O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

MPF e MP-AM cobram explicações sobre deficiências em hospitais de Manaus

24 de junho de 2020 Dia a Dia
Compartilhar
leitos de UTI
Leitos de UTI liberados no HPS 28 de Agosto: MPF cobra explicações (Foto: Murilo Rodrigues/ATUAL)

Da Redação

MANAUS – Com base em deficiências identificadas em unidades de saúde de Manaus pelo Denasus (Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde), o MPF (Ministério Público Federal) e o MP-AM (Ministério Público do Amazonas) pediram explicações à Susam (Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas).

Os órgãos de controle querem saber as causas das irregularidades estruturais, desrespeito ao distanciamento mínimo entre leitos, falta de organização e de espaço adequado para controle de fluxo de pacientes e até falta de materiais para controle de infecção, como sabonete líquido, contrariando normas recomendadas pelos órgãos sanitários, dentre outras questões verificadas pelo Denasus.

Também foram solicitadas as medidas adotadas para solucionar os problemas detectados, considerando o risco de nova onda de contaminação pelo novo coronavírus no estado.

Foram visitados, entre os dias 19 e 22 de maio deste ano, os hospitais Nilton Lins, Delphina Aziz, João Lúcio, Platão Araújo e 28 de Agosto, além dos Serviços de Pronto Atendimento (SPA) São Raimundo, Zona Sul, José Lins, Alvorada e da Central do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e Cema (Central de Medicamentos dos Amazonas). Representantes do Conselho Regional de Medicina, do Conselho Regional de Enfermagem, do Conselho Regional de Farmácia e da Vigilância Sanitária do Município de Manaus participaram das fiscalizações.

Conforme relatório do Denasus, foi constatado que os hospitais de referência para tratamento da Covid-19 acomodavam os pacientes transportados pelo serviço de urgência nas macas das ambulâncias, por mão haver acomodações disponíveis nos próprios hospitais.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) relatou que, ao deixar as macas e equipamentos de ventilação nas unidades hospitalares, o atendimento a outros pacientes era prejudicado, devido ao aumento do tempo de resposta de atendimento de 20 para 70 minutos, conforme o documento.

O relatório também aponta que nos hospitais João Lúcio e 28 de Agosto não há distanciamento mínimo de um metro entre leitos. O controle de movimentação de pessoal não é realizado no Hospital Platão Araújo, nem no Hospital João Lúcio, onde também havia acompanhantes sem máscaras de proteção, segundo verificado pelo Denasus.

Já no Hospital Nilton Lins foram identificadas deficiências estruturais como ausência de sistema de aspiração a vácuo nos leitos de UTI; falta de espaço específico para a troca de equipamentos de proteção individual (EPI) pelos profissionais de apoio e de saúde; falta de torneiras adaptadas para higienização das mãos sem acionamento manual; falta de condições exigíveis para o controle de infecção dentro da unidade, como preparação alcoólica a 70 %, sabonete líquido e papel toalha.

O documento produzido pelo Denasus ainda relata que, no Hospital Nilton Lins, os resíduos retirados dos leitos, postos de enfermagem e demais pontos de geração são transportados pelas enfermarias em sacos plásticos por funcionários terceirizados sem uso de coletores apropriados para o transporte. Esses sacos estavam sendo depositados em sala localizada no corredor da enfermaria e destinada a um “abrigo temporário de resíduos”, que não cumpria os requisitos sanitários da Anvisa. “A sala apresentava-se suja, com sacos amontoados diretamente no chão, odor fétido e com lavatório desprovido de insumos para higiene das mãos”, diz trecho do relatório.

Nos hospitais João Lúcio e 28 de Agosto, foi observado que profissionais de saúde não dispunham de local apropriado para paramentação e desparamentação e o espaço entre os leitos não respeitava o mínimo de um metro de distanciamento, conforme recomendado pela Anvisa. O Hospital 28 de Agosto também não dispunha de controle de acesso de pessoas no andar reservado para instalações de leitos de UTI (1º andar), nem havia ventilação natural nos leitos das enfermarias localizados no térreo da unidade.

Nos SPAs, a equipe de fiscalização constatou ausência de área nessas unidades dedicada à recepção e acomodação de pacientes considerados suspeitos de covid-19 e de profissional de saúde e de apoio para atendimento exclusivo desses pacientes. Segundo o relatório, a situação contraria documentos “Cuidados no Ambiente de Assistência Hospitalar ao Paciente com Suspeita ou Diagnóstico de covid-19”, publicado pelo Ministério da Saúde, e nota técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que orienta medidas de prevenção e controle que devem ser adotadas durante a assistência aos casos suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavírus.

Outra irregularidade constatada foi a ausência de plano de contingência, de plano de resposta específico para enfrentamento da covid-19 e de comitê de crise nos Serviços de Pronto Atendimento (SPA) Alvorada, José Lins, São Raimundo e Zona Sul. “Os planos visam à diminuição da lotação dos serviços de urgência e emergência e à adoção de medidas de combate à covid-19 ou qualquer outra emergência de saúde pública”, frisa o relatório do Denasus. As inspeções verificaram, ainda, a ausência de registros formais de treinamentos e capacitações dos profissionais atuantes nos SPAs.

A partir do recebimento, a Susam tem cinco dias para atender à solicitação de informações do MPF e do MP-AM.

Notícias relacionadas

Moradores querem trocar nome da Rua 3 para Rua da Copa em Manaus

Vereadores terão cinco dias para apresentar emendas à LDO para 2027

Ministério da Saúde suspende vacina contra a dengue do Butantan

MPF aciona Justiça para obrigar Hospital Albert Einstein a cumprir lei de cotas

MEC Idiomas oferece cursos gratuitos de inglês e espanhol

Assuntos Covid-19, destaque, MP-AM, MPF-AM, Susam
Cleber Oliveira 24 de junho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Moradores querem trocar nome da Rua 3 para Rua da Copa em Manaus

8 de junho de 2026
Câmara Municipal de Manaus
Política

Vereadores terão cinco dias para apresentar emendas à LDO para 2027

8 de junho de 2026
Os cânceres causados por HPV provocaram cerca de 7,5 mil mortes e 29 mil hospitalizações anuais no Brasil (Foto: Paulo Pinto/ABr)
Saúde

Ministério da Saúde suspende vacina contra a dengue do Butantan

8 de junho de 2026
MEC Idiomas oferece cursos de inglês e espanhol gratuitamente (Imagem: Google/Reprodução)
Serviços

MEC Idiomas oferece cursos gratuitos de inglês e espanhol

8 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?