O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Aprovação da reforma tributária com votos do PL foi derrota para Bolsonaro

7 de julho de 2023 Política
Compartilhar
Jair Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro sofreu derrota na aprovação da reforma tributária (Foto: Clauber Cleber Caetano/PR)
Por Ranier Bragon e Marianna Holanda, da Folhapress

BRASÍLIA – A acachapante aprovação da reforma tributária na Câmara na noite desta quinta-feira (6) representou a primeira grande derrota de Jair Bolsonaro (PL) como líder da oposição em um cenário em que mediu forças contra dois principais aliados quando presidente: Arthur Lira (PP-AL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos).

O texto foi aprovado em dois turnos, sendo 382 votos a favor na primeira etapa de votação e 375 na segunda, incluindo 20 do próprio PL.

Desde que foi derrotado por Lula (PT) em outubro do ano passado, o ex-presidente passou por momentos de recolhimento e depressão durante a transição, partiu no final de dezembro para uma viagem aos EUA que durou 89 dias e, no último dia 30, acabou se tornando inelegível até 2030 por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Em toda a sua carreira política, que se iniciou no final dos anos 80, como vereador no Rio de Janeiro, Bolsonaro sempre esteve alheio às grandes articulações partidárias, mesmo quando foi eleito presidente da República.

Sua vitória, em 2018, se deu pelo então nanico PSL, em um cenário de antipolítica e de direita que varreu os candidatos bancados pelos grandes partidos.

Bolsonaro logo rompeu com a sigla (hoje União Brasil, fruto da fusão com o DEM) e tentou montar sua própria, a Aliança pelo Brasil, mas o projeto acabou em fracasso.

Durante seu governo, o presidente também falhou na tentativa de montagem de uma base de apoio no Congresso formada pela articulação com as frentes parlamentares, não com os partidos.
Ele só conseguiu uma base de apoio sólida quando se aliou ao centrão de Lira, em 2020, e pavimentou o caminho que levaria o deputado à presidência da Câmara, em 2021.

Na discussão da atual reforma tributária, o ex-mandatário rechaçou inteiramente o texto e defendeu, ao menos, o adiamento para ampliar as discussões.

Mais ainda, Bolsonaro elegeu a pauta como prioritária no embate político com o governo Lula. Soltou duas notas públicas contra o texto, reuniu parlamentares e batalhou para que o partido se posicionasse contra o texto.

O primeiro comunicado chamava a proposta de “reforma do PT” e dizia que era um “verdadeiro soco no estômago dos mais pobres”. No segundo, disse que Lula se reúne com o Foro de São Paulo e não pode apoiar o PT em nada.

“Nos roubar a liberdade e nos escravizar é sua meta. Do exposto, a todos aqueles que se elegeram com nossas bandeiras de ‘Deus, Pátria, Família e Liberdade’, peço que votem contra a PEC da Reforma Tributária”, afirmou.

Na votação, os 20 deputados do PL que não seguiram a recomendação do ex-presidente vem, na maior parte, do Nordeste e integram o centrão, não o chamado “bolsonarismo raiz”.

A pressão do ex-presidente, embora não tenha surtido o efeito de levar o PL em bloco contra a reforma, diminuiu o número que o próprio presidente do partido, Valdemar Costa Neto, avaliava que apoiaria a proposta: cerca de 30 parlamentares.

Apesar do resultado, aliados rechaçam a pecha de derrota: dizem que Bolsonaro se propôs a fazer oposição ao texto e se recolocar no cenário político, na semana seguinte à sua declaração de inelegibilidade, o que representaria um sinal de que ele não pretende abandonar a arena política.
Além disso, pontuam, a reforma foi encabeçada por Lira.

O presidente da Câmara chegou a dizer nesta quinta que mandou mensagem sobre o tema para Bolsonaro, mas disse não ter tido resposta até o final da tarde.

Fato é que a reforma tributária rachou a direita pela primeira vez desde que o ex-presidente deixou o Planalto, colocando, nesse caso, Bolsonaro e Tarcísio em campos opostos.

O governador de São Paulo tem sido frequentemente apontado como herdeiro do bolsonarismo, em decorrência da inelegibilidade do ex-presidente.

Tarcísio teve uma reunião com o ex-presidente na manhã de quinta para tentar convencê-lo a mudar de ideia e, segundo relatos, Bolsonaro ficou magoado com o aliado, embora tenha dito que entende o posicionamento do seu ex-ministro, por ser governador hoje.

O ponto alto da tensão ocorreu na reunião interna do partido, quando Tarcísio tentou “virar votos” e foi hostilizado, mal conseguindo falar no trecho gravado que acabou vindo a público.

Bolsonaro chegou a interromper o discurso de Tarcísio, quando seu ex-ministro defendia a participação da direita na reforma tributária, afirmando que “se o PL estiver unido, não aprova nada” -nessa hora, ele recebeu aplausos de seus correligionários.

O ex-ministro e deputado federal Ricardo Salles (SP) chegou a dizer que Tarcísio não representaria a direita. Na mesma esteira, o governador acabou virando alvo da artilharia bolsonarista.

Apesar do estremecimento, Tarcísio e Bolsonaro chegaram a se falar de novo e a situação já estava mais tranquila, segundo disseram aliados na noite desta quinta.

Valdemar Costa Neto também procurou minimizar o atrito entre o governador e o ex-presidente. “O Bolsonaro gosta muito do Tarcísio, e o Tarcísio fez um favor para nós de ter ido para reunião que ele não tinha programado”, disse à reportagem.

Notícias relacionadas

Cresce número de brasileiros que se declaram de direita, mostra pesquisa Datafolha

Conselheiro defende que empresas que apoiaram a ditadura reponham indenização

Brasileiro prefere pagar menos impostos do que ter serviço público gratuito

Canadá tem eleitorado brasileiro mais jovem; Japão concentra idosos

Saiba as proibições a agentes públicos que estão valendo no ‘defeso eleitoral’

Assuntos Bolsonaro, derrota, Lula, Tarcísio Freitas
Murilo Rodrigues 7 de julho de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Presidente Lula em helicóptero sobrevoa obra de túnel (Foto: Ricardo Stuckert / PR)
Política

Lula inaugura túnel de transposição de água e diz que obra é sonho de retirantes

2 de julho de 2026
Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala de Estado (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
Política

PGR recomenda manter Bolsonaro em prisão domiciliar

1 de julho de 2026
Venezuela
Política

Lula anuncia envio de bombeiros e medicamentos para a Venezuela

25 de junho de 2026
Política

Datafolha: Flávio Bolsonaro é rejeitado por 48% dos eleitores; Lula, por 46%

20 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?