O procurador da República Leonardo de Faria Galiano, do MPF (Ministério Público Federal), instaurou inquérito civil para apurar suspeitas de irregularidades no Colégio Militar de Manaus, do Exército. Entre as possíveis infrações está a contratação de professores e supervisores, pela instituição e pela Associação de Pais e Mestres, “com base em currículos com favorecimento pessoal”. Na Portaria n° 39, de 29 de março deste ano, o procurador do MPF pede que o colégio se manifeste sobre a denúncia e que informe quais foram os critérios adotados para as contratações dos temporários e o cronograma de nomeação de concursados, além do quantitativo de servidores da entidade. O prazo para a conclusão do inquérito, segundo o MPF, é de um ano, prorrogável pelo tempo que for necessário.

