O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Variedades

Amor lésbico em ‘O Chão sob Meus Pés’ detona os clichês de modo sutil

18 de outubro de 2020 Variedades
Compartilhar
O chão sob meus pés
Cena de “O Chão sob Meus Pés”, disponível no Now e Vivo Play (Foto: Reprodução)
Por Marcella Franco, da Folhapress

SÃO PAULO – Disponível nos serviços de streaming Now e Vivo Play, o longa austríaco “O Chão sob Meus Pés” trabalha com a quebra de estereótipos. Não é um diferencial inédito no cinema, mas vira vantagem ao fazer essa quebra de maneira sempre sutil, sem grandes alardes.

Valerie Pachner interpreta Lola, uma mulher na casa dos 30 anos que trabalha como consultora financeira. A exemplo do que às vezes acontece com profissionais do ramo, Lola está sobrecarregada, esgotada e parece forte candidata à síndrome de burnout.

Além da carreira, ela lida ainda com a irmã Cornelia, diagnosticada com esquizofrenia e internada num hospital psiquiátrico. E Conny não é a única mulher da família a enfrentar problemas dessa natureza –a mãe delas também sofria de transtornos mentais, e as duas cresceram órfãs.

Diante desse histórico, é natural que Lola tenha medo de seguir pelo mesmo caminho. E tudo indica ser mesmo uma possibilidade quando ela começa a receber telefonemas de um número anônimo, supostamente feitos por Conny de dentro da instituição em que se encontra. Lola se questiona se as ligações são reais ou alucinação.

A diretora Marie Kreutzer, que já havia posto sua protagonista num universo profissional em grande parte masculino sem precisar eliminar sua feminilidade, quebra, então, as expectativas mais uma vez. O foco agora é a progressão da tensão na trama.

Assim, o que poderia se transformar num terror barato, se mostra uma armadilha habilmente construída só para confundir –e obviamente manter cativo– o espectador. A cena em que o elevador de Lola desce ao subsolo é um resumo dessa opção de Kreutzer, porque insinua uma condução que acaba nunca acontecendo.

Lola mantém um relacionamento com sua chefe Elise, vivida por Mavie Hörbiger. Quando, na metade do drama, ela descobre os problemas que Lola enfrenta além do escritório, não é só o namoro que estremece. A performance e a reputação da jovem também estarão em risco.

Pachner conduz com segurança sua personagem, mantendo constantemente uma expressão de angústia sem exageros. Sua construção desenha com elegância uma mulher que não relaxa nunca e que até na hora de fazer exercícios físicos se demonstra tensa.

A intimidade e o sexo do filme também fogem do estereótipo –e é só no amor junto com Elise que Lola encontra algum tipo de calma. Em cenas realísticas, porém sem qualquer fetiche da cama lésbica, Kreutzer marca mais um gol para o filme.

No entanto, quando Lola entrega enfim um projeto no qual vem trabalhando desde o início da trama, a fita acelera desproporcionalmente em relação ao resto do roteiro. A solução de alguns conflitos se dá de maneira mágica e às vezes até sem muita clareza.

O que se salva sem arranhões do início ao fim é, por sorte, a fuga de Lola de um destino talvez traçado geneticamente. A loucura sempre fascinou e assustou as artes, não só no cinema. A escritora Hilda Hilst, por exemplo, dizia que sempre teve medo de enlouquecer, a exemplo do que aconteceu com seu pai.

“Essa coisa surpreendente dos loucos, essa desordem, tudo que eu queira era ordenar aquilo, ordenar aquela desordem”, declarou Hilst em uma célebre entrevista, a respeito de sua infância. A fictícia Lola, por sua vez, não desiste de tentar organizar e esquadrinhar sua própria trama. Vale assistir para saber se ela consegue.

O CHÃO SOB MEUS PÉS
Onde
: Now e Vivo Play
Elenco: Valerie Pachner, Pia Hierzegger, Mavie Hörbiger
Produção: Áustria, 2019
Direção: Marie Kreutzer
Avaliação: Bom

Notícias relacionadas

Hello Kitty será adaptada pela primeira vez para o cinema

Mick Jagger entra para elenco de filme sobre irmãs incestuosas

Paula Fernandes assume romance com piloto de jato executivo

The Guardian elege os 100 melhores romances da história

Made In Amazon inaugura galeria de exposição na Bodytech

Assuntos cinema, lésbicas, lésbico, O chão sob Meus Pés
Valmir Lima 18 de outubro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Alice Braga reclama de exigência sobre número de seguidores em redes sociais (Foto: Instagram/Reprodução)
Variedades

‘Maravilhosa’, diz Alice Braga sobre nova relação conjugal

18 de maio de 2026
Inde Navarrette em cena de Obsessão: boa atuação em terror dramático (Imagem: Focus Features/YouTube/Reprodução)
Variedades

‘Obsessão’ expõe terror psicológico sobre amor doentio

15 de maio de 2026
Cannes 2026 não terá blockbusters norte-americanos (Imagem: YouTube/Reprodução)
Variedades

Festival de Cannes começa sem grandes produções de Hollywood

11 de maio de 2026
Foto mostra o Homem-Morcego com o Batmóvel na neve (Imagem: Instagram/Divulgação)
Variedades

‘Batman 2’ começa a ser filmado; primeira cena envolve muita neve

8 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?