônia, na Mata Atlântica poderia nos diferenciar e gerar prosperidade compartilhada nas comunidades que conservam essas florestas”, disse Leal. “Foi então que começamos a incorporar a biodiversidade brasileira e a investir fortemente nessa área para transformar a biodiversidade em bioeconomia”, afirmou Leal.

O empresário contou que o pioneirismo cobrou um preço. Lembrou que a empresa errou muito porque “não havia um mapa do caminho” nem legislação. “Por termos sido pioneiros, fomos penalizados, multados. Nossa única certeza é que em alguma coisa íamos errar. O único jeito de nos proteger era ser transparentes e chamar as pessoas para participar dessa construção”, diz.

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Assuntos Ataic, Belém, bioeconomia, Natura
Cleber Oliveira 12 de novembro de 2025
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