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Dia a Dia

A um mês da eleição, Jeanine Añez desiste de candidatura na Bolívia

17 de setembro de 2020 Dia a Dia
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Jeanine Añez
Jeanine Áñez é criticada pela má gestão da pandemia de coronavirus, com altas taxas de mortalidade (Foto: Agencia Boliviana de Información)
Por Sylvia Colombo, da Folhapress

BUENOS AIRES, ARGENTINA – A presidente interina da Bolívia, Jeanine Añez, renunciou à sua candidatura para as eleições do próximo dia 18 de outubro. Ela e o empresário Samuel Doria Medina, que concorreria ao cargo de vice, anunciaram a desistência na noite desta quinta-feira, 17.

“Não é um sacrifício, é uma honra. Renuncio para que o voto democrático não se divida e o MAS acabe ganhando”, disse ela em referência ao Movimento ao Socialismo, partido do ex-presidente Evo Morales.

Em seu pronunciamento, Añez pediu “união” para “salvar a democracia”, mas não declarou apoio a nenhum candidato. “Se não nos unirmos, a democracia perde, e a ditadura ganha. Renuncio à minha candidatura em homenagem à liberdade e à democracia.”

A mandatária está no cargo desde 12 de novembro de 2019, dois dias depois da renúncia de Evo por pressão das Forças Armadas.

Añez chegou ao poder depois de uma controversa manobra legislativa, aproveitando-se de uma brecha na legislação boliviana, depois que todos os que estavam na linha de sucessão direta renunciaram na sequência do ex-mandatário.

Evo deixou o cargo após semanas de tensão e violência na Bolívia por conta de denúncia de irregularidades nas eleições de 20 de outubro. Hoje, vive refugiado em Buenos Aires.

Durante todo o seu mandato, Añez enfrentou uma dura oposição do partido de Evo, que incluiu atos violentos e bloqueios de estradas, que foram reprimidos pelo Estado.

Apesar de ter assumido o cargo prometendo que sua função seria apenas a de organizar o Tribunal Eleitoral e convocar novas eleições, Añez mudou de ideia e afirmou que participaria do pleito.

O que era para ser um processo de alguns meses se estendeu para quase um ano, por conta da pandemia do coronavírus -duas datas para a votação já foram marcadas e adiadas.

Jeanine Añez vem sendo criticada pela má gestão da pandemia, com a Bolívia tendo uma das maiores taxas de mortos por 100 mil habitantes da América Latina (62,13). Além disso, houve casos de corrupção, como a compra superfaturada de respiradores, que levou à prisão seu ex-ministro da Saúde e desgastou a imagem da presidente.

A presidente ainda é acusada de ter cometido abusos de direitos humanos na repressão de atos contra seu governo.

Sua estratégia eleitoral, que pretendia polarizar com a do candidato do MAS, Luis Arce, e chegar a um segundo turno com ele, não vinha funcionando.

Duas pesquisas recentes, do instituto Ciesmori e da Fundação Jubileo, a colocam em terceiro e quarto lugar depois de Arce, do centro-esquerdista Carlos Mesa e até de seu ex-aliado, o direitista Luis Fernando Camacho.

A pesquisa Ciesmori dá a Arce 26,2% das intenções de voto, a Mesa, 17,1%, e a Añez, 10,4%. Numa projeção de segundo turno, aponta uma vitória de Mesa.

Já a da Fundação Jubileo mostra Arce vencedor no primeiro turno, com 40,3% das intenções de voto, contra 26,2% de Mesa, 14,4% de Camacho e 10,6% de Añez.

Para sair vencedor na Bolívia, o candidato deve obter 50% dos votos mais 1, ou 40% e dez pontos percentuais de diferença com relação ao segundo candidato.

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Assuntos Bolívia, eleições na Bolívia, Evo Morales, Jeanine Añez
Valmir Lima 17 de setembro de 2020
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