O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Ações da Petrobras afundam após Bolsonaro sinalizar controle de preços

7 de março de 2022 Economia
Compartilhar
Petrobrás vai pagar R$ 101 bilhões em dividendos aos acionistas (Foto: Flávio Emanuel/Agência Petrobras)
Sede da Petrobras (Foto: Divulgação)
Por Clayton Castelani, da Folhapress

SÃO PAULO – A disparada do preço do petróleo no mercado internacional provocada pela invasão da Ucrânia pela Rússia reaviva preocupações de investidores sobre o debate político quanto à paridade internacional de preços da Petrobras. As ações da companhia afundaram nesta segunda-feira (7) após o presidente Jair Bolsonaro (PL) ter criticado o sistema que equipara o valor dos combustíveis no Brasil à flutuação da cotação da matéria-prima e do dólar.

Um possível embargo ocidental ao setor energético russo provocou a disparada dos preços do petróleo e do gás natural, assim como a queda das Bolsas ao redor do mundo.

O barril de Brent, referência para o preço mundial da commodity, chegou ao final desta segunda valendo US$ 123,89 (R$ 626,54) nesta tarde de segunda. No domingo (6) à noite, chegou perto dos US$ 140 (R$ 708), próximo do recorde de US$ 147,50 (R$ 746) de julho de 2008.

“Tem uma legislação errada feita lá atrás que você tem uma paridade com o preço internacional [dos combustíveis]. Ou seja, o petróleo -o que é tirado do petróleo- leva-se em conta o preço fora do Brasil. Isso não pode continuar acontecendo”, disse Bolsonaro, durante entrevista a uma rádio de Roraima.

Após as declarações, ainda pela manhã, os papéis da companhia iniciaram um movimento de queda. Ao final do pregão, a ações preferenciais da companhia (que não dão direito a voto, mas têm preferência no recebimento de dividendos) perderam 7,10%. Os papéis ordinários (com direito a voto) desabaram 7,65%.

A queda da petroleira controlada pelo governo exerceu a principal pressão negativa sobre a Bolsa de Valores brasileira. O Ibovespa, índice de referência do mercado de ações do país, caiu 2,52%, a 111.593 pontos.

Gustavo Cruz, estrategista da RB investimentos, diz que a Petrobras sofre os efeitos negativos da pressão gerada pela alta dos preços, mas avalia que o real impacto somente será conhecido caso o governo anuncie quais são seus planos sobre o tema.

“Se for algo momentâneo, as ações da Petrobras vão sofrer menos. Mas se for algo como antes de 2016 [quando a Petrobras passou a acompanhar os preços internacionais], prejudicará muito mais”, comentou.

Preocupações sobre o efeito da alta do petróleo nas decisões do governo sobre o mercado afetaram também a petroleira privada PetroRio, que recuou 2,30%.

Alexandre Wolwacz, fundador da Liberta Investimentos, conta que a volatilidade do mercado provocada pela disparada do petróleo já representaria um risco capaz de levar investidores a vender papéis do setor. A situação, porém, é agravada pelo temor de que Bolsonaro tente controlar os preços dos combustíveis, repetindo a prática do governo de Dilma Rousseff (PT).

“O receito de intervenção do governo afasta o investidor desse setor. A gente já viu qual foi o resultado disso para a empresa e para o país”, comentou Wolwacz.

Paula Zogbi, analista de investimentos da Rico, destaca que a Petrobras andou na contramão das grandes petrolíferas mundiais nesta segunda. A Chevron, gigante americana do setor de energia, por exemplo, subiu 2,14% na Bolsa de Nova York.

Após resistir nas primeiras horas da sessão, o mercado de câmbio passou a refletir os efeitos da aversão ao risco que contagiou a Bolsa. O dólar fechou praticamente estável, com alta de 0,01%, a R$ 5,0790.

A moeda americana, porém, vem apresentando tendência de queda nos últimos meses devido à entrada de investidores estrangeiros no país. Eles são atraídos ao mercado financeiro doméstico por uma combinação de juros altos, real desvalorizado, ações baratas na Bolsa e commodities (petróleo, minério e grãos) com potencial de valorização em um cenário de possível escassez devido à guerra.

Ameaças trazidas pela alta do petróleo às tentativas de contenção da inflação global, que já vinha acelerada devido à desorganização da cadeia global de abastecimento durante a pandemia, também prejudicaram o desempenho dos setores de varejo, viagens e transporte, entre outros, do mercado de ações do Brasil.

No topo da lista de ações em quedas nesta segunda estavam companhias aéreas Azul e Gol, cujos papéis despencaram 18% e 17,36%. A empresa de viagens CVC mergulhou 10,49%. A Americanas desabou 10,24%.

Mercados globais de ações também recuaram nesta segunda em meio às preocupações com a alta do petróleo.

Nos Estados Unidos, os índices Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq fecharam negativos em 2,37%, 2,95% e 3,62%, respectivamente.

Há no país a expectativa de que o Fed (Federal Reserve, o banco central americano) comece neste mês a tirar do zero a taxa de referência para os juros.

Quanto maior a pressão inflacionária, mais agressiva poderá ser a alta dos juros -nos Estados Unidos e também em outras economias desenvolvidas -, reduzindo a disponibilidade de dinheiro e o interesse de investidores para aplicações arriscadas em bolsas de todo o mundo.

Na Europa, o índice que acompanha as 50 principais empresas de países que possuem o euro como moeda caiu 1,23%. A Bolsa de Londres fechou em queda de 0,40%. Paris e Frankfurt cederam 1,31% e 1,98%, respectivamente.

Mercados asiáticos afundaram nesta segunda. As Bolsas de Tóquio, Hong Kong e Xangai fecharam com perdas de 2,94%, 3,87% e 3,19%, nessa ordem.

Notícias relacionadas

Flávio Bolsonaro evoca ‘guerra espiritual’ como cabo eleitoral

Pesquisa mostra que trabalhador prefere salário maior e estabilidade

Governo Trump ignorou alegações do Brasil ao impor novo tarifaço, diz ministro

Empreendedoras de turismo poderão pedir suspensão de pagamento ao Fungetur

Amazon anuncia 10 bilhões de euros para centros logísticos na Europa

Assuntos Jair Bolsonaro, Petrobras, preços
Redação 7 de março de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Flávio Bolsonaro
Expressão

Flávio Bolsonaro evoca ‘guerra espiritual’ como cabo eleitoral

5 de junho de 2026
Economia

Petrobras adere à subvenção econômica ao diesel de uso rodoviário

2 de junho de 2026
Abastecimento de avião: queresone é quase um terço dos custos das companhias aéreas (Foto: iStock/Divulgação)
Economia

Petrobras reduz em R$ 0,93 o preço do litro de querosene de aviação

1 de junho de 2026
Petrobras reduz preço do diesel nas refinarias (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Economia

Petrobras anuncia desconto no litro do diesel vendido nas refinarias

1 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?