
Do ATUAL
MANAUS – A área atingida por seca no Amazonas entre janeiro e fevereiro de 2023 foi menor. Era de 63% em dezembro de 2022 e agora é de 56%. É a menor área desde a entrada do estado no Mapa do Monitor da Seca, elaborado pela ANA (Agência Nacional de Águas).
A ANA atribui às chuvas acima da média em fevereiro a atenuação da seca no centro do estado, que passou de moderadamente (S1) para fraca (S0). Também foi menor a seca moderadamente (S1) no oeste do estado e da seca fraca (S0) no leste. Os impactos são de curto e longo prazo no sudoeste e sudeste, e de curto prazo (C) nas demais áreas.
A agência registrou, conforme a gravidade, que os efeitos da seca grave caíram de 4% para 3% no estado e da moderada também recuou, de 21% para 15%.

Em outros estados do Norte, a área de estiagem foi maior. Em Rondônia, a extensão de terra atingida passou de 70% para 76%. Também aumentou a área com seca moderada, de 16% para 19%. Essa é a condição mais severa de seca no estado desde o ano passado.
No Tocantins, a faixa de terra com seca aumentou de 19% para 27%. A estiagem se manteve estável no estado, sem efeitos severos.
A pior situação foi no Acre, que sofreu com a seca entre janeiro e fevereiro e enfrenta chuvas intensas desde março. Segundo a ANA, 100% do estado estavam em situação de seca. Os efeitos graves da seca caíram de 17% para 2%. É a melhor condição do estado no Mapa do Monitor da Seca desde 2022.

