O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Arrecadação federal cai 30% em junho e é a pior para o mês em 16 anos

23 de julho de 2020 Economia
Compartilhar
Juiz determinou que a Receita Federal e a Caixa sejam notificadas da decisão para cumpri-la em 48 horas, sob pena de multa de R$ 5 mil por dia (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Receita Federal informou que junho foi o quinto mês seguido de retração (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Por Thiago Resende e Larissa Garcia, da Folhapress

BRASÍLIA – Ainda com impacto da crise econômica causada pelo coronavírus, a arrecadação federal caiu 29,59% em junho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou o Ministério da Economia nesta quinta-feira, 23. O tombo já desconta a inflação no período.

O resultado do mês, que ficou em R$ 86,25 bilhões, o pior para o mês dos últimos 16 anos, segue a tendência de baixa registrada em maio (- 32,92%) e abril (- 28,95%) na comparação com 2019.

Junho, portanto, foi quinto mês seguido de retração nas receitas, agravando o cenário de déficit das contas públicas em 2020 e indicando retração da atividade no fim do primeiro semestre.

Em relação a maio, junho apresentou alta de 11,13% nas receitas. “A melhora na arrecadação entre maio e junho se deu por conta do recolhimento do come-cotas, que é feito em junho e dezembro, e do pagamento do imposto de renda, que tinha sido prorrogado para 30 de junho”, explicou o chefe do Centro de Estudos Tributários da Receita Federal, Claudemir Malaquias.

A maior diferença de arrecadação no semestre foi em combustíveis, com queda de mais de 50% em relação ao mesmo período do ano passado. Alimentação gerou 39,6% menos receitas para o governo e fabricação de veículos, 31,81%.

Em simulação da Receita, o adiamento do pagamento de tributos em razão da pandemia representou 58,4% da redução das receitas do governo em junho.

Outros fatores, como o tombo da atividade econômica, foram equivalentes a 34,9% e a alíquota de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de operações de crédito zerada, 6,7%.

A simulação foi feita usando como base a arrecadação de 2019.

Como parte do discurso de que a economia começa a reagir, o governo chegou a divulgar que país registrou R$ 23,9 bilhões de vendas com notas fiscais eletrônicas em junho -alta de 10,3% em relação ao ano anterior.

Termômetro para o desempenho da atividade, a arrecadação federal, porém, continua apontando para uma deterioração da economia por causa da pandemia e medidas adotadas para socorrer empresas, como o adiamento de da cobrança de impostos.

Dados preliminares da Receita Federal aos quais a Folha teve acesso já indicavam que os recolhimentos administrados pelo Fisco, incluindo as contribuições previdenciárias, somaram aproximadamente R$ 84 bilhões em junho. No mesmo mês do ano passado, foram cerca de R$ 119 bilhões -dado corrigido pela inflação. Portanto, uma queda perto de 30%.

Procurada para comentar sobre os dados apurados, antes da divulgação das informações oficiais na tarde desta quinta-feira, a Receita não havia comentado.

O número divulgado pelo governo nesta quinta também considerou a arrecadação feita por outros órgãos da administração pública, mas o peso desses tributos geralmente é baixo e tem pouco efeito sobre o tombo.

Em maio, a arrecadação da Receita (que não inclui recolhimento de outros órgãos) foi de R$ 76 bilhões. Apesar da recuperação em junho frente a maio, os recolhimentos ainda estão bem abaixo na comparação com 2019.

Sobre as sucessivas retrações na arrecadação, o governo tem afirmado que ainda há impacto da alteração do prazo de recolhimento dos impostos.

Além da queda da atividade econômica trazida pela pandemia, a arrecadação federal também teve impacto do adiamento da cobrança de tributos por parte do governo como forma de aliviar o caixa das empresas diante da crise do coronavírus.

Cobranças para MEI (microempreendedor individual) e para o regime geral do Simples Nacional (como o IRPJ, o IPI, a CSLL, a Cofins, a contribuição previdenciária) que venceriam em abril, maio e junho foram postergadas para outubro, novembro e dezembro. Após a suspensão, os valores precisarão ser quitados pelas empresas conforme cronograma do governo.

Além disso, o governo cortou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre operações de crédito no período da pandemia.

Janeiro foi até agora o único mês com aumento da arrecadação em relação ao mesmo mês do ano passado, de 4,69%. Em fevereiro e março, houve queda de 2,71% e 3,32% (respectivamente).

Em abril, com os efeitos da pandemia, começaram as quedas de dois dígitos. Naquele mês, houve retração de 28,95% contra um ano antes e, em maio, de 32,92%.

Além do tombo na arrecadação, o governo registra neste ano uma forte expansão dos gastos públicos em função de medidas adotadas durante a pandemia da Covid-19, como a criação do auxílio emergencial e do benefício para compensar a redução na renda de trabalhadores que tiveram salários temporariamente cortados ou contratos suspensos.

No acumulado do ano, foram arrecadados 665,9 bilhões, queda real (com inflação descontada) de 14,71% em relação aos seis primeiros meses do ano passado.

Relatório divulgado nesta quarta-feira, 22, pelo Ministério da Economia estima que o déficit nas contas da União deverá encerrar o ano em R$ 787 bilhões.

De acordo com o secretário do Tesouro, Bruno Funchal, esse dado poderá superar R$ 800 bilhões.

“O desafio fiscal já era grande, e aumentou significativamente por conta das ações para o enfrentamento da pandemia”, disse.

Notícias relacionadas

Estudo sobre terras raras identifica reservas minerais na Amazônia

Conab e BNDES divulgam resultado de chamada para o Amazônia Viva

Titulares de cartórios têm maior patrimônio médio declarado à Receita

Governo lança Desenrola MEI para renegociar R$ 12,4 bilhões em dívidas

Consulta ao cashback do IR estará disponível a partir do dia 8

Assuntos arrecadação, arrecadação de impostos, Receita Federal
Valmir Lima 23 de julho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Titulares de cratórios têm maior patrimônio médio no Brasil (Imagem ilustrativa/Google)
Economia

Titulares de cartórios têm maior patrimônio médio declarado à Receita

3 de julho de 2026
Receita Federal libera consulta a lote residual do Imposto de Renda (Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)
Economia

Consulta ao cashback do IR estará disponível a partir do dia 8

3 de julho de 2026
Juiz determinou que a Receita Federal e a Caixa sejam notificadas da decisão para cumpri-la em 48 horas, sob pena de multa de R$ 5 mil por dia (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Economia

Novo CNPJ, com letras e números, será emitido a partir do dia 31

3 de julho de 2026
suframa
Economia

Vice-governador diz que é equivocada análise sobre PIS/Cofins na ZFM

2 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?