O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Lucro da Caixa Econômica sobe 20,6% e atinge R$ 14,7 bilhões em 2019

19 de fevereiro de 2020 Economia
Compartilhar
Caixa Econômica começa a pagar o PIS para trabalhadores nascidos em dezembro (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Lucro da Caixa teve aumento de 20,6% em relação ao ano anterior (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Da Folhapress

SÃO PAULO – O lucro líquido recorrente (que desconsidera receitas e despesas extraordinárias) da Caixa atingiu R$ 14,7 bilhões em 2019, um aumento de 20,6% em relação ao ano anterior. No quarto trimestre, o lucro recorrente alcançou R$ 3 bilhões.

Já lucro contábil dobrou entre 2018 e 2019, para R$ 21,1 bilhões. Segundo o banco público, o resultado considera uma venda de R$ 6,9 bilhões de títulos públicos federais com a rentabilidade atrelada à inflação (os chamados NTN-Bs), no terceiro trimestre.

O dinheiro foi parar o pagamento de parte do IHCD (Instrumento Híbrido de Capital e Dívida), instrumento usado pelo governo entre os anos de 2007 e 2013 para capitalizar o banco público. No final de dezembro do ano passado, o Tesouro Nacional também havia dado o aval para que o banco devolvesse outros R$ 8,350 bilhões ao governo -e quitasse, assim, o segundo contrato com a União.

Em 2019, a Caixa pagou R$ 11,4 bilhões para o governo -incluindo os R$ 3 bilhões pagos em junho. Antes dos pagamentos, a dívida total do banco era de R$ 40 bilhões.

Para este ano, o presidente do banco, Pedro Guimarães, sinalizou que quer aumentar o volume devolvido ao governo. Além de usar os recursos levantados com a venda de ativos, também se usará o dinheiro que pretende adquirir com a abertura de capital das subsidiárias da Caixa -que incluem as operações de cartões, seguros, loterias e gestão de recursos.

Ao passo em que o banco se prepara para fazer o IPO (oferta pública de ações) da Caixa Seguridade e Cartões, também sinaliza que quer manter seu posicionamento no crédito imobiliário, carro chefe de suas operações.

No entanto, o crescimento da linha de financiamento da casa própria em 2019 foi de 4,6%, percentual abaixo do avanço mostrado pelos seus pares privados, todos com avanços superiores a 7% na modalidade.

A carteira de crédito ampla do banco ficou praticamente estável no período, apresentando recuo de 0,1%, para R$ 693,7 bilhões, também na contramão dos demais grandes bancos do país. O resultado foi puxado pela retração de 30,2% na carteira de crédito para empresas.

Guimarães havia afirmado que a retração ocorreria, uma vez que o banco planejava diminuir os recursos cedidos às grandes empresas.

A carteira para pessoas físicas também ficou praticamente estável, em R$ 81,9 bilhões, enquanto as concessões para infraestrutura registraram queda de 0,3% no período, para R$ 84 bilhões.

A inadimplência do banco acima de 90 dias ficou em 2,17%.

No ano, as despesas administrativas da Caixa atingiram R$ 33,1 bilhões, evolução de 2,1% no período. Já as despesas de pessoal, especificamente, subiram 5,4%. A alta reflete em parte o aumento dos gastos com demissões -nos últimos dois anos, a Caixa abriu quatro PDVs (programas de demissão voluntária).

A margem financeira do banco -principal receita da instituição, com operações de crédito-, por sua vez, subiu 13,5% em 2019, para R$ 57,9 bilhões. As receitas com prestações de serviços ficaram estáveis em R$ 27 bilhões e a PDD (provisão para devedores duvidosos) do banco caiu 27,9%, para R$ 10,8 bilhões.

Notícias relacionadas

Varejo fecha mais de 1,1 mil lojas desde 2022 com o avanço do comércio online

MPF e AGU são a favor de empréstimo de R$ 1,46 bilhão do Governo do AM

Com entraves no Brasil, governo oferece hidrovias a asiáticos

Limite de crédito para taxista adquirir carro sobe para R$ 200 mil

Lula sanciona lei que institui redução de imposto sobre os combustíveis

Assuntos Caixa Econômica, lucro
Redação 19 de fevereiro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Programa que permite o uso do Fundo Garantidor para Investimentos do BNDES para a concessão de crédito (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Economia

BNDES obtém lucro recorde de R$ 9,2 bilhões no 1º semestre de 2026

12 de agosto de 2026
Economia

Ganho do trabalhador com lucro do FGTS é mínimo; entenda o cálculo

31 de julho de 2026
FGTS
Economia

Conselho do FGTS aprova distribuição de R$ 13,04 bilhões a cotistas

28 de julho de 2026
Fabricação e venda de motocicletas registrou aumento em fevereiro de 2022 (Foto: Paulo Victor Lago/Abraciclo)
Economia

Financiamento do Move Brasil para motocicletas está em vigor

27 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?