O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

‘Amigo particular’ de Bolsonaro é reprovado para cargo na Petrobras

14 de fevereiro de 2019 Economia
Compartilhar
Por Nicola Pamplona, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – Apontado pelo presidente Jair Bolsonaro como “amigo particular”, Carlos Victor Guerra Nagem foi reprovado na avaliação para assumir a gerência-executiva de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobras. Ele havia sido indicado em janeiro pelo presidente da estatal, Roberto Castello Branco.

A indicação causou polêmica e chegou a ser questionada por sindicatos, que alertaram sobre descumprimento do plano de cargos da companhia, já que Nagem nunca havia assumido cargo comissionado e, portanto, não cumpria os requisitos mínimos para assumir a função.

Gerências-executivas são o segundo escalão na hierarquia da estatal, abaixo apenas das diretorias. A vaga que seria ocupada por Nagem está ligada à presidência e tem salário de cerca de R$ 50 mil.

Na época da indicação, Castello Branco negou motivação política e disse que o escolhido tinha currículo adequado. Nagem também recebeu o apoio de Bolsonaro, que se manifestou no Twitter.

“A era do indicado sem capacitação técnica acabou, mesmo que muitos não gostem. Estamos no caminho certo!”, escreveu o presidente em um primeiro momento.

Depois, ele apagou o tuíte e publicou apenas o currículo do amigo: “A seguir o currículo do novo gerente-executivo de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobras, mesmo que muitos não gostem, estamos no caminho certo”.

A Petrobras disse à reportagem que o nome de Nagem foi submetido aos procedimentos de governança da companhia.

“Apesar de sua sólida formação acadêmica e atuação na área, seu nome não foi aprovado porque ele não possui a experiência requerida em posição gerencial que é necessária à função”, disse a empresa.

Nagem já se candidatou pelo PSC duas vezes sob a alcunha Capitão Victor, mas não conseguiu votos suficientes para se eleger. Em 2002, disputou vaga de deputado federal pelo Paraná e, em 2016, se candidatou a vereador em Curitiba.

Nessa última campanha, recebeu o apoio do atual presidente da República, que aparece em vídeo pedindo votos para aquele que chama de “amigo particular”.

“É um homem, um cidadão que conheço há quase 30 anos. Um homem de respeito, que vai estar à disposição de vocês na Câmara lutando pelos valores familiares. E quem sabe no futuro tendo mais uma opção para nos acompanhar até Brasília”, disse Bolsonaro no vídeo, à época.

No processo de montagem da nova administração da estatal, o governo Bolsonaro já sofreu duas baixas. Lauro Cotta, nome para a diretoria de Estratégia, alegou motivos pessoais para renunciar ao cargo três semanas após a indicação, após aprovação dos órgãos de governança.

Indicado ao conselho pelo MME (Ministério de Minas e Energia), o geólogo John Forman declinou após a divulgação de notícias sobre condenação na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) por uso de informação privilegiada.

Notícias relacionadas

Petrobras anuncia 3ª descoberta de petróleo em poço na Foz do Amazonas

Codam aprova 63 projetos industriais na Zona Franca de Manaus

STF tem 5 votos para reduzir tempo de contribuição de mulheres

Governo autoriza R$ 30 bilhões para financiar motoristas de aplicativos

Conselho do FGTS adia redução do teto de antecipação do saque-aniversário

Assuntos Bolsonaro, Carlos Nagem, Petrobras
Redação 14 de fevereiro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Sonda de perfuração NS-42
Economia

Petrobras anuncia 3ª descoberta de petróleo em poço na Foz do Amazonas

29 de outubro de 2026
Ministro Kassio Nunes Marques
Política

Nunes Marques dá 10 dias para PGR se manifestar sobre revisão criminal de Bolsonaro

28 de outubro de 2026
Economia

Petrobras bate recorde de valor de mercado: R$ 800 bilhões

16 de outubro de 2026
Petrobras
Economia

Produção de petróleo e gás é recorde com investimento público

8 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?