O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Governo quer usar dinheiro parado em fundos para reduzir gastos com juros

5 de novembro de 2019 Economia
Compartilhar

Por Thiago Resende, Bernardo Caram e Fábio Pupo, da Folhapress

BRASÍLIA-DF – O governo propôs ao Congresso que o dinheiro parado em fundos públicos seja liberado e usado para reduzir os gastos com juros. Esse montante é estimado em R$ 220 bilhões.

Na semana passada, a Folha de S.Paulo noticiou a intenção do ministro Paulo Guedes (Economia) de transferir esses recursos para o pagamento de parte da dívida pública.

Os fundos públicos especiais são uma espécie de conta alimentada por recursos vinculados a uma receita específica, como tributos, royalties ou receitas de empresas beneficiárias de incentivos fiscais. Essas verbas têm direcionamento carimbado para projetos da área de cada fundo, como saúde, educação e ambiente.

Hoje existem 281 fundos no país, como o FGPC (de garantia para a promoção da competitividade), o Fust (de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), o Finam (de Investimento da Amazônia) e o Funpen (Penitenciário Nacional).

O time de Guedes avalia que esses fundos engessam o Orçamento público. Por isso, o Congresso não tem o poder de decidir como o dinheiro deve ser usado.

Membros do governo ainda sustentam que é comum haver dificuldade para gastar esse dinheiro, que acaba represado e sem uso, enquanto outras áreas carecem de investimento. A área econômica levantou que há R$ 220 bilhões em estoque nos fundos que considera estarem subutilizados ou terem função que não é prioritária.

A ideia do governo é que esse montante seja liberado para o abatimento na dívida pública, o que reduziria os gastos com juros. No ano passado, foram desembolsados R$ 379 bilhões com esse tipo de despesa. O projeto prevê ainda a extinção da maioria dos fundos.

Caberá ao Congresso avaliar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) elaborada por Guedes e entregue ao Legislativo pelo presidente Jair Bolsonaro. Guedes defende que, após a liberação do estoque, novos recursos serão aplicados prioritariamente nos programas de erradicação da pobreza e de reconstrução nacional. A PEC faz parte do plano Mais Brasil, apresentado pelo governo nesta terça-feira, 5.

As medidas visam a flexibilização do Orçamento, aumento dos repasses para estados e municípios e ações emergenciais para o corte de despesas públicas. O pacote começará a tramitar pelo Senado.

Desde o início da gestão de Guedes, o foco das medidas apresentadas é a promoção de um ajuste fiscal para reequilibrar as contas do governo e permitir uma redução da dívida do país.

Notícias relacionadas

Empresas aéreas lucraram R$ 4,3 bilhões em 2025, informa a Anac

Indústria de calçados e importadores dos EUA são contra tarifas ao Brasil

Governo mantém etanol fora da negociação com os EUA sobre tarifas

China amplia acordos na África para não depender do dólar

Um único data center renderia R$ 1,5 bilhão ao PIB, mostra estudo

Assuntos dívida pública, fundos públicos
Cleber Oliveira 5 de novembro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Governo do Amazonas quer transferir aposetados de regime (Foto: Divulgação)
Política

Tesouro exige detalhamento de dívidas para liberar empréstimo ao Amazonas

1 de julho de 2026
Esplanada dos Ministérios: mais vagas para servidores federais em 2025 (Foto Marcello Casal Jr/ABr)
Economia

Tesouro estima em até R$ 10,30 trilhões a dívida pública federal

28 de janeiro de 2026
Esplanada dos Ministérios: mais vagas para servidores federais em 2025 (Foto Marcello Casal Jr/ABr)
Política

Congresso aprova Orçamento Federal com despesas de R$ 6,5 trilhões

20 de dezembro de 2025
Banco Central estima que inflação alta inibirá investimentos (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Economia

Dívida pública é de R$ 8,1 trilhões; juros renderam R$ 69,3 bilhões

30 de setembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?