O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Augusto Barreto Rocha

A falácia do Estado Mínimo na Amazônia

2 de setembro de 2024 Augusto Barreto Rocha
Compartilhar


MANAUS – Há muitas falácias sobre a Amazônia. A maior delas é que temos nela uma área protegida. O que de fato existe é uma enorme área desprotegida, com seus biomas e biodiversidade vulneráveis. Não temos na região um Estado “Mínimo”. Não temos Estado de maneira geral, ressalvados os grandes centros, que, em sua maioria, possuem um Estado Abaixo-do-Mínimo.

Tanto se repetiu nos últimos anos a necessidade de um “Estado Mínimo” de maneira vaga e pouco clara, que estamos destruindo e descapacitando o Estado Brasileiro, em todos os níveis, retirando pouco a pouco seus papeis mínimos, reduzindo a pó ou entregando para uma simples autoproteção do status dos servidores, quando muito. Os papéis Constitucionais dos órgãos estão se perdendo.

A questão é gritante nas eleições municipais que se avizinham. Seguimos com a mídia e, principalmente os candidatos e partidos, discutindo pautas genéricas, que em sua maior parte não pertencem sequer ao papel institucional dos vereadores ou dos prefeitos dos municípios. E os reguladores e instituições que deveriam regular ou mediar este diálogo concentram-se no que não interessa, deixando e alardeando o que não interessa, simplesmente por seus afetos e paixões com o capital ou por medo de um inimigo que nem existe.

Questões como saneamento, transporte coletivo, IPTU, ISS, creches, escolas de ensino fundamental, postos de saúde, feiras, Plano Diretor Urbano e demais temas da cidade estão completamente fora dos debates, dos diálogos da quase totalidade dos candidatos. Surgem no debate questões alheias ao escopo, perguntas não são respondidas, vivemos uma superficialidade total nos convívios e convivências e depois reclama-se, também de maneira genérica, dos “políticos”, quando são eles que nos livram da barbárie.

Há uma perda de valores nas elites endinheiradas, elites de intelectuais, elites de pseudointelectuais e imprensa, pois têm aceitado, com interesses muito claros, a ausência do debate do que interessa. Se existisse um veemente repúdio a este comportamento, o cenário certamente seria outro. Qual razão de não haver repúdio? Isso é algo que precisaremos enfrentar como sociedade, sob o risco de destruir o tão pouco que conquistamos coletivamente.

A solução para isso, nos municípios maiores parece relativamente simples, a partir do funcionamento das instituições públicas e privadas para além dos interesses particularistas. Precisam ser construídos debates com pautas únicas e específicas, como Mobilidade Urbana. Colocar em debate as várias propostas para os Sistemas de Transporte nas cidades, com candidatos a vereadores e a prefeito falando exaustivamente como pretendem enfrentar o problema ajudaria a deixar mais claro quais candidatos farão sentido para cada eleitor, em cada município. Enfrentado este tema, poderia vir o assunto seguinte, até a exaustão dos papeis reais dos municípios – onde todos vivemos.

Nos municípios menores, com ausência de instituições públicas ou privadas, isso parece uma quase impossibilidade. A única saída será o diálogo direto dos moradores com seus candidatos – a maior proximidade pode ser a chave, se aquela localidade tiver uma sociedade ativa. Fora disto, seguiremos a observar passivamente o voto de “cabresto”, “de coronel de barranco”, “de afetos ou ódios nas redes sociais” e de tantos outros nomes que temos usado para caracterizar o desafio histórico contemporâneo que persiste sem solução.


Augusto César Barreto Rocha é doutor em Engenharia de Transportes (COPPE/UFRJ), professor da UFAM (Universidade Federal do Amazonas), diretor adjunto da FIEAM, onde é responsável pelas Coordenadorias de Infraestrutura, Transporte e Logística.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Entenda como são instalados cabos de fibra ótica em rios da Amazônia

Pesquisadores investigam a formação de rios na Amazônia

Inovação com sabor da Amazônia

Projetos apoiados pela Eneva no AM já mobilizaram mais de 400 hectares para restauração da vegetação nativa

Amazônia tem mais de 2,7 mil espécies de peixes, aponta estudo

Assuntos Amazônia, estado mínimo
Cleber Oliveira 2 de setembro de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
1 Comment
  • J. Cícero Alves disse:
    3 de setembro de 2024 às 21:17

    Artigo perfeito e bastante oportuno. Parabéns ao articulista.

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Cabos fibra ótica são revestidos para suportar pressão e corrosão nos rios (Imagem gerada por IA/Google)
Dia a Dia

Entenda como são instalados cabos de fibra ótica em rios da Amazônia

10 de setembro de 2026
A expedição científica percorreu aproximadamente 1,7 mil quilômetros do rio Solimões, entre Tabatinga e Manaus (Foto: Arquivo SGB)
Dia a Dia

Pesquisadores investigam a formação de rios na Amazônia

9 de setembro de 2026
Virando o Jogo

Inovação com sabor da Amazônia

9 de setembro de 2026
Eneva projetos
Especial Publicitário

Projetos apoiados pela Eneva no AM já mobilizaram mais de 400 hectares para restauração da vegetação nativa

8 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?