O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Sucesso da economia depende de melhora da educação e sustentabilidade

27 de setembro de 2021 Economia
Compartilhar
Brasil tem de negócios internacionais, mas esbarra no protecionismo (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
Por Eduardo Cucolo, da Folhapress

SÃO PAULO – A abertura comercial do país poderia impulsionar o crescimento da economia e a diversificação da pauta exportadora nos próximos anos, mas o Brasil precisa avançar também em algumas agendas, entre elas, questões educacionais, de sustentabilidade e combate à corrupção.

Essa é a avaliação de especialistas e empresários que participaram nesta segunda (27) do 4º Encontro O Brasil Quer Mais – O Lugar do Brasil no Mundo, realizado pelo ICC Brasil, entidade que reúne os membros brasileiros da Câmara de Comércio Internacional.

O argumento de que o custo Brasil não permite uma abertura mais rápida foi atacado pelos debatedores e citado como uma falácia.

Edmar Bacha, sócio-fundador e diretor do Instituto de Estudos de Política Econômica/Casa das Garças, afirmou que, de acordo com dados de 2018, o Brasil representava 3% do PIB (Produto Interno Bruto) e 1% das exportações mundiais, era a 25ª maior economia exportadora e 8ª maior em termos de PIB. O país tem um comércio internacional que representa 25% do PIB, ante uma média mundial de 60%.

Segundo Bacha, é necessário pensar em um Plano Real para a indústria como uma maneira de reindustrializar o país. Para ele, o modelo de substituição de importações e proteção industrial foi importante até meados do século passado, mas hoje contribui no sentido contrário, para desindustrializar o país.

“O normal seria termos uma participação no comércio internacional de 50% do PIB. Não tem porque a gente prosseguiu muito além do razoável em uma estratégia de substituição de importações. As empresas vêm para o Brasil mirando o mercado interno, incapazes de exportar, com raras e honrosas exceções”, afirmou Bacha, que defendeu uma redução substancial de tarifas.

Tânia Cosentino, presidente-executiva da Microsoft e presidente do Conselho de CEOs da ICC Brasil, afirmou que o Brasil é um país protecionista demais e que uma taxa de abertura comercial passando de 25% para 50% do PIB pode elevar o crescimento do país em dois pontos percentuais. “Temos aquela visão ainda protecionista, e isso é o que impede ganhos de produtividade e o crescimento”, afirmou.

A executiva disse que questões como infraestrutura, desburocratização e educação são críticas, mas que também é necessário determinar qual a vocação do Brasil, para ir além do agro e do setor mineral, além de trabalhar a marca Brasil para recuperar a credibilidade na questão da corrupção e de sustentabilidade.

“A gente está vivendo um retrocesso na nossa pauta ambiental, e isso está impactando na nossa credibilidade. Até a nossa pauta agrícola sofre pressões e embargos”.

Vera Thorstensen, professora da Escola de Economia de SP na FGV, disse que o Brasil possui as tarifas alfandegárias mais altas do setor industrial entre países emergentes. Afirmou também que o Mercosul não está garantindo proteção à indústria brasileira dentro do bloco. “Estamos trabalhando com a invasão da China na América do Sul, principalmente na Argentina. A China está jantando a parte industrial do Brasil. O Mercosul não está segurando mais nada”, afirmou.

Ela também falou que a questão ambiental colocou o Brasil como “o menino feio do baile” e ameaça acordos já estabelecidos. “A gente está conseguindo melar um acordo glorioso, com a União Europeia. Algum outro país tem interesse em fazer acordo com o Brasil? Esqueçam”.

Pedro Passos, conselheiro e fundador da Natura, afirmou que o lobby dos setores favoráveis à proteção é muito forte no país, com entidades que não representam as indústrias inovadoras e que usam o argumento do Custo Brasil e do aumento do desemprego de forma distorcida.

“Setorialmente pode perder aqui ou acolá, mas no agregado da sociedade vamos gerar mais empregos e, se não fizermos essa modificação, vamos continuar a assistir esse filme de terror em que a indústria brasileira perde participação não só no mercado externo, mas também no próprio país”.

Francisco Gomes, presidente-executivo da Embraer, afirmou que a empresa é uma exceção em relação à participação do país no comércio exterior, com mais de 80% da receita vinda das vendas ao exterior.

Ele citou dois exemplos que afetam a competitividade da companhia: a tributação pela contratação de serviços que não estão disponíveis no Brasil e a importação de máquinas de alta tecnologia.

“Nesses serviços, temos de pagar cerca de 45% de impostos. Os nossos concorrentes de outros países não pagam. Quando precisa importar um maquinário para nossas fábricas, temos de pagar também um imposto de importação importante e que os nossos concorrentes não precisam. Essas duas coisas afetam nossa competitividade, apesar de ser um mercado muito aberto”.

Notícias relacionadas

No Brasil, 43% dos gastos online são de consumidores sem cartão de crédito

Governo Trump diz apoiar eleições livres no Brasil, mas ataca Moraes

FMI projeta o Brasil como oitava economia do mundo em 2027

Indústria está mais dependente de bancos tradicionais para crédito

Congresso promulga aposentadoria especial para agente de saúde

Assuntos brasil, corrupção, economia, selo de sustentabilidade
Murilo Rodrigues 27 de setembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Em Washington, mais de 2.000 foram infectados com a Covid-19 e mais de cem morreram (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Política

Governo Trump diz apoiar eleições livres no Brasil, mas ataca Moraes

17 de outubro de 2026
Embarque de contêineres com mercadorias em Manaus: exportação do Brasil para os EUA foi recorde (Foto: Secom/Divulgação)
Economia

FMI projeta o Brasil como oitava economia do mundo em 2027

16 de outubro de 2026
Indústria (Foto: ABr/Agência Brasil)
Economia

FMI projeta crescimento de 2,2% para a economia brasileira

13 de outubro de 2026
Brasil goleia Índia no último amistoso do ano (Foto: Rafael Ribeiro/CBF)
Esporte

Brasil é ultrapassado por Portugal no ranking de seleções da Fifa

7 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?