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Dia a Dia

Amazonas é o 17º no ranking da vacinação infantil contra Poliomielite

14 de outubro de 2022 Dia a Dia
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Campanha vacinação contra poliomielite não atingiu meta em Manaus (Foto: Semsa/Divulgação)
Média da cobertura vacinal contra a Poliomielite no Brasil é de 65,18% (Foto: Semsa/Divulgação)
Do ATUAL, com informações do UOL/Folhapress

MANAUS – O Amazonas é o 17º estado no ranking da vacinação contra a Poliomielite, com 60,89% da população infantil imunizada, segundo dados do Ministério da Saúde. A média de cobertura vacinal contra a doença no Brasil é de 65,18%, um total de 7,54 milhões de doses aplicadas. A meta do Ministério da Saúde era imunizar 11,5 milhões de crianças.

A Paraíba ocupa a primeira posição e é o único estado a alcançar a meta de vacinar 95% das crianças menores de cinco anos. O objetivo foi atingido ontem, 67 dias após o início da Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite.

Atrás da Paraíba, está o Amapá, com 90,3% da população infantil vacinada. Nenhum outro estado ultrapassou a marca dos 90%. O estado com a menor taxa de vacinação é Roraima, com 31,12%. No Sudeste, o estado que mais vacinou contra a pólio foi Minas Gerais (77,74%). Na sequência, estão São Paulo (61,77%), Espírito Santo (59,45%) e Rio de Janeiro (40,17%).

A poliomielite causa paralisia infantil e pode ser fatal. O Brasil deixou de apresentar casos da pólio em 1989 após o começo da vacinação. Em 1994, o país recebeu um certificado de eliminação da doença. No entanto, com a baixa cobertura vacinal e problemas relacionados à vigilância epidemiológica e condições sociais, o Brasil voltou a figurar como um país de grande potencial para a volta da doença.

Desde a semana passada, o Brasil investiga um caso suspeito de poliomielite em uma crianças de três anos que apresentou perda de força nas pernas, febre e dores musculares no Pará.

De acordo com nota do Ministério da Saúde enviada ao VivaBem na última sexta-feira (7), existe a suspeita de que o quadro esteja relacionado a um “erro no esquema vacinal contra a poliomielite” -a criança não estava completamente imunizada.

A pasta afirmou que não se trata de um caso do poliovírus da chamada cepa selvagem, erradicada no Brasil desde 1989, e informou que não há registro de circulação viral da poliomielite no país.

Poliomielite

A poliomielite, também conhecida como pólio ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada por um vírus que pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes, por objetos, alimentos ou água contaminados, além de secreções eliminadas pela boca das pessoas infectadas.

Em casos graves, o vírus pode causar paralisia nos membros inferiores. A infecção pelo poliovírus é muitas vezes assintomática, mas pode ser grave e provocar paralisias irreversíveis e fatais, já que, além dos membros, a pólio também pode paralisar os músculos responsáveis pela respiração. Nesses casos, a sobrevivência do paciente pode passar a depender do uso de um respirador.

A falta de saneamento e más condições habitacionais favorecem a transmissão da pólio. A vacinação é a única forma de prevenção. De acordo com a prática usual, crianças tem de receber doses anuais da vacina contra poliomielite, começando a partir dos dois meses de idade.

Injeção ou gotinha?
Campanha vacinação poliomielite (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Injeção é considerada mais eficaz e segura que as gotinhas da vacina contra a pólio (Foto: Marcelo Camargo/ABr)

Depende da idade da criança. O PNI (Programa Nacional de Imunização) recomenda que seja administrada a vacina inativa contra a poliomielite -de injeção intramuscular -aos dois, quatro e seis meses de idade. Ela foi introduzida em 2012 com duas doses, mas ampliada para três doses em 2016.

A injeção é considerada mais eficaz e segura que as famosas gotinhas que erradicaram a doença no Brasil e em boa parte do mundo. Aos 15 meses e aos quatro anos, a imunidade da criança é reforçada com as gotinhas da vacina oral.

A infectologista Luiza Helena Falleiros Arlant explica que as três doses da vacina intramuscular deixam as crianças protegidas contra os três sorotipos do poliovírus, enquanto as gotinhas imunizam apenas contra dois deles.

Atraso da dose

Luiza Arlant afirma que os pais que perderam o momento da vacina ou atrasaram alguma das três doses devem retornar imediatamente aos postos para continuar o esquema vacinal de onde ele foi interrompido.

“Se uma criança tomou uma vacina e ficou três anos sem receber nenhuma outra dose, ela tem que receber a segunda dose e, dois meses depois, receber a terceira. Ninguém recomeça o esquema, tem que continuar de onde parou. E continuar com a vacina intramuscular”, afirmou a médica.

De acordo com o SI-PNI (Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações), as doses previstas para a vacina inativada contra a pólio atingiram a meta pela última vez em 2015, quando a cobertura foi de 98,29% das crianças nascidas naquele ano.

Depois de 2016, quando a vacinação foi ampliada para três doses, a cobertura caiu para menos de 90%, chegando 84,19% no ano de 2019. Em 2020, a pandemia de Covid-19 impactou as coberturas de diversas vacinas, e esse imunizante chegou a apenas 76,15% dos bebês. Em 2021, que ainda pode ter dados lançados no sistema, o percentual ficou abaixo de 70% pela primeira vez, com 69,9%.

Veja a taxa de vacinação nos estados e Distrito Federal:
Paraíba (95,5%)
Amapá (90,37%)
Alagoas (83,15%)
Santa Catarina (82,08%)
Ceará (80,94%)
Pernambuco (79%)
Sergipe (78,25%)
Minas Gerais (77,74%)
Paraná (72,5%)
Piauí (71,93%)
Rio Grande do Sul (71,34%)
Maranhão (67,86%)
Tocantins (65,83%)
Mato Grosso (65,17%)
Mato Grosso do Sul (64,48%)
São Paulo (61,77%)
Amazonas (60,89%)
Bahia (59,72%)
Espírito Santo (59,45%)
Rio Grande do Norte (58,67%)
Goiás (57,46%)
Rondônia (50,40%)
Pará (47,46%)
Distrito Federal (46,92%)
Rio de Janeiro (40,17%)
Acre (35,64%)
Roraima (31,12%)

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Assuntos destaque, Poliomielite, vacinação infantil
Redação 14 de outubro de 2022
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