O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Minha Casa Minha Vida para pobres tende a desaparecer, diz sindicato da habitação

11 de dezembro de 2019 Dia a Dia
Compartilhar
Programa Minha Casa Minha Vida pode ter obras paralisadas por atraso do pagamento (Foto: Beth Santos/Secretaria Geral da PR)
Diante da agenda de cortes do governo, o fim da faixa para famílias de baixa renda é uma expectativa do mercado (Foto: Beth Santos/Secretaria Geral da PR)
Por Fernanda Lacerda, da Folhapress

SÃO PAULO- A expectativa do a núncio de uma reformulação do programa Minha Casa Minha Vida encerra um ciclo de dez anos da política habitacional responsável pela construção de mais de 4 milhões de moradias pelo país.

Focado inicialmente em imóveis para a baixa renda -a chamada faixa 1, voltada para famílias com renda de até R$ 1.800-, o programa foi perdendo esse caráter conforme a crise fiscal apertou o orçamento do governo federal.

Na faixa 1, a União subsidia até 90% do valor do imóvel. Os beneficiários são selecionados pelas prefeituras, escolhidos por sorteio. Entre 2009 e 2013, 80% dos contratos fechados no programa eram para unidades com esse perfil, segundo dados da FGV. Desde então esse percentual caiu para cerca de 20%, e em 2019 não houve nenhuma unidade contratada nesta faixa.

Diante da situação fiscal apertada e da agenda de cortes de gastos do atual governo, o fim da faixa 1 já era uma expectativa do mercado.

“A faixa 1 tende ao desaparecimento. A sinalização que temos é que o governo vai acabar com isso”, afirmou Basilio Jafet, presidente do Secovi-SP (sindicato do setor imobiliário paulista) no último dia 4, durante seminário sobre o programa na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.

A ideia do governo é passar a fornecer vouchers a famílias com renda mensal de até R$ 1.200, que poderão ser utilizados para compra de unidades prontas, construção ou reforma, de acordo com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, em entrevista à Agência Brasil no último dia 3.

O valor do voucher vai depender do mercado imobiliário local, mas a pasta trabalha com uma média de R$ 60 mil. Outra novidade é a prioridade a municípios de até 50 mil habitantes.

Pela regra anterior, os empreendimentos na faixa 1 eram propostos pelas construtoras e, se aprovados, contratados pela Caixa. A ocupação das unidades cabia à prefeitura da localidade.

Um dos principais problemas desse modelo foi a localização dos imóveis -sem a necessidade de vendê-los para o consumidor final e com a unidade praticamente quitada pelo governo, a tendência das construtoras era buscar os terrenos mais baratos para os empreendimentos.

A localização periférica, frequentemente desarticulada de serviços básicos como rede de saneamento e transportes e serviços de educação e saúde, é uma das principais críticas ao Minha Casa Minha Vida.

Além dos efeitos de segregação observados em muitas cidades, a periferização desses empreendimentos é uma das hipóteses da pesquisadora Claudia Eloy, do Observatório Brasileiro de Crédito Habitacional, para a inadimplência observada na faixa 1. Pressionadas por gastos maiores com transporte e acesso mais restrito aos centros urbanos, muitas famílias acabam ficando sem recursos até mesmo para as contas de água e energia.

A violência é outro problema recorrente nos empreendimentos da faixa 1. Pesquisas no Ceará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul identificaram condomínios controlados por facções criminosas e milícias.

Apesar das críticas, a faixa 1 do Minha Casa Minha Vida é reconhecida como um dos principais projetos de política habitacional de interesse social implementados no país, e sua extinção gera preocupação entre especialistas.

“Foi a primeira vez na história da política habitacional brasileira que foram mobilizados subsídios a fundo perdido para populações que não teriam acesso a moradia de outra forma”, diz a urbanista Raquel Rolnik, ex-relatora especial do Conselho de Direitos Humanos da ONU para o Direito à Moradia Adequada.

Segundo ela, essa preocupação sumiu da agenda do atual governo, agravando o que chama de “emergência habitacional” relacionada à vulnerabilidade social imposta pela crise econômica.

A obrigatoriedade de alcançar a baixa renda foi uma das principais diferenças em relação a projetos anteriores, como o BNH. Apesar de ter sido pensado para atender faixas de renda mais baixas, quem acabou ocupando esses imóveis foram famílias de classe média, dada a alta demanda reprimida desse segmento e a falta de subsídios para os mais pobres.

A preocupação agora é que a baixa renda fique novamente para trás. “O risco da retomada [atual] é que ela se concentre nos segmentos de maior renda e na região Sudeste, o que pode gerar pressão sobre os preços inclusive para a baixa renda”, afirma Luciana Royer, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e uma das organizadoras do seminário sobre o MCMV.

O presidente do Secovi-SP, por exemplo, espera que o preço do metro quadrado suba no ano que vem, em razão da liberação de uma demanda reprimida pelos últimos anos de crise e pelo o que ele vê como restrições urbanísticas impostas pelo Plano Diretor a construção de novos empreendimentos.

De acordo com Vladimir Iszlaji, da Abrainc (associação das incorporadoras), por volta de 50% do déficit habitacional está concentrado na faixa de renda de 1 a 3 salários mínimos. Calculado atualmente em 7,8 milhões de unidades, a projeção é que mais 9 milhões habitações serão necessárias nos próximos dez anos, sendo um quarto delas para famílias com renda de até um salário mínimo.

Ele afirma que o setor não tem uma resposta para o problema do fim da faixa 1. Locação social e melhora do emprego poderiam fazer parte das soluções, diz. Iszlaji também aponta o desenho da faixa 2, em que as famílias contratam um financiamento mas ainda recebem algum grau de subsídio, como um modelo. “Com subsídio pequeno você dá affordability [capacidade de aquisição] para a família com renda de R$ 1.500, R$ 1.600.”

No entanto, Evaniza Rodrigues, da União Nacional Por Moradia Popular, vê outros entraves para além da renda no acesso à moradia via financiamento, como as análises de risco de crédito e a baixa capacidade de endividamento das famílias.

“Hoje o que leva à destruição do programa são seus pontos positivos: o foco na baixa renda. Pessoas sem acesso a financiamento ficam sem nenhuma alternativa”, diz.

Notícias relacionadas

Governo repassa 2ª parcela para elaboração do Plano Diretor da Bacia do Tarumã-Açu

Aprovados no concurso da CMM serão empossados em 1º de dezembro

Mulher é condenada a 66 anos de prisão por matar crianças envenenadas

Governo combaterá receptação e institui banco de celulares roubados

Caso dos respiradores muda de relatoria no STJ após suspeição de ministro

Assuntos baixa renda, Minha casa minha vida
Redação 11 de dezembro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Lula reclama de lentidão na execução de projetos e pede que população cobre o governo

13 de junho de 2026
Minha Casa Minha Vida
Dia a Dia

Braga diz que 27 mil moradias estão sendo construídas no Amazonas

1 de junho de 2026
Política

Lula atribui parte dos problemas do país a escolhas mal feitas nas eleições

26 de maio de 2026
Política

‘Lula veio a Manaus para trabalhar e não andar de moto e jet-ski’, diz Omar

26 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?