O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Para cada US$ 1 investido na proteção ambiental, US$ 30 financiam degradação

4 de fevereiro de 2026 Economia
Compartilhar
greenpeace
Queimadas na Amazônia: custo da degradação ambiental é maior que investimentos na proteção (Foto: Christian Braga/Greenpeace)
Do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – Para cada US$ 1 investido globalmente na proteção da natureza, cerca de US$ 30 financiam sua degradação. E esse desequilíbrio acelera a crise climática e causa impacto na economia mundial, com efeitos diretos sobre setores estratégicos do Brasil, como o agronegócio, comprometendo a competitividade do Brasil.

A avaliação é do conselheiro do HUB de Economia e Clima do iCS (Instituto Clima e Sociedade), Rogério Studart, a partir da análise de um relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o State of Finance for Nature 2026, publicado no fim do mês passado.

De acordo com o levantamento da ONU, em 2023, cerca de US$ 220 bilhões foram destinados globalmente a soluções baseadas na natureza, como conservação de ecossistemas, restauração ambiental e infraestrutura verde. No mesmo período, aproximadamente US$ 7,3 trilhões financiaram atividades consideradas prejudiciais à natureza, incluindo a expansão de combustíveis fósseis, o desmatamento, a poluição e o uso insustentável do solo: um volume mais de 30 vezes superior aos recursos voltados à proteção ambiental.

Desse montante, cerca de US$ 4,9 trilhões tiveram origem no setor privado, especialmente em áreas como energia, mineração, infraestrutura e indústria pesada; enquanto US$ 2,4 trilhões correspondem a subsídios públicos considerados ambientalmente danosos, concentrados principalmente nos setores de combustíveis fósseis, agricultura e construção.

“O principal entrave ao financiamento climático não está na falta de soluções, mas na insistência em transformar a economia global enquanto ela ainda opera sob a lógica dos combustíveis fósseis e do desmatamento, altamente rentáveis e politicamente protegidos. Isto significa que há pouco financiamento para a transição para uma economia descarbonizada e mais sustentável, e menos ainda para investimentos em preservação, regeneração e para resiliência contra os eventos climáticos extremos que estão aumentando em número e intensidade. Isto é uma situação péssima para o Brasil, que, por estar fazendo um esforço de transição climática e que necessita investimentos em adaptação e resiliência”, afirmou em comunicado Studart, que também é Senior Fellow do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), e consultor da ONU, agências multilaterais e governos em temas como macroeconomia, finanças internacionais e sustentabilidade.

“Sem uma intervenção decisiva do Estado para estimular a iniciativa privada – por meio de impostos, subsídios, crédito e políticas públicas – a transição verde não ocorrerá de forma espontânea. E muito menos teremos recursos para investir em preservação, regeneração e adaptação – fundamental para evitar a destruição de um dos nossos principais patrimônios nacionais: o da nossa exorbitante e rica natureza. Para o Brasil, insistir nesse modelo significa ampliar riscos ambientais, econômicos e sociais, comprometendo o crescimento sustentável, a competitividade internacional e o próprio futuro do país”, conclui.

Notícias relacionadas

Câmara aprova fim da ‘taxa das blusinhas’ e projeto vai para o Senado

Banco Central proíbe propaganda em comprovantes do Pix

ACA denuncia mais três empresas por cobrança da ‘taxa da seca’

Comissão aprova fim da ‘taxa das blusinhas’ nas compras de até R$ 260

Nova regra do Pix amplia para 80 dias prazo para contestar devolução

Assuntos degradação ambiental, Instituto Clima e Sociedade, proteção ambiental
Cleber Oliveira 4 de fevereiro de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Floresta Amazônica (Foto: Valter Calheiros)
Dia a Dia

Projeto aprovado no Congresso reduz em 37% proteção de floresta na Amazônia

16 de julho de 2026
As porções isoladas de vegetação nativa cresceram de 2,7 milhões, em 1986, para 7,1 milhões, em 2023 (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
Dia a Dia

Fragmentos de vegetação nativa cresceram 260% em 38 anos no Brasil

13 de maio de 2026
Floresta amazônica tem trégua
Dia a Dia

Trinta instituições defendem aplicação rigorosa do Código Florestal

24 de outubro de 2025
Governador Wilson Lima
Dia a Dia

Amazonas lança ICMS Ecológico para estimular proteção ambiental nos municípios

5 de junho de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?