O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Pontes Filho

Combate ao trabalho escravo

25 de janeiro de 2016 Pontes Filho
Compartilhar

Num tempo marcado por sofisticados apetrechos tecnológicos e avançadas técnicas de comunicação, engenharia, administração, medicina, dentre outras áreas, demonstrar que ainda é necessário combater o trabalho escravo revela o quanto ainda temos de humanizar as relações sociais e civilizar os modelos econômicos vigentes.

Os europeus (ingleses, portugueses, holandeses…) fizeram do tráfico de escravos, durante muito tempo, um lucrativo negócio, do qual os africanos e brasileiros também participaram. Com o advento do trabalho assalariado, inerente ao modo de produção capitalista tipicamente industrial, o trabalho escravo deixou de ser atrativo, vindo a ser abandonado em grande escala, contudo, infelizmente ainda subsiste.

Países como a China são também conhecidos pelas precárias, aviltantes e sub-humanas condições a que submetem os trabalhadores, sendo por isso mesmo considerados subcivilizados e antimodelos de globalização. Suas práticas violam frontalmente disposições da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre as condições de trabalho, os direitos do trabalhador e a proteção social. O cenário geral de crise e encolhimento de economias nacionais acaba constituindo-se em fator de pressão sobre as já precarizadas relações de trabalho.

Deve-se levar ainda em conta que processos ilícitos ou ilegalismos globais, tais como o tráfico de pessoas, voltam-se para atender, dentre outras torpezas, a diferentes tipos de escravidão humana.

A OIT estimou, em 2015, que ainda existiriam pelo menos 27 milhões de pessoas (homens, mulheres e crianças) escravos e escravas em todo o mundo, sendo sujeitadas a condições de trabalho forçado e controladas mediante processos violentos, fraudulentos e de algum modo viciados.

No Brasil, apesar do tráfico negreiro haver sido proibido (Lei Eusébio de Queiroz, 1850) e a escravidão abolida (Lei Áurea, 1888), anualmente, equipes formadas de auditores fiscais do trabalho, procuradores do trabalho e policiais, dentre outras instituições, libertam milhares de seres humanos do trabalho escravo ou reduzidos à condição análoga à de escravo. Segundo dados do Ministério do Trabalho, entre 1994 e 2014, foram libertos 47.902 trabalhadores.

Numa dessas atividades de fiscalização de combate ao trabalho escravo, em 28 de janeiro de 2004, investigando denúncias em Uniaí (MG), auditores fiscais do trabalho e um motorista foram assassinados. Esse fato serviu de motivo para que fosse instituído, a partir do ano de 2009, o dia 28 de janeiro como o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. A luta organizada contra o trabalho forçado ou análogo ao de escravo remonta, todavia, os anos 70 do século passado, quando das denúncias de Dom Pedro Casaldáliga e da Comissão Pastoral da Terra (CPT), organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, as quais chegaram à ONU, via OIT. Próxima quinta-feira, 28.01.2016, será mais uma ocasião de conhecer os novos números dessa verdadeira luta contra a injustiça social e a barbárie no Brasil.

Não bastasse ter sido o país em que maior tempo durou a escravidão (quase quatro séculos), considerado por muitos um holocausto negro, o Brasil ainda ostenta números preocupantes quanto à realidade do mundo do trabalho, sendo imprescindível o movimento de combate ao trabalho escravo. Especialmente em tempos de crise e precarização das relações de trabalho, a persistente atenção deve ser redobrada. Embora não sirva de justificativa ou de desculpa, a instabilidade econômica, política e institucional impacta sobremaneira a ordem social e cria contextos críticos favoráveis a certas espécies de espoliação econômica, bem como a conturbações e a manifestações de massa.

Por isso, o movimento em defesa do trabalho digno e pela proteção dos direitos sociais do trabalhador, apesar da pressão da crise e do modelo de negócios em curso com a globalização, passa necessariamente pelo combate ao trabalho escravo, ao trabalho forçado, à redução à condição análoga de escravo e ao tráfico de pessoas. Seria melhor que não existisse, mas já que é necessário – Salve dia 28.01! Dia Nacional do Combate ao Trabalho Escravo.


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Violência e corrupção são as maiores preocupações dos brasileiros

Pesquisa: violência contra a mulher é o problema de segurança mais grave no país

Cai incidência de homicídio no AM, mas aumenta entre indígenas

Justiça converte em preventiva prisão de dupla detida com drogas em Itapiranga

De olho em você; câmeras vigiam, mas não proporcionam segurança pública

Assuntos Pontes Filho, segurança pública, trabalho escravo, violência
Valmir Lima 25 de janeiro de 2016
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Polícia prendeu suspeito de homicídio do próprio irmão horas depois do ataque (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Violência e corrupção são as maiores preocupações dos brasileiros

3 de junho de 2026
Basta mostrar um X vermelho na palma da mão para que o atendente ou o farmacêutico acione a polícia e encaminhe o acolhimento da vítima (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

Pesquisa: violência contra a mulher é o problema de segurança mais grave no país

1 de junho de 2026
Indígenas guajajaras fiscalizam extração ilegal de madeira: conflitos e mortes no Maranhão (Foto: YouTube/Reprodução)
Dia a Dia

Cai incidência de homicídio no AM, mas aumenta entre indígenas

26 de maio de 2026
Polícia

Justiça converte em preventiva prisão de dupla detida com drogas em Itapiranga

25 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?