O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Alfredo Lopes

A Amazônia, o general e o boto

11 de agosto de 2015 Alfredo Lopes
Compartilhar

É curioso lembrar que o projeto ZFM, um modelo que a Constituição de 1946 já havia desenhado para reduzir as desigualdades regionais entre Sudeste e Norte-Nordeste –  com a adoção de mecanismos de renúncia  fiscal – dormia na gaveta do descaso federal há 10 anos, e só voltou à tona em 1967, pela necessidade de “deter a cobiça internacional.” A refinaria instalada em Manaus pela dupla Moysés  Israel e Isaac Sabba mostrou a importância do setor privado na mobilização das ações públicas complementares. De quebra, o  continente estava fervendo com os conflitos esfarrapados da guerra fria entre Moscou e Washington, convivendo com as pretensões explícitas de corporações  estrangeiras de acesso e posse  da biodiversidade e recursos minerais. E o  Brasil, reativo como sempre, criou a ZFM, sob a ideologia do “integrar para não entregar”, como dizia o slogan do governo militar. Na semana passada, entre graves alertas para o descaso crônico da União, o  general Theóphilo de Oliveira, na reunião com as entidades do setor produtivo, a convite da FIEAM, destacou a necessidade de convidar os cientistas estrangeiros para enfrentar a obviedade dos promissores desafios. A paranoia da cobiça deu lugar a partilha de saber e fazer, num mundo sem fronteiras e carente de sólidas parcerias para fazer da pesquisa opções de prosperidade com projetos não-predatórios, eficazes na promoção humana e no combate à sinistra economia do tráfico.

E o que é o Pro-Amazônia do general além desta percepção das potencialidades que ultrapassam US$ 4 trilhões? Aqui resiste o aquífero Içá-Solimões,  algumas vezes maior que o segundo maior do Brasil,  também situado na Amazônia, Alter-do-Chão, dizem estudos avançados da Geologia da USP. E a água se tornou o bem natural mais precioso do Terceiro Milênio. Mas não é só de água que a Amazônia afoga a omissa do governo do Brasil. Seus minerais preciosos, estratégicos, vitais para, entre mil e uma utilidades,  fertilizar a produção de alimentos; o banco genético para a nutracêutica, dermocosmética, piscicultura, fitoterapia e a medicina holística… sugerem que o Brasil continua marcando passo porque quer ou por incompetência gerencial. Sem infraestrutura de transporte, rápidos e adequados, banda larga civilizada e fontes inteligentes de energia, entretanto, essa riqueza e nada se equivalem.

Gilberto Mestrinho deixou algumas lições com a autoridade de Boto Navegador, identificado com os mistérios da Hileia. Um combatente ferrenho dessa onda perversa de tratar a floresta com o mesmo preservacionismo com que a Índia trata suas vacas,  percebeu em vida a insensatez  de estigmatizar cientistas como piratas da biodiversidade. E defendeu, como tem feito o CMA – Comando Militar da Amazônia, de Theóphilo e Villas-Bôas, as promissoras parcerias internacionais com regras claras e propósitos transparentes de pesquisa e intervenção de boas práticas empreendedoras.  Dizia o Boto, há quase três décadas, no epílogo de Amazônia, Terra Verde Sonho da Humanidade, “O mundo civilizado, há 500 anos, reivindica apropriar-se da Amazônia,  e é compreensível, esse anseio quando se tem o mínimo de informação a seu respeito. Como conduzir com inteligência a ocupação desse espaço, senão nas pesquisas, nos investimentos conjuntos, na identificação de talentos, e na mão-de-obra qualificada, na experiência prazerosa da poesia natural, sem xenofobia muito menos ingenuidade, uma oportunidade única para resgatar definitivamente o convívio saudável e urgente entre o homem e a natureza”. E ponto.

[email protected]

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

TCE exige ações de prefeitos para enfrentar mudanças climáticas

Industrialização, floresta e colonialismo: o dilema amazônico no século XXI

Atem Distribuidora completa 26 anos, constando entre as 10 maiores do Brasil e presença em 13 estados

Facções criminosas na Amazônia são desafio para candidatos a governador

Seca mais prolongada atinge lugares antes menos vulneráveis

Assuntos Amazônia, desenvolvimento, Gilberto Mestrinho, Moysés Israel, pesquisa, Refinaria
Valmir Lima 11 de agosto de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Prefeitura de Lábrea é obrigada a adotar ações de enfrentamento dos efeitos da mudança climática (Foto: Divulgação/DPE)
Política

TCE exige ações de prefeitos para enfrentar mudanças climáticas

24 de agosto de 2026
Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

Industrialização, floresta e colonialismo: o dilema amazônico no século XXI

24 de agosto de 2026
Grupo Atem
Especial Publicitário

Atem Distribuidora completa 26 anos, constando entre as 10 maiores do Brasil e presença em 13 estados

17 de agosto de 2026
Política

Facções criminosas na Amazônia são desafio para candidatos a governador

17 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?