O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Amazonas é estado com maior área sem destinação, diz relatório do Imazon

26 de abril de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
Floresta Amazônica, desmatamento
Relatório traz recomendações para melhoria da atuação da regularização fundiária no Amazonas (Foto: Murilo Rodrigues/ATUAL)
Da Redação, com informações da assessoria

MANAUS – O Amazonas é o estado com a maior área sem destinação, ou sem informação de destinação, dentre os nove estados que compõem a Amazônia Legal, totalizando 58,2 milhões de hectares, mais de cinquenta vezes o tamanho de Manaus. É o que consta no relatório “Leis e práticas de regularização fundiária no estado do Amazonas” , produzido pelo Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) e lançado em março deste ano.

A pesquisa informa que a maior parte desta área (56%) possui prioridade para conservação, mas os atuais procedimentos não garantem que será destinada para essa finalidade. Além disso, a legislação fundiária do estado permite que ocupações que estão ocorrendo nesse território com desmatamento ilegal possam ser legalizadas, desde que cumpridos alguns requisitos como permanência na área por cinco anos. Porém, a falta de uma data limite para o início dessas ocupações em terras públicas estaduais pode estimular mais ocupações e destruição de florestas com a expectativa da titulação, conclui o relatório.

O estudo analisou a legislação e práticas de regularização fundiária no Amazonas e a atuação da SPF (Secretaria de Política Fundiária), que até 2019 era o órgão estadual responsável pela regularização fundiária em terras estaduais. Em outubro de 2019, a SPF foi substituída pela Sect (Secretaria de Estado das Cidades e Territórios).

Desmatadores podem ter título de terra sem nem mesmo ter a obrigação de recuperar o dano de imediato (Foto: Ibama/Divulgação)

Segundo o levantamento do Imazon, 62,5% do território do Amazonas possui destinação fundiária e é composto por áreas protegidas, sendo elas: 29,5% de Terras Indígenas e 24% de Unidades de Conservação, excluindo-se Áreas de Proteção Ambiental. Os outros 37,5% do estado representam áreas não destinadas ou sem informação de destinação. Além disso, 15% dessa área sem destinação (equivalente a 5,5% do estado) tinha imóveis inscritos no Cadastro Ambiental Rural (CAR), mas sem informações públicas sobre sua situação fundiária.

Entre os problemas identificados no estudo está a possibilidade de titular terras públicas desmatadas recentemente, já que a lei estadual não proíbe que isso ocorra. Também não há exigência de assinatura de compromisso de recuperação desse desmatamento ilegal antes da titulação. Dessa forma, desmatadores podem ser premiados com um título de terra sem nem mesmo ter a obrigação de recuperar o dano de imediato.

Sobre as práticas adotadas pelo órgão fundiário avaliado, os autores também observaram que faltava normatização de procedimentos administrativos no órgão de terras do estado, o que seria importante para organizar o fluxo processual dos pedidos de titulação de terras. Além disso, é necessário aumentar a transparência de informações sobre áreas que estão solicitando titulação e das que já foram tituladas. Falta ainda criar uma instância de participação pública e monitoramento das ações do órgão fundiário.

Além dos dados levantados pelos pesquisadores e uma análise mais detalhada sobre os problemas enfrentados no Amazonas, o relatório traz recomendações para melhoria da atuação da regularização fundiária no estado.

Algumas delas, são: inserção na lei estadual de uma data limite para início de ocupações de terra pública que podem ser tituladas; exigência de assinatura de termo de compromisso ou adesão ao programa de regularização ambiental antes da titulação de terra; impedimento de regularização de áreas desmatadas recentemente; a elaboração de instruções normativas descrevendo o passo a passo dos principais procedimentos para regularização.

Amazônia Legal
turismo amazonia
Leis e práticas fundiárias atuais acabam estimulando o desmatamento e a grilagem (Foto: Janailton Falcão/Amazonastur)

O trabalho do Imazon também incluiu o lançamento do relatório “Dez fatos essenciais sobre Regularização Fundiária na Amazônia Legal”, com análises que ajudam a compreender como as leis e práticas fundiárias atuais acabam estimulando o desmatamento e a grilagem.

Entre as principais conclusões, estão o fato de que os governos estaduais são responsáveis pela maior parte do território sem destinação na região e que 43% das áreas sem destinação fundiária possuem prioridade para conservação, mas que esse dado não é levado em consideração nos processos de regularização fundiária, o que pode levar à privatização associada ao desmatamento.

“O tema da indefinição fundiária na Amazônia está sendo discutido hoje por diferentes públicos e fóruns nacionalmente, devido à relação entre desmatamento e grilagem de terras. Porém, é necessário compreender como as leis e práticas fundiárias contribuem com o desmatamento”, diz Brenda Brito, pesquisadora do Imazon e coordenadora do estudo.

“Com esse relatório, auxiliamos esse processo de compreensão dos desafios e recomendamos o que pode ser feito para que a União e os estados adotem leis e práticas fundiárias que contribuam com a conservação e redução de conflitos no campo”, finaliza Brito.

Para acessar o relatório completo da Amazônia Legal, clique aqui .

Para acessar os dados do estado do Amazonas clique aqui .

Notícias relacionadas

Mudanças climáticas afetam 85% dos brasileiros, mostra pesquisa

Uma pessoa morre e três ficam feridas em acidente de trânsito em Manaus

Bancos impulsionam consignado privado pelo Crédito do Trabalhador

Fim da escala 6×1: economistas alertam sobre envelhecimento e custo do trabalho

No Brasil, 75% dos jovens afirmam se preocupar com mudanças climáticas

Assuntos Amazonas, Desmatamento na Amazônia, destaque, legislação fundiária
Redação 26 de abril de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Amazônia
Dia a Dia

Mudanças climáticas afetam 85% dos brasileiros, mostra pesquisa

24 de maio de 2026
Ministro alerta que trabalhador não deve ter pressa em obter consignado pela CLT (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Economia

Bancos impulsionam consignado privado pelo Crédito do Trabalhador

24 de maio de 2026
As mullheres buscam maior equidade com os salários dos homens
Economia

Fim da escala 6×1: economistas alertam sobre envelhecimento e custo do trabalho

24 de maio de 2026
Para se inscrever, é necessário que o aluno tenha perfil de liderança, excelência acadêmica e fale inglês (Foto: Reprodução/Facebook)
Dia a Dia

No Brasil, 75% dos jovens afirmam se preocupar com mudanças climáticas

24 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?