O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
José Ricardo

Vigília na Seduc e o direito dos professores de serem ouvidos!

3 de setembro de 2020 José Ricardo
Compartilhar

tiago paiva

Os professores da Rede Estadual de Ensino estão desde ontem em vigília dentro da Secretaria de Educação do Estado (Seduc), em ato ordeiro e pacífico, reivindicando seus direitos em conversar com o secretário de Educação pelo retorno seguro às aulas.

De acordo com o Sindicato dos Professores, quatro ofícios foram enviados e uma greve foi deflagrada, mas ainda assim o secretário de Educação, Luiz Fabian, se recusa a dialogar com os professores. Pergunto: o que está por trás dessa atitude, afinal? Representar a categoria é o papel do Sindicato e o secretário, como gestor, deveria, no mínimo, ouvi-los.

Pela urgência do tema, pois a cada dia surgem informações de professores ou alunos acometidos por Covid-19, os professores decidiram aguardar o retorno do secretário dentro da própria Secretaria, mas sem energia e sem direito à água, à alimentação e a remédios. Um ato que deve ser recriminado por todos e todas.

Ontem, o secretário foi à imprensa denunciar que os professores haviam depredado a sede da Seduc e agredido uma servidora. Essa denúncia foi desmentida pelos professores. Estive lá, com o horário avançado da noite, e fui impedido de entrar. Mas retornarei hoje para ver a forma como estão sendo tratados esses trabalhadores e trabalhadoras que lutam, repito, pelo direito de serem ouvidos e de um retorno seguro ao seu ambiente de trabalho.

Já denunciei ao Ministério Público que o retorno às aulas presenciais não teve o aval do Conselho Estadual de Educação e não há garantias de seguranças aos professores, técnicos e alunos. De acordo com dados da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), desde o dia 10 de agosto, quando iniciaram as aulas presenciais da rede estadual de ensino, 342 profissionais da educação já testaram positivos para a Covid-19. Ainda não se tem registro oficial sobre a contaminação entre alunos e seus familiares, porque não estão sendo testados em massa, porém, é grande a suspeita de que podem estar ocorrendo contaminações por conta do “volta às aulas”, com as constantes falhas nas prevenções sanitárias, denunciadas pela própria comunidade escolar.

Os números apresentados tanto pelo Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom) quanto pelo Sindicado dos Professores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), que fazem monitoramento diário dos profissionais de educação, só aumentam o alerta: já seriam mais de 100 escolas com casos confirmados de Covid. O Amazonas foi o primeiro Estado a retornar às aulas presenciais nas escolas públicas, mesmo sem ter consultado o Conselho Estadual de Educação, e pode ser o primeiro a “matar” pessoas da comunidade escolar, quando coloca os envolvidos sob riscos desnecessários de contaminação e morte.

Denunciarei também essa atitude antidemocrática do secretário ao Conselho Estadual e Federal de Educação, ao próprio governador, à Comissão de Educação da Câmara Federal e ao Ministério Púbico do Estado, para que tomem as medidas judiciais e administrativas cabíveis. Irei responsabilizá-lo, se algum dos professores tiver problemas de saúde, pela forma como estão sendo tratados.

Não ouvir os profissionais da educação, que estão ali, defendendo a sua saúde, sua vida e a vida de milhares de estudante, é atitude intransigente. Defendemos a imediata suspensão das aulas presenciais, dando prosseguimento ao ano letivo com aulas remotas, até que se criem condições seguras para os alunos estudarem, evitando assim novas mortes.

Com certeza, em nenhum lugar do mundo, o rendimento escolar será o mesmo por conta dessa pandemia, mas isso pode ser resgatado. Vidas perdidas jamais se recuperam. Minha solidariedade a todos os profissionais da educação!


José Ricardo Wendling é formado em Economia e em Direito. Pós-graduado em Gerência Financeira Empresarial e em Metodologia de Ensino Superior. Atuou como consultor econômico e professor universitário. Foi vereador de Manaus (2005 a 2010), deputado estadual (2011 a 2018) e deputado federal (2019 a 2022). Atualmente está concluindo mestrado em Estado, Governo e Políticas Públicas, pela escola Latina-Americana de Ciências Sociais.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Ufam abre seleção com 30 vagas para curso de Letras-Libras em Manaus

No Dia do Professor, educadores cobram valorização profissional

Seduc suspende aulas em Manaus e cidades afetadas pela fumaça

MPF sugere que Seduc implante ensino médio em comunidades indígenas

Professores têm até 8 de setembro para definir livros didáticos

Assuntos aulas presenciais, José Ricardo Wendling, professores, Seduc-AM
Cleber Oliveira 3 de setembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Entrada de acesso à Ufam: A solicitação de matrícula será recebida somente de forma virtual, entre os dias 3 e 7 de fevereiro (Foto: Murilo Rodrigues/AM ATUAL)
Serviços

Ufam abre seleção com 30 vagas para curso de Letras-Libras em Manaus

15 de outubro de 2026
Professores cobraram valorização profissional no Dia do Professor (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

No Dia do Professor, educadores cobram valorização profissional

15 de outubro de 2026
Seduc informou que as aulas da rede pública estadual serão suspensas nesta quinta-feira (15) (Foto: Euzivaldo Queiroz/Seduc)
Dia a Dia

Seduc suspende aulas em Manaus e cidades afetadas pela fumaça

14 de outubro de 2026
Escola indígena no Amazonas: Seduc convoca professores aprovados no PSS (Foto: Altemar Alcantara/Semcom)
Dia a Dia

MPF sugere que Seduc implante ensino médio em comunidades indígenas

23 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?