O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Degradação florestal na Amazônia ultrapassa desmatamento, aponta pesquisa

10 de setembro de 2020 Dia a Dia
Compartilhar
Floresta Amazônica, desmatamento
Área desmatada na Amazônia (Foto: Murilo Rodrigues/ATUAL)
Da Folhapress

BRASÍLIA – Processos de degradação florestal, como a retirada seletiva de madeira, as queimadas que não chegam a destruir a mata de vez e o picotamento da floresta virgem em pequenos fragmentos, já afetam uma área maior da Amazônia brasileira do que o desmatamento propriamente dito, segundo uma nova pesquisa.

No período analisado pela equipe do estudo, que vai de 1992 a 2014, estima-se que a área das florestas degradadas tenha chegado a 337 mil km2, contra 308 mil km2 de desmate. O impacto da degradação, além disso, parece se espalhar com mais facilidade para pontos relativamente remotos do território amazônico, distantes do chamado arco do desmatamento, no qual a devastação da mata acontece de forma mais intensa.

A pesquisa está na última edição da revista especializada americana Science, uma das mais importantes do mundo. Assinam o trabalho pesquisadores da UnB (Universidade de Brasília), da Uenf (Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro) e da Universidade do Estado de Michigan (EUA).

“É preciso parar de enxergar a questão das mudanças no uso da terra na Amazônia como algo que é só desmatamento. Há mais coisas acontecendo, e esse artigo ajuda a mostrar isso”, diz o geógrafo Marcos Antonio Pedlowski, da Uenf, um dos coautores do trabalho.

A equipe, coordenada por Eraldo Matricardi, da UnB, combinou dados de satélite e validações deles em campo para flagrar, do alto, o quadro geral da degradação florestal na Amazônia. Isso é possível porque, mesmo em áreas nas quais não houve retirada do dossel (ou seja, a camada mais alta de árvores na mata, que pode ser vista de cima), as imagens da floresta possuem uma “assinatura” visual diferente se ela está degradada.

“No caso dos efeitos do fogo, a detecção disso é razoavelmente automática. Já o corte seletivo é mais trabalhoso”, diz Matricardi.

Além da retirada de madeira e da queima do sub-bosque (a vegetação não tão alta, abaixo do nível do dossel), o estudo também levou em conta a fragmentação florestal, um fenômeno importante do ponto de vista biológico.

Quando uma área de mata antes contínua passa a fazer fronteira com trechos de pasto ou plantações, por exemplo, surge o chamado efeito de borda. Nele, os trechos de floresta em contato com a área não natural tendem a ficar mais secos, mais quentes e com vegetação e fauna alterados em relação ao que seria esperado numa mata “virgem”. Esses efeitos também foram incluídos na conta (veja quadro acima).

Uma das surpresas do trabalho é que parece haver pouca sobreposição entre os tipos de degradação. Embora algumas áreas sofram com corte seletivo de árvores e queimadas, por exemplo, as duas coisas juntas são relativamente raras, ao menos no período estudado.

“O que se esperava era: primeiro a madeira de mais valor era retirada, essa mata já afetada ficava mais vulnerável ao fogo, aconteciam as queimadas e, com entrada de capital, vinha o desmate para criação de gado ou plantio de soja, por exemplo”, afirma o pesquisador da UnB.

“Isso acontece, o desmatamento convencional continua existindo, mas o que vimos é a existência de um processo paralelo. Por um lado isso é bom, já que alguma floresta em pé é melhor do que nenhuma. Mas o problema é que, como você viu, a área afetada é muito grande e está pegando regiões mais longínquas.”

“Por um lado, a gente está vendo que o processo não tem uma racionalidade econômica clara, muitas vezes”, diz Pedlowski. “Por outro, a gente percebe que, no caso do setor madeireiro, algumas mudanças tecnológicas permitiram a exploração de espécies que antes não eram procuradas. Se não tem mais o ‘filé mignon’, como mogno e cedro, hoje é possível trabalhar industrialmente madeiras muito duras, como maçaranduba, o que décadas atrás não acontecia.”

Os pesquisadores ainda estão analisando dados mais recentes, que vão até 2018. Levando em consideração a política ambiental permissiva do atual governo federal, que tendência seria possível estimar para os próximos anos? “Se não há um controle rígido, é claro que a competição se torna favorável para quem atua na ilegalidade”, afirma Matricardi.

Notícias relacionadas

Indígenas no AM ganham lanchas para transporte e assistência

Dogue Alemão tem personalidade do personagem Scooby-Doo

MP pede a perda de bens de Deolane e da família de Marcola de até R$ 65 milhões

Ministério destina R$ 12,5 milhões para novas unidades de saúde no AM

Governo abre seleção para projeto que levará cisternas a aldeias na Amazônia

Assuntos Amazônia, desmatamento, pesquisa
Redação 10 de setembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Programa viabiliza cisternas para garantir acesso a água potável em comunidades remotas da Amazônia (Foto: Yako Guerra/MDS)
Dia a Dia

Governo abre seleção para projeto que levará cisternas a aldeias na Amazônia

13 de junho de 2026
Agentes da PRF resgatam cubanos em Boa Vista: entrada na Amazônia pela Guiana Inglesa (Foto: PRF/Divulgação)
Dia a Dia

Operação Conexão Norte combate entrada ilegal de cubanos na Amazônia

12 de junho de 2026
Estudo registra queda no desmatamento na Amazônia (Imagem: TV Brasil/Reprodução)
Política

‘Vou mandar para os EUA’, diz Lula sobre dados de redução do desmatamento na Amazônia

11 de junho de 2026
Leonardo Steiner completou 75 anos em 6 de novembro de 2025 e apresentou sua renúncia (Foto: Divulgação)
Política

Arcebispo diz que eleitor deve analisar histórico dos candidatos antes de votar

10 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?