O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Crianças em vulnerabilidade sofrem de baixa estatura, mostra estudo

13 de fevereiro de 2026 Dia a Dia
Compartilhar
Crianças ainda sofrem com violência doméstica (Foto: Marcelo Casal Jr/ABr)
Crianças em vulnerabilidade têm didiculdade para crescer, mostar estudo (Foto: Marcelo Casal Jr/ABr)
Da Agência Fiocruz

RIO DE JANEIRO – As crianças brasileiras têm enfrentado cada vez mais cedo problemas de saúde crônicos, que podem ser estendidos para a vida inteira. Alguns deles, como a dificuldade de manter o crescimento linear adequado, atingem de forma intensa as crianças de famílias com baixa renda e grupos que estão em vulnerabilidade social, a exemplo dos indígenas.

Ao analisar os dados de 6 milhões de crianças brasileiras que convivem com desigualdade, um estudo com participação da Fiocruz aponta que as crianças estão lidando mais cedo com crescimento e peso fora do padrão determinado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Publicado na revista JAMA Network, o estudo, que contou com pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia), teve como objetivo acompanhar o histórico nutricional e a régua de crescimento das crianças de modo longitudinal. Com esses dados, os pesquisadores puderam analisar se os padrões de crescimento e o estado nutricional das crianças brasileiras estão de acordo com o modelo de referência internacional construído pela OMS, baseado em populações saudáveis. 

Durante o período de análise, foi possível identificar que as crianças em vulnerabilidade social estão enfrentando um crescimento abaixo do esperado e, por consequência, podem ter um risco maior de sobrepeso e obesidade.

“Essas crianças com altura fora do padrão ideal e estão suscetíveis a serem obesas. No caso de haver dois ou mais problemas de saúde, podemos chamar isso de dupla carga de malnutrição”, comenta o líder do estudo e pesquisador associado ao Cidacs/Fiocruz Bahia, Gustavo Velasquez. 

A investigação partiu de dados de 6 milhões de crianças do Brasil contidas na Coorte de 100 Milhões de Brasileiros, que integra registros do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan) e do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc). Enquanto o crescimento foi monitorado a partir do índice de altura, o peso foi avaliado a partir do índice de massa corporal e enxergando a idade das crianças.

Desafio para crianças indígenas

O principal resultado do estudo é que, em algumas regiões, crianças brasileiras estão crescendo em um padrão abaixo do ideal considerado pela OMS. E crianças indígenas não chegaram à altura média adequada até os 9 anos de idade.

“Este problema de crescimento começa ainda na infância e pode se tornar permanente, já que as crianças não conseguem uma recuperação. Nas crianças indígenas, este é um fator associado a privação crônica, desigualdade e desenvolvimento social, condições precárias de vida e saúde, determinantes sociais históricos e insegurança alimentar”, comenta Velasquez, citando o contexto estrutural por trás da evidência que as crianças estão com altura abaixo do esperado.

Outro achado importante é que, diante da dificuldade de crescer, cerca de 30% das crianças brasileiras estão ficando com sobrepeso. O dado é relativo a meninas e meninos com até 9 anos de idade. O estudo ainda demonstra que o estado nutricional varia de criança para criança, a depender de cada lugar e condições de vida.

“Crianças que crescem em contextos de vulnerabilidade não estão protegidas do excesso de peso e, ao mesmo tempo, estão expostas a fatores que comprometem o crescimento saudável”, alerta a coautora do estudo e pesquisadora associada ao Cidacs/Fiocruz Bahia, Carolina Santiago.

Infância desigual

Nas recomendações, o estudo reconhece que as políticas de saúde devem priorizar intervenções integradas de cuidado à saúde da criança desde os primeiros anos de vida. O foco da articulação deve estar na promoção do crescimento saudável e na prevenção da obesidade no âmbito da Atenção Primária à Saúde. 

Quanto às políticas voltadas à grupos em vulnerabilidade, há a recomendação de desenvolvimento de políticas específicas, intersetoriais e culturalmente sensíveis destinadas aos grupos e territórios prioritários, em especial, no que diz respeito ao fortalecimento do monitoramento do estado nutricional e indicadores de crescimento.

Outros problemas, como insegurança alimentar, baixa qualidade da dieta, ambientes alimentares desfavoráveis e desigualdades sociais persistentes devem ser levados em consideração no momento da construção de políticas e tomada de decisão em políticas públicas.

Notícias relacionadas

Mortes no trânsito têm queda de 33% em junho em Manaus, diz IMMU

Menino de 9 anos se feriu em rope jump em que jovem morreu

Nova Carteira de Identidade será emitida em 12 cartórios de Manaus

Empresário sancionado pelos EUA usou 73 empresas para lavar R$ 10 bilhões

BNDES destina R$ 45 milhões para prevenir incêndios na Amazônia

Assuntos crescimento, crianças, estatura, Fiocruz
Cleber Oliveira 13 de fevereiro de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Maior cresecimento no acesso à internet ocorreu entre os idosos no Brasil (Imagem ilustrativa gerada por IA/Google)
Dia a Dia

Maior aumento no acesso à internet ocorre entre os idosos

3 de julho de 2026
Creche daPrefeitura de Manaus (Foto: Dhyeizo Lemos/Semcom)
Dia a Dia

Acesso de crianças à creche é o maior desde 2016, registra o IBGE

2 de julho de 2026
Uso do celular por crianças causa ansiedade e desinteresse por estudos, mostra estudo (Imagem ilustrativa gerada por IA Nano Banana 2/Google)
Dia a Dia

Conexão em queda: cai o acesso de crianças a celulares no Brasil

2 de julho de 2026
Jordélia Pereira Barbosa cumprirá a pena de prisão em regime fechado (Imagem: G1/YouTube/Reprodução)
Dia a Dia

Mulher é condenada a 66 anos de prisão por matar crianças envenenadas

23 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?