O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Ministro brasileiro diz não ter ilusões que kirchnerismo 2.0 seja diferente do 1.0

20 de agosto de 2019 Política
Compartilhar
Ministro Ernesto Araújo
Ministro Ernesto Araújo diz não ter ilusões com o kirchnerismo (Foto: Agência Senado/MRE)

Da Folhapress

SÃO PAULO-SP – Em entrevista ao jornal argentino Clarín publicada nessa segunda-feira, 19, o chanceler Ernesto Araújo disse não ter “muitas ilusões de que o kirchnerismo 2.0 seja diferente do 1.0”.

Segundo Ernesto, a “roupagem de racionalidade” econômica que o candidato oposicionista à Presidência da Argentina Alberto Fernández vem mostrando nas entrevistas recentes seria apenas um conjunto de frases de efeito, que não difeririam de seu verdadeiro passado peronista. Contudo, o chanceler não detalhou situações passadas do candidato para ilustrar sua fala.

Conhecido pela postura conciliadora, Fernández é um peronista de longa trajetória – trabalhou no governo de Carlos Menem (1989 – 1999), foi uma das figuras mais importantes da adminstração Néstor Kirchner (2003 –   2007) e depois chefe de gabinete na primeira gestão de Cristina Kirchner.
Mas ele se transformou em um crítico do governo e acabou se afastando da então mandatária. Antes de lançar sua candidatura a presidente, Fernández tentou criar uma via do meio dentro do peronismo, sem obter sucesso. Apesar disso, ficou conhecido por estabelecer diálogo entre correntes distintas no governo e no Congresso, o que lhe garantiu a fama de moderado.

O ministro das Relações Exteriores do governo brasileiro comparou Alberto Fernández a uma matrioska, brinquedo artesanal russo caracterizado por reunir uma série de bonecas de tamanhos variados colocadas uma dentro das outras. “Há Alberto Fernández. Você o abre e encontra Cristina Kirchner, a abre e encontra Lula, e depois Chávez”.

Ernesto advertiu que o governo brasileiro não aceitará a reversão do Mercosul ao estado em que, segundo ele, encontrava-se durante os governos Lula e Dilma, no Brasil, e Néstor e Cristina Kirchner, na Argentina: um “centro de coordenação política” sem resultados econômicos.

O chanceler criticou Fernández e sua vice, Cristina Kirchner, por usarem o Mercosul “para fins ideológicos”. “Havia a sombra de um Mercosul em que não havia comércio interno, no qual, durante o governo Kirchner, a Argentina colocava barreiras muito altas aos produtos brasileiros, violando o compromisso de livre comércio e sendo tolerada por governos brasileiros anteriores em detrimento de nosso interesse, mas em nome de um projeto ideológico ligado ao Foro de São Paulo, do qual esses governos faziam parte”.

Tal ligação seria um dos motivos pelos quais a administração Bolsonaro cogitou deixar o Mercosul, logo após a vitória nas eleições e antes da posse. O outro seria o suposto bloqueio do bloco às negociações do acordo com a União Europeia, que se arrastaram por décadas até o pacto ser firmado neste ano, já na gestão atual do governo brasileiro.

Mesmo que Fernández tenha dito que não pretende fechar a economia argentina caso eleito, Ernesto disse que tal afirmação não dissipa as preocupações do governo brasileiro, e que seria preciso considerar o passado político do candidato para ter ideia do que ele realmente pretende fazer –mas não citou situações que ilustrassem seu argumento. 

Para ele, a ideia de Bolsonaro é, junto com o presidente argentino, Mauricio Macri, construir um Mercosul que negocie ativamente com o resto do mundo, tanto em relação ao acordo comercial já fechado com a União Europeia quanto com a perspectiva de negociação com os Estados Unidos. O trabalho aconteceria em função de uma visão comum “de abertura, de competitividade” das duas administrações.

Ernesto comparou Fernández de maneira negativa a Lula, que teria criado um país “com problemas de corrupção, estagnação econômica, e de uma economia que não consegue proporcionar empregos aos brasileiros”. 

Por fim, disse que não há diálogo com o candidato oposicionista por dois motivos. Primeiro, por considerar “muito complicada” a visita de Fernández a Lula na prisão, que teria sido ofensiva contra as instituições e o processo judicial brasileiro porque os cidadãos se mobilizaram para apoiar as investigações da Lava Jato. Segundo, pelo fato de Fernández ter chamado Bolsonaro de racista. Ao ser perguntado se seria possível frear a escalada de ofensas, disse que “ninguém quer” essa escalada.

Notícias relacionadas

‘Tragédia humanitária’, diz senador sobre domínio das bets em anúncios na Copa

‘Você tem que pensar na sua mulher e filhos’, diz Lula sobre escolha de candidatos

PF investiga repasse de R$ 90 milhões em emendas Pix para municípios de Roraima

Presidente do TSE vai propor acordo com big techs para combater desinformação nas eleições

Flávio Bolsonaro omite relação dele e de aliados com Daniel Vorcaro em farta aos EUA

Assuntos Cristina Kirchner, Ernesto Araújo
Cleber Oliveira 20 de agosto de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Cristina Kirchner voltará a ser presidente da Argentina, de forma interina (Foto: José Cruz/Agência Brasil )
Dia a Dia

Justiça rejeita recurso e Cristina Kirchner será presa por corrupção

10 de junho de 2025
Cristina Kirchner
Política

Justiça da Argentina condena Cristina Kirchner a 6 anos de prisão

6 de dezembro de 2022
Ernesto Araújo e Jair Bolsonaro
Política

Ernesto Araújo diz que Bolsonaro não representa valores conservadores

12 de outubro de 2022
Cristina Kirchner
Dia a Dia

Justiça investiga elo de extremistas com agressores de Cristina Kirchner

23 de setembro de 2022

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?