O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Planalto é contra proposta da Anvisa de dar aval a cultivo de maconha

20 de junho de 2019 Dia a Dia
Compartilhar
liberação da maconha
Casa Civil afirma que é contra a liberação do plantio (Foto: Natália Cancian/Folhapress)
Por Natália Cancian, da Folhapress

BRASÍLIA – O Palácio do Planalto informou nesta quarta-feira, 19, ser contrário à proposta da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de liberar o cultivo de maconha no país para pesquisa e produção de medicamentos.

Em nota enviada à reportagem, a Casa Civil afirmou que é contra a liberação do plantio e disse que a ideia é estimular apenas a importação de “matéria-prima”, como óleos e extratos para uso medicinal. O apoio restrito a esse modelo ocorre para evitar uma deturpação do uso do produto para fins recreativos, explica o órgão.

A posição se choca com a iniciativa recente da Anvisa de levar à consulta pública duas propostas sobre o tema: uma com regras para o plantio de Cannabis, o qual deverá ser liberado apenas a empresas interessadas na produção de remédios, e outra para registro dos produtos que podem ser gerados neste processo.

Questionada se planeja adotar medidas diante da proposta da agência, a Casa Civil negou ter projetos em andamento. Em seguida, orientou consultar os ministérios da Saúde e Agricultura.

À reportagem o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse não ver problemas na proposta, desde que a regulamentação siga “evidências científicas”.
“Se for com base científica para uso científico, não vejo nenhum problema. O que não podemos é fazer disso aí é uma panaceia”, afirmou. “Daqui a pouco começa a querer vender xarope, vender xampu, e com isso estaríamos em um caminho equivocado. Medicamento tem que ser tratado como medicamento.”

Segundo ele, o ministério deve enviar à Anvisa nos próximos dias um posicionamento sobre o tema. A previsão é que a medida indique maior aval a medicamentos à base de canabidiol, derivado da maconha conhecido pelo uso terapêutico e por não ter efeito psicoativo –ou seja, não dá “barato”.

“Eu só entendo como arsenal terapêutico o que tem base científica. E o que tem até agora é base científica sobre o canabidiol, e mesmo assim para algumas síndromes”, afirma o ministro.

Desde 2015, a Anvisa autoriza a importação de produtos à base de canabidiol para uso medicinal. Alguns deles, porém, também possuem THC, derivado da maconha responsável pelo efeito psicoativo e cujo potencial terapêutico tem sido alvo de estudos.

Haveria, então, uma restrição ao THC? “Vamos trabalhar com ciência”, responde. “THC tem evidência de uso científico? Tem meta-análise? Não adianta uma pessoa só dizer que faz bem. Se for nesse sentido [com base em evidências], joia”, afirma. “O Ministério da Saúde é frontalmente contrário a fazer porque o mundo fez, ou como porta de entrada para liberar o uso [da maconha] como droga alucinógena”, diz.

A proposta da Anvisa, no entanto, não prevê diferenças entre substâncias e orienta que os produtos a serem registrados passem por todas as fases de estudos clínicos. A exceção seriam medicamentos indicados para doenças graves e sem alternativas terapêuticas, os quais poderiam solicitar aval da agência ainda antes da última etapa desse processo.

Atualmente, o país tem um medicamento registrado à base de Cannabis. Chamado de Mevatyl, ele é composto por THC e canadibiol e é indicado para tratamento de espasmos musculares nos casos de esclerose múltipla.
A Anvisa tem autonomia para tomar decisões. O governo, porém, pode interferir sugerindo medidas opostas junto ao Congresso ou por meio da indicação de um novo diretor para a agência.

A Anvisa é composta por cinco diretores, mas um cargo está vago. O escolhido para o cargo, cuja indicação é feita pelo Planalto e aprovação passa por sabatina no Senado, poderia então pedir vistas do processo para tentar adiar sua aprovação, por exemplo.

Críticas e resposta

Essa não é a primeira vez que a Anvisa enfrenta críticas pela proposta de regular o plantio de Cannabis. Na última semana, o Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Psiquiatria emitiram um comunicado pedindo que a agência cancele as consultas públicas sobre o tema.

O motivo seria a falta de evidências científicas “de que o uso da Cannabis in natura e de seus derivados  garantam efetividade e segurança para os pacientes”.

Em nota, a Anvisa disse que procura atender a “demanda de pacientes e médicos para o acesso a medicamentos seguros e eficazes” e que “não há nada nos textos propostos que sugiram a utilização da planta in natura”.
“A Anvisa não estaria apresentando uma proposta com esse teor se não fosse para atender a pacientes e médicos que, muitas vezes, têm nos medicamentos à base de Cannabis a única ou mesmo última alternativa terapêutica”, disse.

Notícias relacionadas

Justiça manda Aadesam reintegrar funcionários demitidos

Clínicas são alvo da polícia por suspeita de realizar cirurgia íntima ilegal

Corpo de Bombeiros encerra operação em tanque de onde vazou gás em Manaus

Fim de parceria política entre Wilson Lima e David Almeida gerou crise no passe livre para estudantes

STJ autoriza retomada de obra da ponte de R$ 125 milhões em Tefé (AM)

Assuntos Anvisa, maconha, Ministério da Saúde, Planalto
Redação 20 de junho de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Campanha vacinação poliomielite (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Saúde

Vacina contra poliomielite terá dose de reforço em agosto

21 de julho de 2026
Columvi foi aprovado pela Anvisa para tratar câncer no sistema linfático (Foto: Roche/Divulgação)
Saúde

Anvisa registra medicamento para tratar câncer no sistema linfático

20 de julho de 2026
Para o juiz Gerfran Carneiro Moreira, a punição foi desproporcional (Foto: Arquivo/TRT11)
Dia a Dia

Juiz anula demissão por justa causa de funcionário flagrado com maconha no trabalho

15 de julho de 2026
moujaro
Dia a Dia

Anvisa determina apreensão de lotes falsificados de Mounjaro

10 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?