O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Dívida das famílias cai a 76,1% em janeiro e inadimplência recua 29,1%

6 de fevereiro de 2025 Economia
Compartilhar
Compra com cartão: juros altos freiam gastos das famílias, diz CNC (Foto: Divulgação)
Por Daniela Amorim, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – Os brasileiros ficaram menos endividados e menos inadimplentes em janeiro, segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). A proporção de famílias com contas a vencer diminuiu de 76,7% em dezembro para 76,1% em janeiro, o segundo recuo consecutivo, apontou a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). Em relação a janeiro de 2024, quando 78,1% das famílias estavam endividadas, houve uma queda de 2 pontos porcentuais.

“Por outro lado, o estudo mostra o crescimento da percepção de endividamento, com 15,9% da população considerando estar ‘muito endividada’, contra 15,4% no fechamento do ano passado. O sentimento é compatível com o comprometimento da renda: em janeiro, 20,8% dos brasileiros destinaram mais da metade dos rendimentos às dívidas, o maior porcentual desde maio de 2024. Em média, as famílias deslocaram 30% dos ganhos para esta finalidade”, ponderou a CNC, em nota.

Segundo a CNC, os consumidores estão mais cautelosos na contratação de dívidas em meio ao cenário de juros elevados e seletividade do crédito, elementos que também levaram a uma piora na percepção sobre o endividamento.

“A leve melhora da inadimplência indica que houve um esforço nas casas brasileiras para equilibrar suas finanças, mas o comprometimento crescente da renda acende um sinal de alerta para a economia em 2025”, declarou o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, em nota oficial.

A pesquisa considera como dívidas as contas a vencer nas modalidades cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado e prestações de carro e casa.

“Apesar da queda do endividamento, as dívidas estão consumindo uma parcela maior da renda das famílias brasileiras, especialmente por causa dos juros altos e prazos mais curtos. Esse cenário pode manter a inadimplência em patamares elevados nos próximos meses”, avaliou o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares, em nota oficial.

A fatia de consumidores com contas em atraso encolheu de 29,3% em dezembro para 29,1% em janeiro, segundo mês seguido de reduções. Um ano antes, em janeiro de 2024, a proporção de famílias inadimplentes era mais baixa: 28,3% tinham contas em atraso.

A proporção de consumidores que afirmaram não ter condições de pagar suas dívidas vencidas, ou seja, que permaneceriam inadimplentes, caiu de 13,0% em dezembro para 12,7% em janeiro. Essa parcela era de 12,0% em janeiro de 2024.

Mais pobres ficam menos endividados

Na passagem de dezembro para janeiro, as famílias de renda mais baixa ficaram menos endividadas. No grupo com renda familiar mensal de até três salários mínimos, a proporção de endividados diminuiu de 80,5% em dezembro para 79,5% em janeiro. Na classe média baixa, com renda de três a cinco salários mínimos, a proporção de endividados subiu de 78,2% para 78,5%. No grupo de cinco a dez salários mínimos, houve elevação de 72,4% para 72,5% No grupo com renda acima de dez salários mínimos mensais, essa fatia desceu de 66,1% para 65,3%.

Quanto à inadimplência, no grupo com renda familiar mensal de até três salários mínimos, a proporção de famílias com dívidas em atraso ficou em 37,8% em janeiro, mesmo resultado visto em dezembro. Na classe média baixa, com renda de três a cinco salários mínimos, a proporção de inadimplentes saiu de 28,1% em dezembro para 27,5% em janeiro. No grupo de cinco a dez salários mínimos, houve elevação de 21,7% para 22,0%. No grupo que recebe acima de dez salários mínimos mensais, a fatia de inadimplentes permaneceu em 14,9%.

Apesar da melhora recente, a CNC prevê que o endividamento e inadimplência das famílias voltem a crescer ao longo de 2025: os índices subiriam a partir de março, até encerrar o ano com 77,5% das famílias endividadas e 29,8% inadimplentes.

“A necessidade de recorrer ao crédito para consumo, somada à manutenção de juros elevados, deve tornar a gestão financeira um desafio ainda maior para os consumidores brasileiros”, concluiu Tavares.

Notícias relacionadas

Prospera Amazônia financiará negócios em 9 municípios do AM

Governo lança Plano Nacional de Mineração com 5 metas estratégicas

Vice-governador diz que é equivocada análise sobre PIS/Cofins na ZFM

Itamaraty rebate acusações dos EUA, contesta tarifas e defende o Pix

Governo pagará R$ 874,5 milhões a pescadores artesanais no dia 7 de julho

Assuntos CNC, dívidas, famílias, inflação
Cleber Oliveira 6 de fevereiro de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

MEI
Economia

Governo lança ‘Desenrola Adimplentes’ com juros de 1,99% ao mês

29 de junho de 2026
 A indenização por danos morais foi fixada em R$ 17 mil, com correção monetária (Foto: Agência Senado)
Economia

Motorista de aplicativo está mais sujeito a contrair dívidas

23 de junho de 2026
FGTS
Economia

FGTS tem R$ 10,3 milhões reservados para pagar dívidas

16 de junho de 2026
Senado votação
Política

Senado aprova a projeto que prevê renegociação das dívidas rurais

10 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?