O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Ministra do STJ cita ‘arrogância’ de desembargador contra advogada grávida

3 de julho de 2024 Dia a Dia
Compartilhar
Daniela Teixeira disse que houve falta de humanidade e que desembargador foi arrogante com advogada grávida (Imagem: YouTube/Reprodução)
Daniela Teixeira disse que houve falta de humanidade e que desembargador foi arrogante com advogada grávida (Imagem: YouTube/Reprodução)
Por Pepita Ortega, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – A ministra Daniela Teixeira, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), classificou de “insensibilidade, arrogância e falta de humanidade” a atitude do desembargador Luiz Alberto Vargas que ignorou pedido de preferência de uma advogada grávida de oito meses em sessão do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4), em Porto Alegre.

Marianne Bernard ficou na fila de espera durante sete horas, mesmo tendo alertado o magistrado que “não estava se sentindo bem”, em sessão virtual realizada no dia 27 de junho.

O Estadão tem reiterado pedidos de manifestação a Vargas. Ele não respondeu. O espaço está aberto.

Daniela Teixeira ressaltou que há dez anos passou pelo mesmo drama. Antes de ser alçada ao Superior Tribunal de Justiça, a ministra atuava como advogada.

Em 2013, com 29 semanas de gestação, ela teve de fazer uma sustentação oral perante o CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Pediu preferência para tanto, mas o então presidente, Joaquim Barbosa, negou a solicitação.

Daniela teve de esperar oito horas até que o processo de seu cliente fosse chamado para julgamento. Fez a sustentação oral, ganhou a causa e saiu direto do CNJ para o hospital, internada com contrações. Sua filha, batizada Júlia Matos, acabou nascendo prematura, com 1,130 gramas. A bebê passou 62 dias na UTI neonatal.

Três anos depois, na esteira do caso de Daniela Teixeira, o então presidente Michel Temer sancionou uma lei que leva o nome da filha da ministra. A Lei Júlia Matos elenca todos os direitos de advogadas grávidas, inclusive a preferência para sustentações orais e a suspensão de prazos processuais para aquelas que derem à luz.

Agora, em seu perfil no Instagram, ela escreveu para Marianne Bernard: “Meu abraço solidário e cheio de afeto, espero que a senhora e seu filho estejam bem e em segurança”. “A lei deve ser cumprida e ponto”, completou.

O caso da advogada ganhou notoriedade após o desembargador Vargas negar cinco pedidos de Marianne para apresentar sustentação oral no início da sessão de julgamentos da 8ª Turma da Corte.

O vídeo da sessão viralizou nas redes sociais. A advogada pediu prioridade “por não estar se sentindo muito bem”. Outros defensores, ligados a outros processos, reforçaram o pedido de Marianne.

O desembargador do TRT-4 alegou, então, que na sessão virtual não era possível dar preferência à advogada. Também alegou que “não sabia se a doutora está grávida ou não” e que não havia comprovação da gestação. Marianne exibiu sua barriga na sessão para mostrar que está mesmo esperando bebê.

Após o imbróglio, o desembargador se afastou das funções por estar de licença médica. O TRT-4 abriu nesta segunda, 1, uma apuração sobre o caso. O magistrado foi notificado para se manifestar. O Conselho Nacional de Justiça também apura a conduta do magistrado.

Como mostrou o Estadão, Luiz Alberto Vargas teve rendimentos de R$ 894 mil nos últimos doze meses – R$ 553 mil líquidos, descontados impostos. O mês em que o magistrado recebeu o contracheque mais robusto foi dezembro passado: R$ 176 mil em cifras brutas, ou R$ 115 mil líquidos.

A reportagem do Estadão tem insistido junto ao desembargador Luiz Alberto Vargas para se manifestar sobre o caso, o que não ocorreu até a publicação deste texto. Espaço está aberto.

Notícias relacionadas

Sete a cada 10 brasileiros têm dificuldades para saber seus direitos

Entre usuários de internet, 32% foram alvos de tentativa de golpe

Sobreviver ‘foi um milagre’, diz professor esfaqueado 9 vezes

Governo lança operações Ocupação e Bairro Seguro em Manaus

Programa busca incentivar o consumo de peixe, como o tambaqui

Assuntos advogada, arrogância, Daniela Teixeira, desembargador
Cleber Oliveira 3 de julho de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

A advogada Caroline Frota e Teurinho Figueiredo, pai do professor: dificuldade para registrar B.O como tentativa de homicídio (Imagem: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Advogada diz que pediu prisão do pai de aluno que esfaqueou professor

28 de agosto de 2026
A advogada Caroline Frota e Teurinho Figueiredo, pai do professor: dificuldade para registrar B.O como tentativa de homicídio (Imagem: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Pai repreendeu filho por ataque, mas não socorreu professor, diz advogada

27 de agosto de 2026
Dia a Dia

Marco Aurélio Choy toma posse como desembargador do TJAM

25 de agosto de 2026
Dia a Dia

Advogado Marco Aurélio Choy é nomeado desembargador do TJAM

12 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?