O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Releases

Artistas pintam gavião-real para divulgar projeto de conservação da espécie

30 de abril de 2018 Releases
Compartilhar

Da Redação

MANAUS – Artistas e pesquisadores se unem para reforçar as atividades de conservação da Harpia, conhecida como gavião-real, espécie ameaçada de extinção em todo o Brasil. O projeto Harpia de âmbito nacional, que nasceu no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/ MCTIC), recebeu a doação de 50 pinturas que retratam a mais imponente águia brasileira e a mais forte do mundo. As telas foram pintadas por artistas de várias partes do mundo do grupo Artists and Biologists United for Nature (Abun).

Com 20 anos de existência, o Projeto Harpia usará os recursos arrecadados com pinturas em diferentes técnicas em pesquisas e ações de conservação da espécie. O gavião-real ocorre nas Américas Central e do Sul, mas a maior população encontra-se na Amazônia. As principais ameaças são a caça e a perda de habitat pelo desmatamento e plantio de soja.

Para criar as pinturas, os artistas usaram fotos dos gaviões. Duas telas foram entregues na última quinta-feira (26) pela coordenadora do Abun na Amazônia, a bióloga Carolina Bertsch, à coordenadora do Projeto Harpia, a pesquisadora do Inpa Tânia Sanaiotti, e à pesquisadora do Programa de Capacitação Institucional (PCI/Inpa), Helena Aguiar. O restante está em arquivo digital.

Uma das telas, a maior, é da artista Kitty Harvill, idealizadora e coordenadora do Abun, foi premiada pela “Annual Artists For Conservation International Exhibition” da Associação“Artists for Conservation” (AFC), do Canada. A outra é de Bertsch, que também é bolsista PCI do Inpa.

A proposta da Abun é que as pinturas sejam reproduzidas em diversos materiais, como camisetas, bolsas e canecas. “Durante 90 dias, os quase 50 artistas de vários lugares do mundo se dedicaram ao gavião-real e produziram as suas obras voltadas para esta espécie ameaçada de extinção”, destacou Aguiar, doutora em Ecologia pelo Inpa.

Segundo Tânia Sanaiotti, para o Projeto Harpia é algo novo ter um trabalho voluntário de artistas que doam sua arte, tempo e criatividade em prol da conservação de espécies ameaçadas de extinção. Para a pesquisadora, esse é um caminho que pode adotado para outros grupos taxonômicos, como serpentes, quelônios e mamíferos.

Há pinturas a óleo, acrílico, nanquim, ponta de pena, aquarela que são fidedignas à cor, forma e comportamento do animal, mas também desenhos estilizados.  “Vestir uma camisa, carregar uma bolsa, ter um quadro ou uma caneca é antes de tudo um trabalho de sensibilização visual. Isso é um avanço para a pessoa gostar e defender a espécie ameaçada”, destaca Sanaiotti.

O projeto está trabalhando na captação de recursos junto a instituições a agências financiadoras. As artes não serão comercializadas de imediato. No segundo semestre o projeto definirá como serão reproduzidas as artes, como e onde serão vendidas. Algumas alternativas são vendas online em sites, nos eventos e congressos de conservação, além de espaços físicos de instituições e ONGs que já atuam nessa área.

“Estamos construindo os caminhos, porque, como pesquisadores, não temos expertise nessa área e não temos uma instituição jurídica para fazer isso. Queremos agregar pessoas especialistas nisso, que sabem produzir e vender”, disse Sanaiotti.

20 anos do Projeto Harpia

De acordo com a pesquisadora Tânia Sanaiotti, são realizados vários eventos comemorativos aos 20 anos do “Projeto Harpia”, que iniciou em 1997 como Programa de Conservação do Gavião-real. Ano passado, o projeto fez uma exposição comemorativa na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT/Inpa) e participou da última edição do Circuito da Ciência.

“Hoje o Projeto Harpia é um programa nacional envolvendo instituições e organizações dos vários biomas brasileiros, e atualmente se reestrutura para incluir os componentes in situ (conservação de recursos genéticos existentes em ecossistemas e habitats naturais) e ex-situ (conservação destes recursos genéticos fora do habitat natural)”, explica Sanaiotti.Além de ter obtido o apoio das comunidades na conservação da espécie, o projeto trabalha com monitoramento por satélite de ninhos e de aves para entender a dinâmica territorial da harpia.

Este ano o projeto já realizou exposições e palestras em várias regiões do país, participou de workshops em Foz do Iguaçu, Linhares, promoveu atividades junto aos grupos regionais de Rondônia e da Mata Atlântica. Também fez viagens de campo estimulando alunos das redes de Ensino Fundamental, Médio, Tecnológico e Acadêmicos de Biologia a se mobilizarem em prol da preservação de remanescentes florestais naquelas regiões onde a espécie permanece.

O gavião-real como predador de cadeia controla as populações. A sua alimentação preferida é à base de macacos, quatis, preguiças, tatus e porco espinho. A ave faz os ninhos nas árvores mais altas da floresta (média de 35 metros), acima do dossel. Isso garante ao animal caçar, posar nas árvores ao lado e ter uma visão privilegiada para proteger o filhote durante os seis meses em que ele não voa. Além de ouvir muito bem, a harpia enxerga oito vezes mais que o homem.

Um dos principais resultados do projeto é a identificação de mais de cem ninhos, na Amazônia, dos quais 40 são monitorados. Outro trabalho importante é realizado com as comunidades ribeirinhas que habitam no entorno das árvores com ninhos de gavião-real. A cada três anos, o casal volta a se reproduzir no mesmo ninho, feito geralmente em árvores de interesse madeireiro, como Angelim, castanheira, samaúma e jatobá.

Notícias relacionadas

Projeto ‘De Olho no Meu Bairro’ incentiva arte a partir do cotidiano

Pescador salva filhote fêmea de peixe-boi ferido por arpão durante caçada

Projeto no AM usa IA para analisar sementes e agilizar reflorestamento

Cientistas definirão em Manaus ações para enfrentar crise climática

Área queimada no país em 8 meses de 2025 é a quinta maior desde 2003

Assuntos Arte, Inpa
Redação 30 de abril de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Jovens em passeio de bicicleta na Avenida Beira Rio: cena do cotidiano nos bairros (Foto: Alonso Junior/Divulgação)
Variedades

Projeto ‘De Olho no Meu Bairro’ incentiva arte a partir do cotidiano

24 de junho de 2026
Segundo o Ipaam, o filhote de peixe-boi foi vítima de caça ilegal (Foto: Divulgação) (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

Pescador salva filhote fêmea de peixe-boi ferido por arpão durante caçada

24 de abril de 2026
Sementes são analisadas com tecnologia de inteligência artificial (Foto: Divulgação/Ufam)
Dia a Dia

Projeto no AM usa IA para analisar sementes e agilizar reflorestamento

17 de dezembro de 2025
Cientistas vão se reunir durante três dias no Inpa para definir ações na COP30 (Foto: Inpa/Divulgação)
Dia a Dia

Cientistas definirão em Manaus ações para enfrentar crise climática

16 de outubro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?