
Do ATUAL
MANAUS – O preço médio do etanol em Manaus é de R$ 3,99 em 35 postos pesquisados pela ANP (Agência Nacional de Petróleo) entre 25 de setembro e 1º de outubro. O preço máximo nos revendedores é de R$ 4,29.
O menor valor cobrado do consumidor é em Cuiabá (MT), onde o preço médio do produto equivale a 58,6% do preço da gasolina. Segundo a ANP, o litro do etanol no estado custa R$ 2,81. A gasolina nos postos sai, em média, a R$ 4,79 por litro.
No Amazonas, o litro da gasolina custa, em média, R$ 5,19. O preço máximo é de R$ 5,39. A ANP avalia como competitivo quando o preço do etanol equivale a, no máximo, a cerca de 70% do preço da gasolina para compensar o menor rendimento. No caso de Manaus, o valor do etanol corresponde a 82,63% do cobrado pela gasolina.
Na comparação com os demais estados da região Norte, o etanol no Amazonas é mais barato que no Pará (R$ 4,35 o preço médio e R$ 4,99 o máximo). Em Roraima, o valor médio é de R$ 5,13 e o máximo, de R$ 5,49. No estado de Rondônia, o etanol é vendido a R$ 4,52 o preço médio e R$ 4,89 o máximo. No Acre, o combustível custa R$ 4,39. Não há dados sobre o Amapá.
Quanto à gasolina, no Pará o preço médio do litro é de R$ 5,08 e o máximo, de R$ 5,29. Em Roraima, o médio é R$ 5,48 e o máximo R$ 5,75. Já No Amapá custa R$ 4,82 e R$ 4,99 o valor máximo. Em Rondônia, o preço médio é de R$ 5,06 e o máximo, de R$ 5,79. No Acre, o valor é de R$ 5,49.
Conforme a ANP, o etanol é competitivo em relação à gasolina em sete estados e no Distrito Federal.
A ANP considera que é mais vantajoso abastecer com etanol em Salvador (BA), Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba e São Paulo.
O preço médio nacional foi do etanol é R$ 3,37 por litro, uma queda de 31% desde que o Congresso aprovou cortes nos impostos federais e estaduais sobre os combustíveis. No período, o preço da gasolina caiu 35%, para R$ 4,81 por litro, em média.
O preço médio de venda do etanol na semana passada foi o menor desde agosto de 2020, em valores corrigidos pela inflação. Na época, o mercado ainda sofria os efeitos da queda de demanda provocada por medidas de isolamento social do início da pandemia.
Desconsiderando o período da pandemia, é o menor valor desde agosto de 2018.
