O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Alfredo Lopes

Amazônia: o inimigo não mora ao lado!

24 de setembro de 2019 Alfredo Lopes
Compartilhar

Na virada deste século, a economia do Amazonas, proporcionalmente, superou a arrecadação do Ciclo da Borracha 100 anos depois. E o que fizemos com tanta fartura pecuniária? Um porto público condizente com as demandas do Polo Industrial de Manaus de onde retiramos 80% do pão nosso de cada dia? Não. Fizemos um sistema de comunicação de dados e voz compatíveis com uma economia que se quer pujante, ou implantamos um sistema de distribuição de energia compatível com a modernidade? Por acaso, construímos o Polo GásQuimico, com projeto pronto e oferta abundante do gás de Urucu por 30 anos? De concreto restou a venda sombria deste ativo para um empresário baiano. 

Fizemos uma Arena Amazônia padrão Fifa e, anos depois, criamos um time que foi vice-campeão da série D, porque os times existentes minguaram com as cartolagens da contravenção. E a ponte da terra do nunca, que liga a especulação fundiária com os crimes de sua construção e o perdão da Compensa? Ah, Avenida Brasil, em que mundo e em que estrela tu te escondes com o baú da viúva pra tanta folia inaudita? 

O inferno não são os outros e o vizinho que mora ao lado não é inimigo, é apenas um desbravador com preciosas lições. Não foram agraciados com tanta fartura mas tiveram bravura para conjugar o verbo empreender gerando riqueza inclusive para mitigar eventuais deslizes na equação economia e desenvolvimento. 

Propostas nas gavetas 

Ficamos sem argumentos convincentes para explicar por que não fizemos da Siderama, o EIZOF, um projeto enterrado, mais um, que poderia ensaiar um modelo alfandegado nos moldes que se fez no Panamá. Por que não transferimos para o outro lado do rio Negro a base aérea de Manaus, ou duplicamos pistas na área do atual aeroporto e assim transformar o aeroporto militar em um Hub que pudesse dinamizar Indústria, Comércio, Serviços e Agricultura na região? Os projetos foram desenhados com detalhes para este fim. E adormecem nos escaninhos ao lado do Estudo de Potencialidades da Amazônia Ocidental, feito por técnicos de alto nível da Fundação Getúlio Vargas/ISAE, Instituto de Administração e Economia, uma entidade criada pelo governador Gilberto Mestrinho nos anos 90 para formar massa crítica e produzir projetos. 

Um polo ralo abaixo 

As empresas do Polo Industrial patrocinaram a construção do CBA (Centro de Biotecnologia da Amazônia) para diversificar com o Polo de Biotecnologia o perfil de produtos mais coerentes com a oferta de insumos do banco de germoplasma. Sabe o que aconteceu? Nada. Desenhamos inutilmente a construção de parques tecnológicos que permitiriam  transferir tecnologia para as empresas aqui instaladas ou aquelas que para cá viriam se a cultura da inovação evoluísse. Dinheiro para isso, apenas da Indústria de Informática, jorrou aos borbotões, mas em direção a algum lugar que não aqui. E quando aqui aparecem esses recursos não se viabilizam dentro de um planejamento estratégico que mostre as prioridades, as potencialidades e fragilidades dos negócios ou suas taxas de retorno no mercado. Cada um atira para um lado e não compartilha munição por conta de uma paranoia científica que interessa a ninguém.

Pirarucu 

Há três anos, uma pesquisa de fôlego, levada a efeito pela Dra. Gleriani Ferreira, FEA USP, sobre a cadeia produtiva do pirarucu, um acervo de revelações preciosas, buscava sacudir o setor mas não ecoou na academia nem na economia porque a abundância maldita brecou. Na ocasião, a pesquisadora anotou que os recursos estão indo para institutos de pesquisa que concentram seus esforços em elos específicos da cadeia, como a reprodução e o crescimento. Entretanto, estes elos precisam estar conectado e desenvolver capacidade produtiva capaz de produzir e processar os pescados, gerar emprego e riqueza.

Há um descaso com um elo fundamental que são os frigoríficos, fábricas de gelo e de ração, além de graxaria e curtume. “Frigoríficos, aliás, são o gargalo universal. Prover recursos para equacionar este entrave, notadamente em inovação de alternativas energéticas para desatar este nó é essencial. Da mesma forma, também precisamos ampliar o hábito de consumo de pescados em todas as regiões do país”. Sua tese é um grito de alerta para gargalos prosaicos, factíveis de resolução à luz discreta da vontade política do poder de plantão. Apenas isso…


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Tornar terroristas o PCC e CV põe em risco combate a facções na Amazônia

O combustível que conecta a Amazônia: Grupo Atem destaca experiência de três décadas em energia e logística

Amazônia em pauta: o medo do desenvolvimento

OMM projeta seca na Amazônia e novos recordes de calor até 2030

Governo anuncia investimento de R$ 875,9 milhões em novo porto em Manaus

Assuntos Alfredo Lopes, Amazônia, incentivos fiscais, Zona Franca de Manaus
Cleber Oliveira 24 de setembro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Agentes da PF e do Ibama na abordagem a embarcações utilizadas no garimpo ilegal (Foto: Divulgação/PF)
Dia a Dia

Tornar terroristas o PCC e CV põe em risco combate a facções na Amazônia

5 de junho de 2026
Grupo Atem
Especial Publicitário

O combustível que conecta a Amazônia: Grupo Atem destaca experiência de três décadas em energia e logística

3 de junho de 2026
Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

Amazônia em pauta: o medo do desenvolvimento

1 de junho de 2026
Seca de 2023 no município de Benjamin Constant, no Alto Solimões - (Foto: Divulgação/Defesa civil)
Dia a Dia

OMM projeta seca na Amazônia e novos recordes de calor até 2030

29 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?