O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Acordo do Orçamento não afasta risco de serviços públicos pararem

27 de abril de 2021 Economia
Compartilhar
Esplanada Esplanada dos Ministérios: deficit deve atingir serviço público (Foto: Ana Volpe/Agência Senado)
Esplanada dos Ministérios: serviço público federal sob risco de parar (Foto: Ana Volpe/Agência Senado)
Por Douglas Gavras, da Folhapress

SÃO APULO – O acordo do Orçamento, que reduziu as despesas em R$ 29 bilhões após sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), pode ser insuficiente para impedir o rompimento do teto de gastos e para manter a máquina pública funcionando, segundo análise do economista Marcos Mendes, do Insper.

Para ter recursos suficientes para as despesas obrigatórias (como as aposentadorias), o governo abriu o espaço de R$ 29 bilhões no Orçamento, tanto por meio de vetos quanto de bloqueios (em que a despesa é liberada se houver dinheiro).

Na avaliação de Mendes, que também é colunista da Folha, o governo pode ter subestimado as despesas com Previdência e abono salarial, por exemplo, o que traria a necessidade de mais bloqueios de despesas e remanejamento de recursos ao longo do ano, para cumprir o teto.

Ele também prevê um aumento dos gastos por fora do teto, para equacionar gastos a mais com a pandemia, como os de vacinação e com o novo auxílio emergencial.

“Se a despesa vier pior do que a previsão otimista do governo, ele terá de espremer os gastos ainda mais e podem faltar de R$ 16 bilhões a R$ 23 bilhões para mover a máquina”, diz o economista.

Mesmo com a crise sanitária do novo coronavírus, os recursos para a saúde não foram poupados no corte do Orçamento e a pasta perdeu R$ 2,2 bilhões em vetos. Entre outras perdas, o aperto nas verbas atingiu a Educação, colocou em risco o programa Minha Casa, Minha Vida e fez o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) adiar o Censo pelo segundo ano seguido.

A decisão, Mendes ressalta, foi política. Mesmo depois do corte, o montante que sobra para as emendas parlamentares é de R$ 35,5 bilhões -R$ 18,5 bilhões acima do valor das emendas impositivas.

“O Congresso se apropriou de uma parte ainda maior do Orçamento”, diz ele, que lembra, ainda, que os parlamentares ficaram com um volume a mais de emendas, enquanto os ministérios estão em uma situação difícil, pois há uma distorção causada tanto pela fragilidade do governo Bolsonaro quanto pela pulverização da representação política no Congresso.

“Haverá pressão dos ministros por flexibilização fiscal para recompor esses gastos, o que é uma novidade deste governo, em que há uma disputa interna visível entre os ministérios. O Ministério da Economia possivelmente conta com a não execução de parte das emendas parlamentares”.

Pelos cálculos de Mendes, o déficit primário (sem contar os juros da dívida) deve superar 4% do PIB (Produto Interno Bruto) deste ano. Esse resultado é quase a metade do déficit recorde do ano passado (9,45%).

“A dívida bruta ficará em torno de 95% do PIB ao final do ano, sem perspectiva de mudar a trajetória de crescimento, visto que 2022 é ano eleitoral”.

Ele também avalia que, se o ambiente político estivesse equilibrado, o ideal seria negociar um aumento do teto para este ano e uma redução no ano que vem. O cenário atual, de fragmentação e conflagração políticas, no entanto, tornaram essa saída impossível.

“Este é um governo que não tem capacidade de coordenar a agenda e que governa pelo estímulo à polarização. Tudo isso dificulta qualquer tipo de decisão que olhe para o coletivo antes de olhar para o individual”, diz.

A sanção, com vetos, ao Orçamento de 2021 foi publicada na edição de sexta-feira, 23, do Diário Oficial da União.

Notícias relacionadas

Estudo sobre terras raras identifica reservas minerais na Amazônia

Conab e BNDES divulgam resultado de chamada para o Amazônia Viva

Titulares de cartórios têm maior patrimônio médio declarado à Receita

Governo lança Desenrola MEI para renegociar R$ 12,4 bilhões em dívidas

Consulta ao cashback do IR estará disponível a partir do dia 8

Assuntos Bolsonaro, orçamento
Redação 27 de abril de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala de Estado (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
Política

PGR recomenda manter Bolsonaro em prisão domiciliar

1 de julho de 2026
Política

Moraes autoriza depoimento de Bolsonaro sobre arma apreendida pela PM

20 de junho de 2026
Plenário do Senado analisa nesta terça-feira projeto de lei que cria a Universidade Indígena (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
Política

Senado aprova projeto que protege de corte o orçamento de agências reguladoras

17 de junho de 2026
Economia

Pix incomoda os Bolsonaro e os EUA, diz ministro da Fazenda

1 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?