O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

TRF1 confirma decisão que autorizou projeto Potássio Autazes no Amazonas

16 de outubro de 2025 Economia
Compartilhar
Potássio do Brasil em Autazes
Nova decisão favorece projeto da Potássio do Brasil em Autazes (Foto: Divulgação)
Por Felipe Campinas, do ATUAL

MANAUS — Por unanimidade, a Sexta Turma do TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), em Brasília, confirmou a decisão que autorizou o prosseguimento do projeto Potássio Autazes, no Amazonas. A sessão de julgamento foi realizada no dia 8 deste mês e o acórdão foi publicado nesta quarta-feira (15).

O recurso foi apresentado pelo MPF (Ministério Público Federal) e por duas entidades que defendem interesses de indígenas contrários ao andamento do projeto. Eles alegaram que o acórdão que favoreceu a exploração de potássio em Autazes contém diversos erros. As alegações, no entanto, foram rejeitadas pelos desembargadores. O relator, Flávio Jardim, disse que os recursos eram “inconformismo” com a decisão e buscavam novo julgamento.

“O que se observa é que as partes embargantes, inconformadas com o resultado da deliberação, buscam novo julgamento da lide”, disse Jardim. “Entretanto, a irresignação das partes embargantes não ensejam a oposição de embargos de declaração, de forma que deve ser interposto o recurso adequado para este fim”, completou.

Em maio deste ano, em sessão marcada por debate intenso entre desembargadores, a Sexta Turma considerou válida a consulta realizada pelo CIM (Conselho Indígena Mura) que resultou na aprovação do Projeto Autazes. O colegiado também reconheceu a competência do Ipaam para licenciar o projeto e autorizou a continuação do empreendimento.

Leia mais: Justiça valida licenças do Ipaam e consulta favorável à Potássio do Brasil

Os desembargadores analisaram um recurso apresentado pelo CIM contra decisão que suspendeu a consulta feita com os Mura de Autazes, que resultou na aprovação do projeto. Na consulta, conduzida pela entidade, com representantes de 46 aldeias, a maioria dos indígenas apoiou a exploração de silvinita — minério do qual se extrai o potássio — no município.

Um grupo de indígenas, no entanto, alega ter sido excluído da consulta e aponta pressões e promessas indevidas por parte da empresa. Sobre essa questão, o relator, desembargador Flávio Jardim, defendeu que o poder público ouça indígenas excluídos, mas sustentou que a negativa deles não tem poder de vetar o empreendimento.

Para o TRF1, a consulta feita com os Mura de Autazes, que aprovou o projeto com apoio de mais de 60% das aldeias, foi legítima, realizada com autonomia, ampla participação e supervisão judicial.

“Não parecem existir argumentos que possam permitir, ao menos em sede de cognição sumária, que a consulta realizada ao povo CIM não tenha sido efetuada com boa fé e de maneira apropriada às circunstâncias”, afirmou o Flávio Jardim em seu voto.

O caso envolve terras reivindicadas por indígenas, mas que ainda não estão demarcadas. O MPF defende que, por envolver terras indígenas, o pedido de licenciamento da Potássio do Brasil deveria ser analisado pelo Ibama. Os desembargadores, no entanto, entenderam que, em razão de a terra ainda não estar demarcada, a tarefa cabe ao Ipaam.

“Caso seja definido que se trata Terra Indígena, creio que será necessária a edição de autorização do Congresso Nacional, a qual deverá disciplinar a validade dos atos concretos praticados enquanto a demarcação ainda não havia sido concluída, consideradas, sobretudo, as peculiaridades do empreendimento expostas nos autos tais quais confirmadas no Estudo de Componente Indígena”, disse Flávio Jardim.

Durante o processo, o Ipaam defendeu que a área do projeto está a 8 km da terra indígena mais próxima e que a licença prévia é válida, pois não se trata de exploração direta em terra indígena. O Ibama e a União argumentaram que não têm competência no caso e que o projeto é estratégico para o Brasil, reduzindo a dependência externa de potássio (o país importa 95% do fertilizante).

Sobre o projeto

O Projeto Potássio Autazes prevê a exploração de silvinita a cerca de 120 km de Manaus. O empreendimento tem potencial para suprir até 25% da demanda nacional de potássio por mais de três décadas. O Brasil é hoje o maior importador mundial do produto, usado como fertilizante na agricultura.

A relevância estratégica do projeto foi ressaltada pela União no processo. Segundo o governo, a guerra entre Rússia e Ucrânia e as sanções à Bielorrússia — dois dos maiores produtores globais de potássio — tornaram ainda mais urgente a busca por alternativas internas.

“O Projeto Autazes pode proporcionar ao Brasil uma arrancada em direção à segurança do fornecimento de fertilizantes potássicos”, argumentou a Advocacia-Geral da União.

Desde 2015, a empresa Potássio do Brasil tenta viabilizar a exploração do minério na jazida de Autazes, mas o plano esbarra em interesses indígenas.

Notícias relacionadas

Caprichoso abrirá as três noites de apresentações do Festival de Parintins 2026

Trecho de avenida será bloqueado por três meses para obras da Cigás em Manaus

PRF apreende 28 barras de ouro em veículo na BR-174

Comércio de carnes é multado por descarte irregular na zona oeste de Manaus

Cresce mercado de petróleo no Norte, mas formação profissional é escassa

Assuntos Decisão, destaque, potássio, Potássio Autazes, TRF1
Felipe Campinas 16 de outubro de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Variedades

Caprichoso abrirá as três noites de apresentações do Festival de Parintins 2026

20 de junho de 2026
Vala aberta pela Cigás para instalar dutos está em desacordo ao projeto aprovado, diz o Implurb (Foto: Divulgação/Implurb)
Dia a Dia

Trecho de avenida será bloqueado por três meses para obras da Cigás em Manaus

20 de junho de 2026
Polícia

PRF apreende 28 barras de ouro em veículo na BR-174

20 de junho de 2026
Dia a Dia

Comércio de carnes é multado por descarte irregular na zona oeste de Manaus

20 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?