O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Alckmin diz que facada em Bolsonaro o atingiu e deixou ‘golpe’ na campanha eleitoral

23 de maio de 2019 Política
Compartilhar
Geraldo Alckmin tentou justificar apoio a Temer com apoio às reformas (Foto: Antonio Cruz/ABr)
Geraldo Alckmin diz que foi atingido por facada em Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ABr)

Por Igor Gielow, da Folhapress

SÃO PAULO-SP – O ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) considera que a facada sofrida por Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha eleitoral de 2018 como fator central para sua derrota, a pior já sofrida por um tucano em disputa pela Presidência.

“A campanha começou com o PT se vitimizando e acabou com ele (Bolsonaro) se vitimizando até o fim”, afirmou o tucano. “Eu estava subindo e ele, caindo. Só no dia da facada, ele teve 22 minutos de Jornal Nacional”, disse, quando o adversário sofreu o atentado em Juiz de Fora, em 6 de setembro.

A rara manifestação pública do ex-governador foi dada ao responder uma questão em debate promovido pelo Pensamento Nacional das Bases Empresariais na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado, em São Paulo. “(A facada) foi o fato superveniente da eleição”, disse ao ser questionado qual havia sido o “maior empecilho” na disputa.

Naquele ponto em 2018, a corrida eleitoral entrava em sua segunda semana de propaganda gratuita de rádio e TV. Alckmin havia amealhado apoio maciço, como oito partidos unidos ao PSDB e o maior tempo de publicidade, e de fato a facada em Bolsonaro embaralhou as cartas, já que todos os candidatos suspenderam suas atividades.

Estrategistas do PSDB, ao avaliar a campanha em que o candidato ficou em quarto lugar no primeiro turno com 4,76% dos votos, concordam parcialmente com a avaliação. A facada teve peso central para eles, mas há dúvidas se o tucano conseguiria convencer um eleitorado fortemente inclinado à rejeição do sistema político a apoiá-lo.

Alckmin evitou criticar diretamente Bolsonaro. Repetiu seu bordão atribuído a Santo Antônio de Pádua que já usou para criticar o desafeto João Doria (PSDB): “Se não puder falar bem, não diga nada”. Instado por um debatedor se isso valia também para o hoje governador paulista, ele riu e disse que era “uma casca de banana”.

O tucano, que deixará a presidência do PSDB na semana que vem e será substituído por Bruno Araújo (PE), deputado federal do grupo de Doria, aproveitou para cutucar o antigo protegido, lançado por ele na política em 2016. “É um momento de intolerância, mesmo no meu partido”, afirmou.

Ele se referia às críticas a tucanos que integram o movimento Direitos Já, suprapartidário mas com viés de esquerda, com a participação de petistas. Ele não vai, contudo, fazer parte do grupo, que visa formular contrapontos à gestão Bolsonaro. “As pessoas são livres para conversar. Eu mesmo tive uma audiência com o presidente”, disse a jornalistas após o evento.

Na mesma linha, ele evitou criticar os atos marcados por apoiadores de Bolsonaro para o domingo, 26. “Eu defendo a liberdade”, afirmou, ressaltando ser contra aqueles setores entre os manifestantes que pregam fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal. “Aí, não”.

Sobre o presidente, ele criticou a política pró-armas, afirmando que boa parte da queda no número de homicídios em São Paulo durante seus mandatos se deve ao desarmamento da população. “Graças a Deus o governo voltou atrás na questão do fuzil. Isso iria virar um faroeste, um bangue-bangue. É a polícia armada que garante a segurança”, afirmou, sobre a alteração no decreto sobre posse e porte de armas editado por Bolsonaro, que permitia acesso de cidadãos comuns a armas de alta potência.

Alckmin afirma que segue na política, mas evitou dizer se voltaria a se candidatar. “Já ganhei, já perdi”, disse. Ele dá palestras a estudantes e está estudando no Hospital das Clínicas para voltar a trabalhar na profissão – é anestesista. “Fiz 2.000 cirurgias antes de entrar na vida pública, mas fiquei 30 anos afastado”, diz.

Notícias relacionadas

Cresce número de brasileiros que se declaram de direita, mostra pesquisa Datafolha

Conselheiro defende que empresas que apoiaram a ditadura reponham indenização

Brasileiro prefere pagar menos impostos do que ter serviço público gratuito

Canadá tem eleitorado brasileiro mais jovem; Japão concentra idosos

Saiba as proibições a agentes públicos que estão valendo no ‘defeso eleitoral’

Assuntos Geraldo Alckmin
Cleber Oliveira 23 de maio de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Economia

Alckmin veta ‘Contrato do Primeiro Emprego’ para jovens de 18 a 29 anos

18 de junho de 2026
_vice-presidente Geraldo Alckmin,
Economia

Governo rebate os EUA sobre o Pix, acordos comerciais e etanol

2 de junho de 2026
Geraldo Alckmin disse que nova fase da COP30 é a implementação das ações negociadas (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ABr)
Política

‘Membros do Clã Bolsonaro pensam mais em si do que no Brasil’, afirma Alckmin

29 de maio de 2026
Política

Lula confirma Alckmin como vice na chapa para disputar reeleição em 2026

31 de março de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?