O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Juiz ordena retirada de invasores de terras indígenas em Autazes (AM)

9 de novembro de 2023 Dia a Dia
Compartilhar
Autazes tem a maior reserva brasileira de potássio (Foto: Potássio do Brasil/Divulgação)
Autazes tem a maior reserva brasileira de potássio (Foto: Potássio do Brasil/Divulgação)
Do ATUAL

MANAUS – O juiz Ricardo Augusto de Sales, da Justiça Federal do Amazonas, ordenou a retirada de “não-indígenas e invasores” da Terra Indígena Murutinga e Tracajá, em Autazes (município a 112 quilômetros de Manaus), e a abertura de investigação contra criminosos que tem promovido desmatamento na região. A área pertence a indígenas da etnia Mura.

A área, localizada entre os rios Amazonas e Madeira, foi demarcada pela Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) em 2012, mas ruralistas contestaram o ato na Justiça.

Em março deste ano, Ricardo de Sales reconheceu a validade do procedimento demarcatório e negou o pedido do Sindicato Rural de Autazes contra o ato. O sindicato recorreu e o juiz voltou a rejeitar o pedido.

Sales determinou que a Polícia Federal identifique os responsáveis por crimes ambientais cometidos na região nos últimos tempos. Ele disse que é “fato público e notório” que as áreas indígenas “estão sendo invadidas, desmatadas e incendiadas por não indígenas, aparentemente sem qualquer repressão pelos órgãos federais, estaduais e/ou municipais”.

O juiz quer que a Polícia Federal identifique e individualize as autoridades e agentes públicos – das três esferas de governo – que “dolosa ou culposamente anuíram ou se omitiram no dever de reprimir a prática dos crimes ambientais – especialmente as queimadas que impactaram a região dos índios M [Mura], inclusive a cidade de Manaus”.

Sales determinou que a Funai “promova os atos necessários à finalização da demarcação, promovendo, ainda, a necessária extrusão dos ocupantes não-índios e dos invasores das áreas indígenas”.

“Determina-se, ainda, a imediata cessação, interrupção, ficando proibida a implantação de qualquer atividade destruidora, poluidora ou potencialmente poluidora nas terras indígenas identificadas na inicial – ou em seu entorno – que coloquem em risco (concreto ou potencial) não apenas o meio ambiente, mas também o modo de vida ou a cosmovisão dos integrantes das comunidades silvícolas do referido território, salvo se autorizado pelo Congresso Nacional, com prévia outiva dos indígenas”, diz trecho da decisão.

O sindicato alegava que a Funai havia promovido a demarcação dessas terras indígenas com base em processo administrativo marcado por supostas nulidades, como a suspeição da antropóloga responsável pelos estudos, o desrespeito à ampla defesa e ao contraditório e a ausência de posse da área pela comunidade indígena Mura na época da promulgação da Constituição de 1988.

Após a análise das provas, o juiz federal concluiu que “o processo administrativo seguiu todas as etapas previstas na legislação, não provando o autor alguma ilegalidade nos atos administrativos pertinentes ao caso”.

Quanto aos títulos comprovando a propriedade dos imóveis atingidos pela demarcação, o juiz federal citou o art. 231, §6º da Constituição Federal e concluiu que os direitos dos índios sobre suas terras são originários, de modo que eventuais títulos de propriedade de particulares não têm validade em face da demarcação realizada pela Funai, eis que incidem sobre terra indígena.

Notícias relacionadas

Seca mais prolongada atinge lugares antes menos vulneráveis

Pix impulsiona o empreendedorismo, mostra estudo

Polícia prende os dois últimos suspeitos de plano para matar promotor

Calor extremo e chuvas intensas afetam infraestrutura em Manaus

Fim da aposentadoria com salário gera ‘foro privilegiado anômalo’ a juízes

Assuntos Autazes, destaque, juiz, terras indígenas
Felipe Campinas 9 de novembro de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Seca de 2023 no município de Benjamin Constant, no Alto Solimões - (Foto: Divulgação/Defesa civil)
Dia a Dia

Seca mais prolongada atinge lugares antes menos vulneráveis

16 de agosto de 2026
Pix tem novas regras, mas não há cobrança de impostos (Foto: Marcelo Casal Jr./ABr)
Economia

Pix impulsiona o empreendedorismo, mostra estudo

16 de agosto de 2026
Lincoln Gakiya disse na CPI que PL Antifacção ‘engessa’ órgãos públicos (Imagem: TV Senado)
Dia a Dia

Polícia prende os dois últimos suspeitos de plano para matar promotor

16 de agosto de 2026
Orla do Rio Negro no Centro de Manaus: calor intenso (Foto: Valter Calheiros/AM ATUAL)
Dia a Dia

Calor extremo e chuvas intensas afetam infraestrutura em Manaus

15 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?