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Saúde

Aumento benigno da próstata pode ocorrer em 25% dos homens de 40 a 49 anos

26 de janeiro de 2022 Saúde
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aumento de prostata
Incidência do aumento de próstata faz com que especialistas alertem para os cuidados preventivos do homem (Foto: Divulgação)
Da Redação

MANAUS – O aumento benigno da próstata, conhecida como hiperplasia prostática benigna, pode atingir cerca de 25% dos homens na faixa etária de 40 a 49 anos. A incidência faz com que especialistas alertem para os cuidados preventivos do homem. Entre 70 e 80 anos, essa taxa chega a 80%. É o que explica o urologista Flávio Antunes.

O crescimento da próstata pode comprimir a uretra, diminuindo o seu calibre e dificultando ou impedindo a passagem da urina. De acordo com Flávio Antunes, o diagnóstico precoce da doença aumenta as chances de cura.

“A hiperplasia está relacionada com a idade e fatores genéticos, além da síndrome metabólica, como a diabetes, colesterol e triglicérides altos, sedentarismo e obesidade. Os sintomas estão relacionados com o ato de urinar”, pontua.

urologista Flávio Antunes
Flávio Antunes afirma que o homem deve começar a fazer os exames preventivos a partir dos 40 anos (Foto: Divulgação)

O urologista afirma que os sintomas são: dificuldade para urinar, aumento da frequência para urinar, tanto de dia quanto de noite, e urgência para urina. O volume e a força do fluxo urinário podem diminuir notavelmente e o líquido pode ficar gotejando ao final da micção. Antunes alerta que outro sinal de atenção é quando os homens apresentam infecções urinárias frequentes e até sangramento.

Segundo Flávio Antunes, o homem deve começar a fazer os exames preventivos a partir dos 40 anos. Exames de sangue, uréia e creatinina, que permitem avaliar a função renal; PSA (antígeno prostático específico), para facilitar a avaliação de possíveis tumores de próstata; urina tipo I para avaliar a presença de sangue ou infecção urinária e exames de imagem, como a ultrassonografia, são solicitados para diagnosticar a hiperplasia prostática benigna. Outro exame bastante usado é a fluxometria e em alguns casos o estudo urodinâmico.

Entre as consequências mais graves da doença, segundo Antunes, está a alteração da bexiga, levando a uma falência da função do órgão.

“Ela perde a habilidade de contrair, e isso sobrecarrega os rins. Em casos extremos, o paciente pode ter deficiência renal, necessitando de hemodiálise. Aos mínimos sintomas, o homem deve procurar o urologista para que a doença seja diagnosticada ainda no começo. A avaliação adequada vai fazer com que a técnica de tratamento seja eficaz no combate à hiperplasia prostática. Geralmente, o médico utiliza medicações ou opta pela cirugia”, explica o urologista.

De acordo com o médico, a grande desvantagem do uso da medicação é que ela não cura a doença. O medicamento apenas ameniza os sintomas, mas não cura. A cirurgia, nesse caso, pode ser a mais indicada.

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Assuntos aumento da próstata, exames preventivos, saúde, urologia
Redação 26 de janeiro de 2022
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