
Do ATUAL
MANAUS – A receita nominal do setor de serviços no Amazonas cresceu 1,8% em maio ante abril, com ajuste sazonal, interrompendo sequência de quedas. O estado ficou em 6º lugar no ranking nacional do mês, à frente de Bahia (1,3%), São Paulo (0,9%) e Minas Gerais (0,0%). Dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do IBGE, divulgados nesta quinta-feira (16).
Frente a maio de 2025, o Amazonas recuou 1,5%, pior resultado entre as 27 Unidades da Federação. Só o estado e o Maranhão (0,4% negativo) tiveram queda no período. Alagoas (34,6%), Acre (23,6%) e Amapá (15%) lideraram as altas.
No acumulado de 2026, o Amazonas cai 0,6% e ocupa a última posição do país, ao lado do Tocantins (0,1% negativo), único outro estado no vermelho. Vizinhos do Norte avançam: Roraima (15,7%), Rondônia (13,3%) e Amapá (12,8%).
Nos últimos 12 meses, o Amazonas é a única UF do país no negativo, com 0,7%. Distrito Federal (13,1%) e Rondônia (12,6%) lideram o crescimento no período.
Panorama nacional
O Brasil segue em expansão nos serviços: 26 das 27 UFs cresceram nos últimos 12 meses, com Centro Oeste e Norte concentrando os melhores desempenhos, casos de DF, Rondônia, Roraima e Mato Grosso. No acumulado do ano, só Amazonas e Tocantins estão no vermelho.
Os setores de serviços podem ser definidos como o setor terciário da economia, ou seja, empresas que fornecem valor por meio de serviços em vez de bens.
A PMS, feita pelo IBGE desde 2011, mede a receita bruta de empresas de serviços não financeiros, exceto saúde e educação, com 20 ou mais funcionários.
