O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Juíza dá 60 dias para Marquise e MPF tentarem acordo sobre aterro sanitário

16 de outubro de 2026 Dia a Dia
Compartilhar
Aterro pertence ao grupo Marquise (Imagem: Luzimar Bessa/Norte TV)
O aterro sanitário pertence ao mesmo grupo empresarial da Marquise, que faz coleta de lixo em Manaus (Imagem: Luzimar Bessa/Norte TV)

Do ATUAL

MANAUS – A juíza federal Mara Elisa Andrade, da 7ª Vara Federal Ambiental e Agrária do Amazonas, deu prazo de 60 dias para que o MPF (Ministério Público Federal), a Construtora Marquise S/A (atual Eco Ambiental S/A) e o Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas) tentem chegar a um acordo na ação judicial que questiona o licenciamento ambiental de um aterro sanitário construído no Ramal Itaúba, no quilômetro 13 da BR-174, na zona oeste de Manaus.

A decisão foi tomada nesta quinta-feira (15), durante audiência de conciliação. A magistrada suspendeu o andamento do processo por 60 dias corridos para permitir que as partes discutam uma solução negociada para o conflito.

Conforme o despacho, os primeiros 40 dias serão destinados à realização de levantamentos técnicos e à discussão sobre eventuais compensações por danos ambientais, incluindo valores financeiros e obrigações futuras. Os 20 dias restantes serão utilizados para concluir a minuta do acordo e obter a aprovação da Procuradoria do Ipaam.

Na audiência, a defesa da Marquise sustentou que não existe mais controvérsia sobre o empreendimento. Segundo os advogados, não houve dano ambiental decorrente de poluição e a implantação do aterro teria contribuído para reverter a degradação existente no local. A empresa também afirmou que as exigências relacionadas à reserva legal e às distâncias mínimas de proteção ambiental estão sendo respeitadas.

O MPF reconheceu que a empresa vem adotando medidas que atendem ao interesse público e à proteção ambiental, mas afirmou que ainda precisa ser resolvida a questão da reparação de danos que considera terem ocorrido.

Na petição inicial, o órgão estabeleceu em R$ 1 milhão o valor mínimo pretendido para reparação ambiental. Durante a audiência, o MPF admitiu a possibilidade de realizar uma nova avaliação para quantificar os danos e viabilizar um acordo.

O órgão também defendeu a inclusão de obrigações de acompanhamento contínuo das condições ambientais do empreendimento.

A juíza esclareceu que é possível celebrar um acordo parcial, caso as partes não consigam solucionar todos os pontos discutidos na ação.

Ao final dos 60 dias, os envolvidos deverão comunicar à Justiça se houve acordo. Caso a negociação fracasse, as partes terão prazos sucessivos de 15 dias para apresentar suas manifestações finais por escrito, e o processo seguirá para sentença.

Disputa judicial

A ação civil pública foi ajuizada pelo MPF em 2021 contra a Construtora Marquise e o Ipaam. O órgão pediu que o instituto suspendesse o processo administrativo de licenciamento do aterro sanitário e os efeitos de todas as licenças ambientais concedidas ao empreendimento.

O MPF também solicitou a suspensão das obras. Em novembro daquele ano, a Justiça Federal adiou a análise do pedido de tutela antecipada e determinou a realização de audiência de conciliação.

O empreendimento foi construído em uma APP (Área de Preservação Permanente), próximo aos igarapés do Leão e Tarumã-Açu, e pertence ao grupo Marquise Ambiental, que também atua no serviço de coleta de lixo em Manaus.

O Rima (Relatório de Impacto Ambiental) do aterro foi apresentado em abril de 2009. Conforme o documento, o empreendimento foi projetado para ter vida útil de 15 anos.

Entre os impactos ambientais identificados no relatório estão desmatamento, danos à fauna e à flora, alterações no relevo, erosão do solo, assoreamento de recursos hídricos e mudanças no escoamento natural das águas.

O Ipaam concedeu licença para a realização de testes operacionais e a disposição de resíduos sólidos urbanos. O documento também autorizou intervenções relacionadas à drenagem em uma área de 142,28 hectares. Apesar da autorização, o próprio órgão ambiental classificou a atividade como de grande potencial de degradação ambiental.

A construção do aterro também provocou questionamentos na Câmara Municipal de Manaus e na Assembleia Legislativa do Amazonas, além de disputas judiciais envolvendo terras utilizadas para a abertura e pavimentação do ramal de acesso.

A decisão desta quinta-feira não representa a liberação definitiva do aterro sanitário. A magistrada apenas suspendeu o processo para permitir a negociação entre as partes. Uma eventual solução dependerá dos termos do acordo e de sua apreciação pela Justiça Federal.

Notícias relacionadas

Delegado diz que homem preso por fazer filho refém matou idosa com marteladas

Juíza restringe porte de armas e proíbe Salazar e Kidson de se aproximarem de Alessandra Campelo

Dispersão de fumaça deixa Manaus em segundo lugar em qualidade do ar

SSP injeta R$ 10,1 milhões para emitir novas identidades no Amazonas

Incêndios : governo federal enviará mais bombeiros para o Amazonas

Assuntos aterro sanitário, Justiça Federal, Manaus, manchete, Marquise, Meio Ambiente, Ministério Público Federal
Felipe Campinas 16 de outubro de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Delegado Bruno Fraga afirmou que homem que fez filho refém estava no regime semiaberto (Foto: PC-AM/Divulgação)
Polícia

Delegado diz que homem preso por fazer filho refém matou idosa com marteladas

15 de outubro de 2026
Política

Juíza restringe porte de armas e proíbe Salazar e Kidson de se aproximarem de Alessandra Campelo

15 de outubro de 2026
Bairro Petropólis e parte do São Francisco na zona centro-sul de Manaus: qualidade do ar é moderada (Foto: AM ATUAL)
Dia a Dia

Dispersão de fumaça deixa Manaus em segundo lugar em qualidade do ar

15 de outubro de 2026
Dia a Dia

Abin apura se incêndios no Amazonas são causados por ação coordenada

15 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?