O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Apetite chinês por agro brasileiro vai além da soja e se diversifica em 10 anos

10 de janeiro de 2019 Economia
Compartilhar
Por Mauro Zafalon, Da Folhapress

SÃO PAULO – Cresce rapidamente a diversificação das importações chinesas de produtos agropecuários brasileiros. As compras do país asiático, quase sempre concentradas em soja, hoje já têm boa participação também em outros itens da agropecuária.

Há uma década, as carnes brasileiras estavam fora do radar dos chineses. Em 2018, eles ficaram com quase um quinto dessas proteínas exportadas pelo Brasil. O apetite da China é tão grande que o País já é líder na compra de carnes bovina e suína. No caso da carne de frango, eles se aproximam da líder Arábia Saudita.

Embora o presidente Jair Bolsonaro não veja com bons olhos o potencial de investimento da China nas empresas brasileiras, essa voracidade dos chineses é positiva para o agronegócio brasileiro. O algodão também passou a ser objeto de desejo deles. Em 2008, eles compravam 3% da fibra exportada pelo Brasil. No ano passado, o volume chegou a 28%.

A cotonicultura cresce muito no Brasil. O país eleva a produtividade e aumenta o volume produzido. Os chineses, que já vêm intensificando as compras do produto brasileiro, avisaram que também estão interessados na produção futura de algodão.

A China aumenta, ainda, a participação na celulose brasileira. A produção interna cresce, e o volume fornecido pelo país sobe ano a ano. Em 2018, os chineses ficaram com 42% da vendas feitas pelo Brasil desse produto. A soja está na liderança das exportações brasileiras, e 82% do produto comercializado externamente foi para a China no ano passado.

A compra de óleo de soja pelos chineses, porém, é bem menor hoje do que há uma década.

Em 2008, os chineses importaram o correspondente a US$ 830 milhões em óleo de soja do Brasil. No ano passado, foram apenas US$ 163 milhões (R$ 602 milhões). Com isso, o Brasil diminui a industrialização da soja. O Brasil ganha espaço, embora timidamente, no açúcar e no café. A China vem impondo uma taxa elevada para as importações de açúcar.

O resultado foi um recuo nas vendas do produto para apenas US$ 218 milhões no ano passado. Em 2016, chegaram a gastar US$ 824 milhões. As exportações brasileiras de café, produto que começa a ser apreciado pelos chineses, ficaram em apenas US$ 44 milhões no ano passado.

A menos que os chineses façam com o café o que fazem com a soja –importam o grão para processamento interno–, as exportações brasileiras dessa bebida vão sempre ser restritas. Isso porque o Brasil não desenvolveu, até agora, indústrias de café com fôlego para exportar o produto torrado e moído. A presença das tradicionais cafeterias internacionais será cada vez maior no gigante asiático.

Notícias relacionadas

Indústria do chocolate cresce no Brasil e movimenta R$ 42,5 bilhões

EUA fazem audiência para discutir tarifa de 25% sobre produtos do Brasil

Passagens aéreas registram aumento de 11,2% em maio

Governo entra na disputa por negócio bilionário do mercado espacial

Estudo sobre terras raras identifica reservas minerais na Amazônia

Assuntos Agropecuária, Soja
Redação 10 de janeiro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Trabalhadores da agricultura querem custo menor para produção de alimentos (Foto: Embrapa/Divulgação)
Economia

Mulheres comandam produção em duas de cada 10 propriedades rurais

30 de junho de 2026
Solenidade de lançamento do Plano Safra empresarial: ausência da bancada da agropecuária (Foto: Valter Campanato/ABr)
Política

Frente da Agropecuária não comparece ao lançamento de Plano Safra empresarial

30 de junho de 2026
Processamento de carne bovina: Brasil bateu recorde de exportação em 2025 (Imagem: YouTube/Reprodução)
Economia

Exportações do agronegócio atingiram R$ 81,6 bilhões em maio

12 de junho de 2026
Economia

Economia brasileira cresce no 1º trimestre puxada pela agropecuária

29 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?