O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Follow Up

Amazônia 2030: CIEAM convida o Brasil a passear e conhecer a floresta

30 de março de 2017 Follow Up
Compartilhar

Com a mensagem do presidente Wilson Périco, apresentada na primeira reunião atual do Encontro com Notáveis, em fevereiro último – “A ZFM não é parte do problema e sim das soluções do Brasil” – o CIEAM tem procurado alguns dos atores mais destacados do debate nacional, na busca de soluções de curto, médio e longo prazo. A pauta gira em torno da geração de empregos, qualificação de recursos humanos e economia de baixo carbono, pontuando os compromissos do Acordo de Paris – que compatibiliza desenvolvimento socioeconômico e mudanças climáticas. Esses compromissos serão reavaliados em 2030. Entre os atores, destacamos: FEA-USP, FIPE, FGV, INSPER, INSTITUTO ESCOLHAS, OIT-BRASIL, COALIZÃO BRASIL CLIMA FLORESTA E AGRICULTURA, entre outros. Em comum está a partilha de novas trilhas de crescimento sustentável, considerando a experiência da economia sem chaminés da ZFM e as opções de inovação da tecnologia da informação e da comunicação e da nanobiotecnologia. A proposta do CIEAM, compartilhada pelos demais integrantes da Ação Empresarial e com apoio da Suframa, aponta para um formato mais organizado e estratégico de proteção da floresta –até aqui fortuita – e geração de novas modulações econômicas a partir dos recursos gerados no polo industrial de Manaus. Estamos chamando esse debate de Amazônia 2030. Há 50 anos, quando foi criada em 1967, a Zona Franca de Manaus, ZFM, foi demarcado o Distrito Agropecuário com aproximadamente 600 mil hectares para programas e projetos de desenvolvimento no setor primário. Área para manejo, não para contemplação. Um ponto no mapa das dimensões amazônicas. Passado meio século, apenas 20% foi usado e mais ou menos usado. Uma agricultura divorciada quase toda da tecnologia. O resto ficou no aguardo de programas, projetos, parcerias. A burocracia estimulou a invasão por inércia e o confisco transformou-se em pratica de migrar para outras regiões ou aplicações obscuras dos recursos para atendimento das demandas regionais de inovação, tecnologia e negócios sustentáveis. Em 2017, Suframa e as entidades do setor produtivo, querem definir o que fazer com os 80% – os 480 mil hectares que permanecem intocados. Protegemos mais de 95% da cobertura vegetal mas quase nada foi feiro para unir proteção com economia sustentável.

Amazônia, proteção e precificação ambiental

Qual é a importância econômica da floresta amazônica na busca do equilíbrio climático da Terra? Eis a pergunta da hora que o Brasil precisa responder para consolidar seu protagonismo ambiental na comunidade internacional. Em 2014, numa parceria com o governo japonês – um país que enxerga Amazônia as respostas para as grandes demandas climáticas – o Brasil cumpriu uma etapa robusta dessas investigações, que durou 4 anos, através do projeto Dinâmica do Carbono da Floresta Amazônica, CADAF, da sigla em inglês.   Entre altos e baixos da timidez dos financiamentos de pesquisa, o Inpa, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, está pilotando/consolidando estes dados desde 1998, com parceiros internacionais. E já consolidou um sistema de inventário florestal contínuo para o Estado do Amazonas, com abundância de informações que demandam mais informações e elucidações vitais. Uma delas é metrificar a dinâmica alimentar deste organismo com vinte bilhões de tonelada de carbono, o dobro das emissões do planeta a cada ano. Como se dá a troca alimentar da floresta com a atmosfera, onde, além do carbono, estão dispersos outros resíduos que a civilização predatória emite a cada instante? No caso do organismo humano, a estimativa estudada é o consumo/ingestão média de duas vezes o peso de cada indivíduo por ano. Isto se aplica à floresta? Em que proporções? Quanto, como e onde a floresta evacua este consumo? Poderíamos – e em quanto tempo? – Descobrir que fixamos o equivalente a quantas vezes o volume de emissões da Terra? Como ampliar este processo de saneamento, ou seja, o metabolismo das emissões? Como promover mudanças no padrão predatório desta civilização rumo à economia de emissões equilibradas? Como atender a segurança alimentar das populações numa economia de baixo carbono?

Matrizes econômicas de baixo carbono

Podemos fazer Manejo Florestal Sustentável. Isso significa adensar e fortalecer a floresta, extraindo madeira com inteligência sob rigorosos critérios de certificação, ao preço internacional de mercado que pode alcançar US$ 4 mil/m3 no mercado europeu. Manejar é robustecer a floresta e oferecer alternativa ao interior, ao empreendedor e ao ribeirinho, sem depredação. Mapear, além disso, identificar e coletar mudas de alto valor comercial para propagação em laboratório. O CBA Centro de Biotecnologia da Amazônia, em ampla parceria e rede regional/nacional tem equipamentos sofisticados nesta direção. Cultivar espécies para extração de óleos, resinas, extratos, moléculas e biomoléculas com demanda industrial para cosméticos, fármacos, nutracêuticos, agregando valor pela inovação tecnológica. Além disso, um Programas de Agricultura Orgânica para abastecer Manaus que importa 90% dos alimentos que consome. Nunca é demais lembrar que o Peru faturou US$ 1,5 bilhão de exportação de alimentos orgânicos para Europa. Ainda cabe, nesta imensa área, que será oferecida para grandes corporações de biotecnologia desenvolver com os atores locais programas de P&D. Programa de produção de mudas para Reflorestamento: o Brasil prometeu plantar 12 milhões de hectares de floresta até 2030 e isso custará R$ 52 bilhões, segundo o Instituto Escolhas. Tudo isso, diversificando e adensando o polo industrial de Manaus, para garantir os serviços ambientais em vigor. Quanto custa manter 150 milhões de hectares intactos de floresta? Quanto custa exportar pelas nuvens – OS RIOS VOADORES – a água que abastece o Sudeste do Brasil. Quantos bilhões de toneladas esta floresta sequestra para ajudar o Brasil e o Mundo para respirar melhor. De onde vem o recurso? As empresas do polo indústria de Manaus recolhem, entre Taxas da Suframa, P&D e Fundos Estaduais Mais de R$ 2 bilhões/ano. “Com a metade dessa receita, qualquer país sério teria feito uma revolução tecnológica. ”

Esta Coluna é publicada às quartas, quintas e sextas-feiras, de responsabilidade do CIEAM. Editor responsável: Alfredo MR Lopes. [email protected]

Notícias relacionadas

Roberto Cidade apresenta justificativa para não ir a debate neste domingo

Calor intenso aumenta incêndios em residências, diz Corpo de Bombeiros

Startup cria barco voador que promete reduzir viagem de Manaus a Parintins em 7 horas

Marcelo Ramos diz que críticos da ZFM querem os incentivos ou o fim das indústrias

Roberto Cidade declara patrimônio de R$ 4,2 milhões ao pedir registro de candidatura

Assuntos Amazonas, Amazônia, Cieam, suframa, ZFM
Cleber Oliveira 30 de março de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Roberto Cidade
Política

Roberto Cidade apresenta justificativa para não ir a debate neste domingo

9 de agosto de 2026
O total é 39% maior que o do primeiro semestre de 2025 (Foto: WhatsApp/reprodução)
Dia a Dia

Calor intenso aumenta incêndios em residências, diz Corpo de Bombeiros

9 de agosto de 2026
Segundo startup manauara AeroRiver, o modelo pode cortar de 10 para apenas 3 horas o tempo de viagem (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Startup cria barco voador que promete reduzir viagem de Manaus a Parintins em 7 horas

9 de agosto de 2026
Marcelo Ramos saiu em defesa da Zona Franca de Manaus ao analisar um vídeo que circula na internet criticando o modelo econômico (Foto: WhatsApp/reprodução)
Economia

Marcelo Ramos diz que críticos da ZFM querem os incentivos ou o fim das indústrias

9 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?