O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

‘Prerrogativas’ pede investigação contra Damares Alves pelo caso ‘Abrace o Marajó’

17 de junho de 2025 Política
Compartilhar
Damares Alves disse que culpa é da imprensa (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)
Senadora Damares Alves disse que vai processar o Prerrogativas por calúnia (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)
Por Maria Magnabosco, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O Grupo Prerrogativas, que reúne advogados e juristas de esquerda, pediu à PGR (Procuradoria-Geral da República) na segunda-feira (16) a abertura de uma investigação contra a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) pelos possíveis crimes de peculato e associação criminosa no programa “Abrace o Marajó”.

A representação criminal apresentada à PGR se baseia em uma reportagem publicada pelo UOL em 9 de maio de 2025. Segundo a reportagem, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos no governo Bolsonaro teria usado informações falsas e sensacionalistas sobre supostos abusos sexuais em massa na Ilha do Marajó, no Pará, para justificar a criação do programa federal “Abrace o Marajó”, em 2020.

Damares Alves informou, por meio da assessoria, que pode acionar judicialmente o Prerrogativas por “denunciação caluniosa”.

O documento sustenta que “a construção dessa narrativa envolveu não apenas discursos públicos, mas também a produção de documentos ministeriais, formulação de diretrizes de governo e a destinação de recursos públicos federais a entidades previamente selecionadas, conforme demonstra a conexão direta entre as falas da ministra e a criação do programa ‘Abrace o Marajó’”.

Segundo a denúncia, os dados alarmistas nunca foram confirmados por autoridades locais e serviram para direcionar recursos públicos a organizações religiosas aliadas de Damares, inclusive com vínculos pessoais e familiares.

“O programa ‘Abrace o Marajó’ beneficiou diretamente entidades religiosas evangélicas com histórico de proximidade política com Damares Alves, inclusive por meio de repasses financeiros e cessão de uso de áreas públicas, com indícios de irregularidades”, diz o documento.

A representação justifica que a ex-ministra de Bolsonaro pode ter cometido peculato, ao desviar recursos públicos de sua finalidade legal para beneficiar entidades confessionais com as quais mantinha relações políticas ou afetivas.

Ela também pode ser investigada por associação criminosa, ao atuar de forma coordenada com outros agentes públicos e privados na disseminação da narrativa falsa e no favorecimento indevido com verbas públicas.

O documento também ressalta que a senadora continua reforçando publicamente a mesma narrativa considerada falsa, divulgada na época em que ocupava o ministério.

Para os autores da representação, essa ação indica a continuidade do uso político da desinformação, agora vinculada ao exercício do atual mandato parlamentar – o que justifica a atuação da Procuradoria-Geral da República e, eventualmente, a competência do Supremo Tribunal Federal (STF).

A petição solicita que a PGR instaure um inquérito, autorize a quebra de sigilo de documentos relacionados ao programa “Abrace o Marajó” e responsabilize penalmente a senadora Damares Alves, com investigação completa dos danos causados ao erário e à população da Ilha do Marajó.

A assessoria de imprensa da senadora Damares Alves comunicou ao Estadão que a equipe jurídica considera “interpelar o grupo Prerrogativas por denunciação caluniosa”.

Além disso, Damares justificou ao portal UOL que o programa “Abrace o Marajó” tinha sua gestão descentralizada. “Não tem um ofício sequer, testemunho ou documento ligando a senadora a qualquer uma das situações alegadas pelo site”, disse a assessoria da senadora.

Programa revogado

Em 2023, o governo Lula revogou o programa “Abrace o Marajó”, afirmando que a política havia sido construída com base em premissas infundadas e que serviu, na prática, à exploração de riquezas naturais e ao atendimento de interesses externos e confessionais, à margem da participação social da população local.

Segundo a representação, “tal medida reforça o entendimento de que o programa não se sustentava em bases técnicas legítimas e deve ser objeto de apuração penal”.

Como uma resposta política, o governo lançou o programa “Cidadania Marajó” para enfrentar a exploração e o abuso sexual de crianças e adolescentes no arquipélago de Marajó.

Notícias relacionadas

Juristas avaliam que conversas entre Vorcaro e Moraes configuram ‘promiscuidade’

Mendonça defende que plenário do STF analise diálogos de Moraes com Vorcaro

Propostas de candidatos para mulheres não incluem a política

Vorcaro consultou Moraes sobre possibilidade de escapar da Operação Compliance Zero

David diz que Rotta ‘não faz falta’ e que grupo de Cidade e Wilson é fraco

Assuntos Abuso sexual, Damares Alves, Grupo Prerrogativas, Ilha de Marajó, prerrogativas
Cleber Oliveira 17 de junho de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Segundo a coorporação, a ação faz parte da quarta fase da Operação Somnus (Foto: WhatsApp/reprodução)
Polícia

PF prende suspeito de abuso sexual infantojuvenil pela internet em Manaus

18 de agosto de 2026
sao gabriel da cachoeira
Dia a Dia

Senadores vão fiscalizar ações públicas para indígenas no Amazonas

12 de agosto de 2026
Janja e Michelle
Política

Janja presta solidariedade a Michelle Bolsonaro e Damares Alves

14 de julho de 2026
Crianças vulneráveis; estudo identifica fragilidades de grupos sociais de jovens no país (Foto: Ministério do Trabalho/Divulgação)
Dia a Dia

Sobram leis para proteger crianças e adolescentes, falta cumpri-las

7 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?