
Do ATUAL
MANAUS – A Marinha abriu nesta sexta-feira (18) as inscrições para o serviço militar voluntário como oficial temporário. São 23 vagas para profissionais de nível superior: 21 em Manaus, uma em Tabatinga, no interior do Amazonas, e uma em Porto Velho, capital do estado de Rondônia.
As inscrições vão até o dia 10 de novembro, pelo site do Comando do 9º Distrito Naval. A taxa é de R$ 150.
As vagas são para Pedagogia (4), Administração (3), Direito (3), Informática (3), Enfermagem (2), Engenharia Civil (2), Odontologia com especialização em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial (1), Psicologia (1), Serviço Social (1), Biologia (1), Química (1) e Arquitetura e Urbanismo (1). Em Direito, há uma vaga em cada cidade.
O candidato precisa ser brasileiro nato, voluntário e ter formação superior na área da vaga. Também deve ter mais de 18 e menos de 41 anos até 7 de junho de 2027.
A seleção tem seis fases: prova escrita objetiva, marcada para 21 de fevereiro de 2027 (classificatória e eliminatória); prova de títulos (classificatória); verificação de dados biográficos e documentos, inspeção de saúde e teste de aptidão física (todas eliminatórias); e designação para a incorporação.
Os aprovados dentro das vagas serão incorporados ao Serviço Ativo como Guarda-Marinha do Corpo de Oficiais da Reserva, com apresentação prevista para 7 de julho de 2027.
O edital não detalha as tarefas de cada área. Diz que a função é exercer atividades militares típicas e aplicar os conhecimentos técnicos nas unidades da Marinha.
A formação começa com uma semana de adaptação em quartel. Depois vêm 11 semanas de instrução e qualificação militar, com testes. Quem não atingir a nota mínima é licenciado. Em seguida, o oficial vai para a unidade em que foi designado, no Amazonas, onde atua na sua área de formação.
Profissionais de saúde podem embarcar em navios. Os demais podem, eventualmente, integrar comissões a bordo. O incorporado fica à disposição da unidade, sem horário fixo.
O período inicial de serviço é de 12 meses, com prorrogação de um ano por vez, a critério da Marinha e do oficial, até 96 meses. O vínculo é temporário, sem estabilidade.
