O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Governo negocia acordo e salva decreto do saneamento no Senado

11 de julho de 2023 Política
Compartilhar
Palácio do Planalto e Congresso: acordo para salvar decreto do saneamento (Foto: Divulgação/ PR)
Da Folhapress

BRASÍLIA – O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fechou acordo com líderes do Senado em torno de um novo decreto do saneamento e, com isso, evitou derrota maior.

A decisão foi anunciada pelo ministro Alexandre Padilha (Secretaria de Relações Institucionais), após reunião na residência oficial do Senado, com o presidente da casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e lideranças do governo e de oposição.

Com isso, o governo evitou que entrasse na pauta do Senado nesta terça (11) a votação do PDL (Projeto de Decreto Legislativo) que, se aprovado, derrubaria mudanças elaboradas pelo Executivo em abril no Marco do Saneamento – que recebeu aval dos parlamentares em 2020.

O acordo com o Senado prevê que o governo federal revogue os decretos e edite um novo ainda nesta semana, sem os pontos que desagradaram ao Congresso. Com isso, o tema sai da pauta do Senado.

“O governo no diálogo com senadores, com parlamentares, vai corrigir o que foi apontado por parlamentares e vai revogar pontos questionados e editar novo com o que tem consenso”, disse Padilha. “Se o Congresso quiser apresentar PL, é iniciativa do Congresso”, acrescentou.

Questionado se a Câmara concordava com o acordo feito com o Senado, Padilha disse que deverá conversar com os deputados autores dos PDLs até esta quarta (12) e que mantém diálogo sobre o assunto com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

A proposta de novo decreto retira a brecha que dispensa licitação para empresas estatais de saneamento, como antecipou a Folha de S.Paulo. Esse era um dos pontos mais polêmicos dos atos publicados pelo presidente Lula (PT) e que foram questionados pelo Congresso.

Em maio, o plenário da Câmara aprovou a derrubada de trechos dos decretos presidenciais. A maioria dos deputados votou para sustar a brecha para que companhias estaduais prestem serviços sem licitação, o afrouxamento nas regras para que estatais comprovem capacidade técnica e financeira e a possibilidade de empresas regularizarem contratos precários.

A principal crítica de parlamentares em relação aos decretos de Lula era que o presidente usou o texto para criar novas regras, que deveriam ser aprovadas no Congresso. Portanto, os decretos não teriam apenas regulamentado o setor de saneamento.

Pela proposta apresentada aos senadores, o novo decreto a ser publicado por Lula mantém a possibilidade de transição para a regularização dos contratos até 31 de dezembro de 2025, garantindo acesso a recursos e a não paralisação dos investimentos.

“Com isso, esperamos que os diversos municípios em situação de contratos irregulares e com pendências de regionalização possam se regularizar até dezembro de 2025, seja por meio da comprovação da capacidade econômico-financeira, por meio de prestação direta ou da concessão dos serviços, sem que haja comprometimento dos investimentos necessários à universalização nesse período”, diz documento ao qual a reportagem teve acesso.

O Palácio do Planalto e o Ministério das Cidades fecharam um texto na véspera do encontro com senadores. Lula se reuniu com Padilha e com o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), na tarde desta segunda-feira (10) para dar aval à negociação.

Apesar do acordo com o Senado ter sido fechado nesta terça, até a última semana, ainda não havia acordo sobre o novo texto com a Câmara dos Deputados, por onde ele também terá que tramitar.

As conversas entre governo e Arthur Lira não avançaram. O deputado alagoano dedicou a semana para tratar de pautar econômicas, como a Reforma Tributária, e não atendeu aos pedidos de aliados de Lula para debater o tema.

Lira, inclusive, teria se incomodado com o fato de o governo querer tratar do assunto enquanto outras pautas, tidas como prioridade, eram tratadas na Câmara.

Após aprovar a Reforma Tributária e as novas regras do Carf, no entanto, Lira não pautou o novo arcabouço fiscal, que ficou para agosto, e determinou recesso branco da Casa, sem sessões.

O presidente da Câmara viajou para os Estados Unidos e, com as férias antecipadas, embarcou no Cruzeiro de Wesley Safadão pelo Caribe.

(Reportagem: Lucas Marchesini, Marianna Holanda, Thiago Resende e João Gabriel)

Notícias relacionadas

Cresce número de brasileiros que se declaram de direita, mostra pesquisa Datafolha

Conselheiro defende que empresas que apoiaram a ditadura reponham indenização

Brasileiro prefere pagar menos impostos do que ter serviço público gratuito

Canadá tem eleitorado brasileiro mais jovem; Japão concentra idosos

Saiba as proibições a agentes públicos que estão valendo no ‘defeso eleitoral’

Assuntos decreto do saneamento, Saneamento Básico
Cleber Oliveira 11 de julho de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Sandoval Alves Rocha

Águas de Manaus acumula insatisfação popular

3 de julho de 2026
transito
Dia a Dia

Prefeitura cria programa para ampliar serviços e obras com empresas privadas

8 de junho de 2026
Sandoval Alves Rocha

Proprietários da Águas de Manaus realizam operações suspeitas

17 de abril de 2026
Dia a Dia

Manaus é a sétima capital com pior saneamento do país, mostra ranking

18 de março de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?