O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia.

Empresário é condenado na ‘Arquimedes’, em Manaus, por lavagem de bens

5 de fevereiro de 2020 Dia a Dia.
Compartilhar
Extração ilegal de madeira e lavagem de bens levou à condenação de empresário (Foto: Divulgação)

Da Redação, com Ascom MPF

MANAUS – A Justiça Federal no Amazonas condenou o sócio e administrador da empresa Amazon Brasil Indústria e Comércio de Madeiras Ltda., Rogério de Souza Almeida, a quatro anos, três meses e dez dias de prisão pelo crime de lavagem de bens e capitais (madeira) relacionado à extração e a comercialização ilegal de madeira no sul do Amazonas.

O réu também foi condenado ao pagamento de multa no valor de R$ 54,3 mil. A sentença é a primeira proferida no âmbito da Operação Arquimedes, deflagrada em 25 de abril de 2019, e coordenada no MPF (Ministério Público Federal) pelo procurador da República Leonardo de Faria Galiano.

De acordo com a ação penal do MPF, Rogério de Souza Almeida inseriu informações falsas no sistema de controle produto florestal (sistema DOF) e, com isso, recebeu créditos indevidos de madeira em tora de espécies diversas, entre o período de outubro de 2013 e janeiro de 2014.

Durante as investigações, o MPF constatou que os créditos eram utilizados para acobertar madeira extraída ilegalmente em áreas não autorizadas, introduzindo no mercado mais de 1,1 mil metros cúbicos de produtos florestais de origem criminosa como se fossem legalizados, equivalente a cerca de 40 caminhões carregados.

Fiscalizações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) mostraram que a movimentação de madeira registrada no sistema DOF era incompatível e fictícia, e gerava créditos expressivamente superiores àqueles decorrentes da efetiva exploração do plano de manejo. Diálogos interceptados com autorização judicial durante as investigações também reforçam a forma de atuação do denunciado, no sentido de acobertar atuações ilícitas na atividade madeireira.

Na decisão, a Justiça Federal considerou que a prática denunciada pelo MPF se encaixa na conduta descrita no artigo 1º da Lei 6.913/98, que trata de ocultação ou dissimulação da natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal, “tendo em vista que bens (produtos florestais) e direitos (créditos florestais) tiveram sua origem, disposição e movimentação ocultadas e dissimuladas, enquanto provenientes de crimes ambientais – extração, comercialização e movimentação não licenciada de bens florestais”.

A ação segue tramitando na 7ª Vara Federal do Amazonas, sob o número 0008394-67.2019.4.01.3200. Cabe recurso da sentença.

Sobre a operação

A Operação Arquimedes resultou na apreensão de milhares de metros cúbicos de madeira ilegal de mais de 60 empresas em portos de Manaus e no cumprimento de mandados de prisão temporária e preventiva de dezenas de pessoas. As investigações, realizadas em conjunto com a Polícia Federal (PF), indicaram a existência de verdadeiro balcão de negócios criminosos em torno da concessão e fiscalização de planos de manejo florestal no estado, com a participação de servidores públicos do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), madeireiros, empresários e engenheiros florestais, entre outros.

A madeira para exportação, de altíssimo valor agregado, seria destinada a países da Europa, América do Norte (Estados Unidos da América) e Ásia, mercados consumidores. O volume de madeira envolvido, se fosse enfileirado, cobriria a distância equivalente ao percurso entre Brasília e Belém, aproximadamente, ou de Miami a Boston, nos EUA.

Até o momento, o MPF ajuizou 25 ações judiciais em desfavor de 65 investigados que se tornaram réus, a partir dos elementos probatórios iniciais coletadas no cumprimento dos primeiros mandados de busca e apreensão, prisão, interceptação telefônica e quebra dos sigilos telemático, bancário e fiscal. Quase todas as prisões e medidas cautelares pessoais contra alvos estratégicos foram mantidas pelas mais diversas instâncias do Poder Judiciário, com a responsabilização de pessoas envolvidas no esquema pela prática de graves danos ambientais à floresta amazônica brasileira.

Notícias relacionadas

OAB-SP quer cela especial para Deolane, mas não para outros advogados

Homem é preso no AM suspeito de coordenar logística de tráfico do Comando Vermelho

Juiz aceita denúncia contra Deolane e torna influenciadora ré

MP pede a perda de bens de Deolane e da família de Marcola de até R$ 65 milhões

STJ mantém prisão de Deolane, investigada por elo com cúpula do PCC

Assuntos Lavagem de Dinheiro, operação arquimedes
Cleber Oliveira 5 de fevereiro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Defesa de Deolane nega crimes a ela atribuídos (Imagem: CNN/YouTube/Reprodução)
Dia a Dia

OAB-SP quer cela especial para Deolane, mas não para outros advogados

29 de junho de 2026
A Operação Red Fox, deflagrada pela Polícia Federal, foi realizada no Amazonas, no Rio de Janeiro e no Suriname (Foto: Divulgação/PF)
Polícia

Homem é preso no AM suspeito de coordenar logística de tráfico do Comando Vermelho

22 de junho de 2026
Defesa de Deolane nega crimes a ela atribuídos (Imagem: CNN/YouTube/Reprodução)
Dia a Dia

Juiz aceita denúncia contra Deolane e torna influenciadora ré

18 de junho de 2026
Defesa de Deolane nega crimes a ela atribuídos (Imagem: CNN/YouTube/Reprodução)
Dia a Dia

MP pede a perda de bens de Deolane e da família de Marcola de até R$ 65 milhões

13 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?