O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Augusto Barreto Rocha

A Amazônia e as faltas de sensos

4 de julho de 2022 Augusto Barreto Rocha
Compartilhar


A Amazônia é muito encantadora. Certamente já era para os que aqui viveram, faz centenas de anos, como os assentamentos que construíram pirâmides, na Amazônia “da Bolívia”, conforme publicação da revista Nature, em maio deste ano. Para os que se mudam para cá, há também um grande encantamento pelo desconhecido e pelas enormes possibilidades. Todavia, para compreender um “quase nada” de uma região como esta, são necessárias vidas inteiras de muitas pessoas.

A falta de senso sobre o tamanho e a “mera” geografia já é um desafio. Da Bolívia ao Maranhão, passa por fronteiras que não são percebidas pela natureza. Da mesma forma que do Amazonas ao Pará, há fronteiras políticas, que são ignoradas pelo seu complexo ecossistema. É certo que a “Amazônia”, não é apenas uma, como o belo livro e exposição de fotografias do Sebastião Salgado demonstra.

A falta de compreensão das dimensões, a falta de harmonização da toponímia, a falta de compreensão da diversidade de ecossistemas e microclimas de cada pedaço desta região é uma enormidade de possibilidades econômicas para acontecerem. Entretanto, a natureza ignora tudo isso e segue seu curso. Se os humanos não possuem os sensos ou as habilidades para interagir com ela, isso é problema nosso.

Na bela ExpoAmazônia Bio&TIC, viu-se a tentativa de juntar elementos de natureza distinta. Esta busca segue desde os primórdios da Suframa, com o tripé, Indústria, Agricultura e Comércio. O evento evoluiu para o Bio&TIC. A junção ainda não tão viável da Biologia com a Computação. Do Fármaco com o Agroindustrial. Dos Bionegócios com o Software. Uma enorme energia que vai sendo pulverizada em várias frentes e que – talvez – virem algo pujante, mas talvez, como, a chuva fina, não sirva sequer para sair da folha até o solo, evaporando antes.

Tipicamente quando se quer incentivar algo, faz-se muito em um setor – da natureza ao mercado e não apenas numa fase. Muito recurso, muita tecnologia, muita gente, muita pesquisa etc. em toda a cadeia produtiva e não apenas num pedaço dela. Aquela bela feira, cheia de jovens e expectativas de negócios, parecia ser uma grande feira de ciências, nos seus lados positivos e negativos.

Positivo pelo brilho nos olhos dos jovens, com tecnologias em punho. Negativo, pela distância da construção de negócios prósperos e de escala. São muitos sonhos, que precisam ser convertidos em realidade. Tudo parece com gotas de chuva fina, distantes do solo.

Sigo a acreditar que os nossos inimigos não estão no exterior, mas nos autoenganos. Todos sabemos que há potencial, mas, como nos primórdios do Google ou da BioNTech, seguimos sem o modelo de negócio próspero e sustentável – apenas ideias e ideais vagos. Precisamos encontrar a forma de sair da Feira de Ciências e passar para a próxima fase.

Anseio também que as fotos do Sebastião Salgado terminem o périplo, que começou no exterior. Atualmente está por São Paulo e irá para o Rio de Janeiro, para poder vir para Manaus e Belém. Deve ter alguma conexão entre tudo isso e talvez seja a necessidade de juntar os sensos de responsabilidade, tamanho e medição. Eles parecem isolados entre si e as gotas vão evaporando, antes de chegar ao solo.


Augusto César Barreto Rocha é doutor em Engenharia de Transportes (COPPE/UFRJ), professor da UFAM (Universidade Federal do Amazonas), diretor adjunto da FIEAM, onde é responsável pelas Coordenadorias de Infraestrutura, Transporte e Logística.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Entenda como são instalados cabos de fibra ótica em rios da Amazônia

Pesquisadores investigam a formação de rios na Amazônia

Inovação com sabor da Amazônia

Projetos apoiados pela Eneva no AM já mobilizaram mais de 400 hectares para restauração da vegetação nativa

Amazônia tem mais de 2,7 mil espécies de peixes, aponta estudo

Assuntos Amazônia
Cleber Oliveira 4 de julho de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Cabos fibra ótica são revestidos para suportar pressão e corrosão nos rios (Imagem gerada por IA/Google)
Dia a Dia

Entenda como são instalados cabos de fibra ótica em rios da Amazônia

10 de setembro de 2026
A expedição científica percorreu aproximadamente 1,7 mil quilômetros do rio Solimões, entre Tabatinga e Manaus (Foto: Arquivo SGB)
Dia a Dia

Pesquisadores investigam a formação de rios na Amazônia

9 de setembro de 2026
Virando o Jogo

Inovação com sabor da Amazônia

9 de setembro de 2026
Eneva projetos
Especial Publicitário

Projetos apoiados pela Eneva no AM já mobilizaram mais de 400 hectares para restauração da vegetação nativa

8 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?