O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Em um ano, preço da cebola ficou cada vez mais ‘ácido’ em todo o país

9 de setembro de 2022 Economia
Compartilhar
Cebola foi o item de alimentos que teve maior alta de preços (Foto: BayerDivulgação)
Por Leonardo Vieceli, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – Até agosto, 183 dos 377 subitens do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ainda registraram inflação de 10% ou mais no acumulado de 12 meses.

Ou seja, quase metade dos bens e serviços pesquisados (48,5%) continuou com alta de dois dígitos, apontam dados divulgados nesta sexta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A inflação medida pelo IPCA em 12 meses, em termos gerais, desacelerou para 8,73% até agosto, após 10,07% até julho. O acumulado estava acima de 10% desde setembro de 2021 – quase um ano. Uma sequência tão ou mais longa não ocorria desde o intervalo de 2002 a 2003.

Conforme o IBGE, 7 das 10 maiores altas até agosto vieram de alimentos e bebidas. A cebola foi o subitem que mais subiu em 12 meses: 91,21%. “A área de plantio foi menor neste ano. Contribuiu para redução da oferta e aumento dos preços. A produção no começo do ano fica mais concentrada no Sul, depois se dissemina”, afirmou Pedro Kislanov, gerente da pesquisa do IPCA.

Depois da cebola, o mamão (81,83%) e o melão (79,34%) registraram as maiores altas de preços em 12 meses.

Passagem aérea (74,94%), melancia (61,88%), leite longa vida (60,81%), óleo diesel (53,16%), manga (47,05%), café moído (46,34%) e transporte por aplicativo (43,80%) completam a lista dos dez maiores avanços.

Ao longo de 2022, o número de subitens com inflação acumulada de 10% ou mais chegou a 200 nos 12 meses finalizados em junho. A quantia passou para 193 em julho e voltou a recuar em agosto, para 183.

Apesar da baixa, o número mais recente ainda é maior do que o do começo do ano. Em janeiro, 128 subitens tinham inflação de 10% ou mais. O dado divulgado nesta sexta pelo IBGE também supera o de um ano atrás (135 em agosto de 2021).

“A gente conseguiu alguma vitória contra a inflação, mas não é uma goleada”, afirma Alexandre Espirito Santo, economista-chefe da Órama. Ele chama atenção para o índice de difusão calculado pelo IBGE. Esse indicador mede o percentual de subitens que subiram em cada mês em relação ao total da pesquisa.

Após três meses em baixa, a difusão aumentou em agosto, de 63% para 65%. Isso significa mais bens e serviços em elevação frente a julho, embora o índice permaneça abaixo de meses anteriores. Ao longo deste ano, chegou a 78% em abril. “A difusão voltou a subir, mostra que a inflação ainda está aqui, persistente. Mas o índice de 65% não é desesperador. Conseguimos alguma vitória já”, diz Espirito Santo.

“Não é um cenário benigno, mas é muito mais confortável do que meses atrás. Minha maior preocupação no momento é com a inflação de serviços, que ainda está forte”, acrescenta.

Em agosto, o IPCA teve deflação (queda) de 0,36%, conforme os dados divulgados nesta sexta pelo IBGE. A baixa foi a segunda consecutiva e ficou mais uma vez concentrada em produtos como a gasolina, alvo de corte de alíquotas de ICMS (imposto estadual) às vésperas das eleições.

Se de um lado houve queda dos combustíveis, outros produtos como os de higiene pessoal, vestuário e parte dos alimentos mostraram altas. “O processo de desinflação é gradual. Tem itens que mostram desinflação e outros que vão cair mais devagar mesmo”, afirma Julia Gottlieb, economista do Itaú Unibanco.

Segundo a especialista, o banco deve reduzir em breve sua estimativa para o IPCA no acumulado de 2022. Por ora, o avanço projetado é de 7%. O C6 Bank revisou sua previsão nesta sexta. A instituição diminuiu a estimativa para o IPCA de 2022 de 6,5% para 6%. Para 2023, manteve a projeção em 5,7%.

“Acreditamos que à frente, passado o forte alívio temporário da redução de impostos, a inflação irá continuar alta e desacelerar de forma gradual”, diz relatório da área econômica do C6, liderada pelo economista Felipe Salles.

Dez maiores altas

Variação em %, até ago.2022

Cebola – 91,21

Mamão – 81,83

Melão – 79,34

Passagem aérea – 74,94

Melancia – 61,88

Leite longa vida – 60,81

Óleo diesel – 53,16

Manga – 47,05

Café moído – 46,34

Transporte por aplicativo – 43,80

Fonte: IBGE

Notícias relacionadas

Codam aprova 63 projetos industriais na Zona Franca de Manaus

STF tem 5 votos para reduzir tempo de contribuição de mulheres

Governo autoriza R$ 30 bilhões para financiar motoristas de aplicativos

Conselho do FGTS adia redução do teto de antecipação do saque-aniversário

Antaq autoriza MSC a repassar ‘taxa da seca’ cobrada por empresas na Amazônia

Assuntos cebola, IBGE, inflação, IPCA
Cleber Oliveira 9 de setembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

teto de gastos
Economia

Prévia da inflação de outubro é 0,32%, menos da metade que a de setembro

23 de outubro de 2026
Economia

Arrecadação federal cresce 5,62% em setembro e soma R$ 239,4 bilhões

22 de outubro de 2026
Crianças vulneráveis; estudo identifica fragilidades de grupos sociais de jovens no país (Foto: Ministério do Trabalho/Divulgação)
Dia a Dia

Norte tem maior taxa de crianças e adolescentes no trabalho infantil

16 de outubro de 2026
Criança com saco em busca de alimentos: insegurança alimentar (Foto: Marcelo Casal Jr/ABr)
Dia a Dia

Pesquisa identifica 525 mil crianças e adolescentes em trabalho de risco

16 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?